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As Cuecas Rendadas

bycaudabela©

Sou um homem divorciado. Tenho uma filha com 19 anos, que não mora comigo, e a história que vos vou contar passou-se num fim-de-semana que ela passou em minha casa.

A minha filha ainda não tinha visto a minha casa nova. Mostrei-lhe a casa.

Falámos durante um bocadinho e depois ela quis tomar um duche. Expliquei-lhe onde era a casa de banho e ela começou a despir-se comigo lá dentro. Já estava em sutiã e cuecas perto da banheira. Parecia desejar-me enquanto lhe explicava onde estava o secador, rolos, etc.

No dia seguinte fomos visitar um palácio perto de casa e ao tirar uma fotografia, apercebo-me de que ela não tem cuecas. Ela estava sentada no muro, e eu vi-lhe os pentelhos com o zoom da máquina. Incrível, eu estava a ver os pentelhos da minha filha!

Cheguei-me ao pé dela e disse-lhe discretamente:

- Ouve lá filha, tu não tens nada debaixo da saia?

- Sabes pai, eu vou contar-te. Só trouxe dois pares de cuecas. Fiz a mala à pressa, e esqueci-me das outras cuecas em cima da minha cama. E as que eu vesti ontem, ainda não estavam secas.

No sábado à tarde, decidi comprar-lhe umas cuecas. Fui a uma loja de venda de lingerie e, a vendedora mostrou-me diversos pares de cuecas. Hesitei na selecção, mas a vendedora propôs-me quais é que deveria levar (deve ter pensado que seriam para a minha mulher). Achei-as um bocadinho arrojadas, mas acabei por levá-las. Lá regressei a casa com três pares de cuecas.

-Filha, agora já não há problemas com cuecas. Toma.

Ela abriu o saco e começou a ver as cuecas, e exclamou:

- Que giras! Obrigado, pai. Vou já vesti-las!

Deixei-a ir. Minutos depois voltou.

- Quais é que gostas mais de me ver? Estas ou aquelas?

Trouxe as cuecas rendadas vestidas, nas quais se podiam os pentelhos atrás das rendas, e as outras punha à frente, alternando com as que estavam vestidas. Naturalmente, eu fiquei a olhar fixamente para as cuecas que ela tinha vestidas. Aqueles pentelhos tinham-me dado a volta à cabeça.

- Pai, estás a ouvir-me? Quais é que achas melhores?

Fiquei excitado e gerou-se um ligeiro clima de tensão sexual, mas eu disse-lhe que as rendadas ficavam bem para acabar com a conversa.

No dia seguinte, chegou à sala, cumprimentou-me e disse:

- Estás bem pai? Estou tão contente com as cuecas que me deste, nem imaginas. São muito confortáveis. Olha, hoje vesti estas.

E, ao dizer isto, baixou as calças desportivas. Eram, as cuecas transparentes... Os pentelhos que tinha visto no dia anterior, estavam ainda mais visíveis com estas cuecas.

- São bonitas, não são?

- Ó filha, eu não quero deixar de ver as tuas cuequinhas, mas é melhor não fazeres isso em frente a mim...

- Mas porquê?

- Sei lá, não me sinto bem filha.

- Pai, mas nós não estamos na rua...

- Eu sei, mas é que eu sou um homem, estás a ver?

- Não há problema, não ninguém nos está a ver, fica descansado. Além disso, não me digas que não gostas de andar em cuecas em casa.

- Está bem, ganhaste, pronto.

- Responde lá são bonitas ou não?

- São muito lindas. Se eu não fosse teu pai, não me escapavas...

- Não me digas que te envolvias com uma miúda de 19 anos...

- Com uma miúda não, mas com uma mulher de 19 anos, sim.

E ao dizer isto ela soltou uma gargalhada.

- Está bem pai, a mim também não me escapava um homem com 45 anos.

E a seguir soltei eu uma gargalhada.

Em seguida fomos dar uma volta até um jardim.

À noite, fomos jantar fora, bebemos, e chegámos a casa. Estávamos alegres e o ambiente estava muito descontraído. Chegados a casa, demos as boas-noites e ao dar-lhe um beijo aproximámos as bocas de cada um. O tesão estava no ar...

- Pai, de manhã estava a falar sobre pais que andavam nus em casa. Achas que há pais que sentem alguma coisa quando vêem as filhas ou os filhos nus?

- Ó filha, estamos a falar de uma coisa que poucos filhos falam com os pais. Mas estamos a falar como adultos e eu vou-te responder. Acho que sim, pelo menos num estádio inicial, fantasiam com os filhos ou filhas.

- E achas que se aproveitam deles?

- Bem, acho que sim na maioria. Mas acredito haver casos em que por exemplo um pai e uma filha, ou uma mãe e um filho se sentem atraídos uns pelos outros e se envolvem sexualmente, o que nada tem a ver com o amor que sentem um pelos outros.

- Como assim?

- Filha, há que distinguir sexualidade de amor. São duas coisas diferentes.

- Portanto, fazem amor em segredo, é isso?

- Penso que isso acontece quando estão a viver só mãe e filho ou pai e filha.

- Como eu e tu agora, não é?

E, ao acabar de dizer isto, pôs a mão na minha perna e fez-me uma festa. Olhámos um para o outro, e eu cheguei a minha cara perto da dela e dei-lhe um beijo na face, mas com algum erotismo.

Ela deixou-se estar, mas passados alguns segundos deitou-se com a cabeça nas minhas pernas. Como eu tinha uma grande tesão, ela sentiu-a perfeitamente ao encostar a cabeça.

Para meu espanto ela começou a tocar no meu caralho, por cima das calças, no fundo a acariciar-me. Eu deixei-me estar a saborear aquele momento incestuoso.

Entretanto, ela abre-me a braguilha e tira-me o caralho para fora das calças e começa-me a bater uma suave punheta. Eu disse-lhe:

- Cláudia, ninguém pode saber disto que estás a fazer. Nem a tua mãe, nem o teu namorado.

- Pai, ninguém vai saber. Posso dar-lhe um beijinho?...

E desatou a chupar-me o caralho como eu nunca tinha sido chupado. Conclui de imediato que a minha filha não era nenhuma ingénua.

Parou de chupar, chegou a cara dela à minha e beijou-me, mesmo com os meus fluidos sexuais. Deixei-a beijar-me, e, de seguida, ela segredou-me:

- Gostas quando eu te mostro as cuecas?

- Sim, adoro...

- Queres vê-las outra vez...?

E começou a baixar as calças. Voltei a ver as cuecas transparentes. Lindas. E ela voltou a dar uma chupadela no meu caralho, beijou-me novamente, e disse-me:

- Gostas dos meus pêlos púbicos...? Queres vê-los melhor?

- Sim filha, quero.

E despiu as cuecas lentamente. Ficou em frente a mim em pé. Eu aproximei-me, e cheirei-lhe os pentelhos. Ela agarrou a minha cabeça e encostou-a fortemente à vagina.

- Pai, lambe-ma por favor...

Lambia-a. Depois, levantei-me e beijei-a.

- Queres enfiá-lo pai?

- Não filha, não podemos ir mais longe...

- Não me deixes assim, pai. Eu desejo-te muito.

- Filha, independentemente disso, tu podes engravidar. E depois?

- Não tens preservativos?

- Não uso.

- Não usas?!

- Não.

- Porquê?

- Faço outro tipo de sexo...

- Como? Ficas só pelos preliminares?

- Não. Há outras hipóteses...

- Queres dizer que fazes... sexo anal?

- Faz comigo também. O Jorge nunca me fez isso. Deve ser bom.

- Filha, mas é necessária uma boa lubrificação...

- Sim, faz como quiseres.

- Vira-te.

Ela virou-se e eu comecei a abrir-lhe as bordas do cu.

Cheguei a minha língua ao olho do cu dela e lambi-o. Ela exclamou:

- Ah... ah...

Depois, para tornar a situação mais excitante, cheguei a minha boca à dela e beijei-a. Ela hesitou um bocadinho e, dar o beijo, mas depois deixou-se beijar e saborear o cu dela.

"A minha filha é uma fodilhona e não se importa de fazer coisas porcas", pensei naquele momento.

Voltei a lamber o cu e a cona dela. Depois enfiei-lhe dois dedos na cona e passei para o cu. Tirei os dedos do cu e levei-os à boca dela. Ela manteve a boca fechada, mas eu fui insistente; abriu-a e chupou os dedos com sabor a cu. Tinha tirado a prova dos nove: ela era mesmo uma porca.

Segredei-lhe:

- Gostas do sabor, filha? Gostas do sabor do teu cu?...

- Dizes coisas tão porcas pai... Mas até me excitam...

- Chupa mais.

- Hum...

E enquanto ela chupava, eu disse-lhe:

- Vou-te comer o cu, minha filha... Vais levar no cu, sabes?...

E encostei o meu caralho ao olho do cu. Comecei a empurrar a cabeça devagarinho.

- Pai, dói-me um bocadinho...

- Já vai passar filha... Afinal de contas, tu queres levar com ele pela peida acima não é?

E enterrei o resto do meu caralho no cu da minha filha.

- Aiii... aii... dói-me pai...

Com uma mão mexi-lhe no clitóris, excitando-a. Passaram alguns segundos e depois perguntei-lhe:

- Está melhor filha?

- Sim, está a ficar melhor...

E disse-lhe ao ouvido:

- É bom levar no cu, não é? Diz lá filha...

- É... Ah... Ah...

E ao acabar de dizer estas palavras comecei a senti-la mais lubrificada e aumentei a cadência. Quis que ela se viesse. E veio-se.

- Ah... Ah... Ahhhh... Estou a vir-me pai... Fode-me o cu pai!...

E depois mudei de posição. Virada para mim, quis que ela cavalgasse em cima de mim. Assim, eu podia ver toda a beleza dela: as mamas redondinhas, a cintura e a cara dela.

Olhei para o espelho que estava atrás da cama e vejo o meu caralho a entrar e a sair da peida dela.

- Estás a foder-me o cu todo pai!

- E vou vir-me dentro do teu cu querida filha!

E, ao mesmo que eu dizia estas palavras, apalpava-lhe as mamas e enterrava-lhe o caralho com mais força para dentro do cu.

Até que me vim completamente dentro do cu dela.

- Ai... ahhh... que bommmm... hum...

Começámos a rir-nos de seguida.

- Foi bom para ti, pai?

- Foi ótimo, filha.

- Nunca pensei que pudesse vir-me com uma pila no cu... Agora sei como é bom levar no cu...

- E tens uma vantagem: não engravidas.

- Pois é...

Lavámo-nos, jantámos e fomos ao cinema.

E chegou o domingo de manhã. Infelizmente, ela tinha de voltar para casa da mãe. Almoçámos, e eu fui levá-la à estação ferroviária.

- Pai, adorei este fim-de-semana.

- Eu também filha. Cá te espero para o próximo mês, ok?

- Certo. Olha deixei-te um presente em cima da cómoda. Espero que gostes.

Despedimo-nos com um beijo junto às nossas bocas.

Cheguei a casa e fui ao meu quarto. Olhei para a cómoda e vi um pequeno saco. Abri o saco, e vejo um par de cuecas enroladas. Peguei nelas e vi que era um dos pares de cuecas que lhe tinha comprado. Que grande cabrona!

Observei as cuecas e vi que estavam sujas com as secreções vaginais e anais da minha filha. Cheirei-as e lambi-as. Boas recordações...

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