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A Língua da Sogra

bycaudabela©

A minha sogra estava a vestir-se e eu a vê-la entre a ranhura da porta entreaberta. Tinha acabado de sair do banho e o seu perfume ainda pairava no ar. As suas ancas eram avantajadas, com pouca celulite e o cu bastante cheio; vestia as cuecas e foi aí que vi um pouco da pentelheira de lado. Era acastanhada, quase preta e, após ter acabado de as vestir via-se um grande tufo sob as cuecas.

De repente, ela virou-se e viu-me. Saí de imediato do local, mas os nossos olhos ainda se cruzaram, deixando transparecer algum embaraço.

No dia seguinte, de manhã, eu estava no meu quarto -- que era mesmo em frente do dela --, quando a ouvi sair do quarto para a rua.

Levantei-me e fui até à lavandaria ver se a máquina de lavar roupa tinha as cuecas que vi no dia anterior vestidas. Abri a máquina e lá estavam as cuecas com que eu fantasiei todo o dia. Estavam sujas com secreções vaginais. Peguei nelas, cheirei-as e deu-me vontade de as lamber; levei-as à boca e toquei nelas com a ponta da língua e depois encostei-as à minha verga. Comecei a masturbar-me.

Quando olhei para o lado, estava a minha sogra a ver-me. Fiquei atrapalhadíssimo. Ela tinha voltado e eu não dera por isso. Pus as cuecas para dentro da máquina, e de seguida pedi desculpa. Ela disse-me calmamente que não fazia mal e foi-se embora para a sala. Eu esperava outra reacção da parte dela.

De tarde, entrei na sala e silenciosamente sentei-me a ver televisão ao lado dela; nem eu nem ela dissemos uma palavra durante longos minutos. Na televisão, emitiam um filme que falava sobre o Antigo Egipto e as relações incestuosas reais. Aquilo deixou um silêncio inquieto.

Passados minutos, ela perguntou-me:

- Tem saudades dela?

- Sim -- respondi.

- Só daqui a 2 meses é que volta a vê-la não é? -- Perguntou-me novamente.

- Pois é, é difícil estar só nesta idade. -- Afirmei, tentando desculpar-me com a atitude de há instantes.

Naquele dia não tocámos mais em assuntos relacionados com as necessidades fisiológicas. Mas a verdade é que a minha sogra estava a tentar compreender as minhas necessidades sexuais.

Dois dias após aquele episódio, a minha sogra abordou-me suavemente nalgumas questões relacionadas com a minha vida conjugal, nomeadamente a questão do stress e a importância da vida sexual. Referiu-se depois à sua vida sexual, e à perspetiva que se tem das relações sexuais aos 53 anos. Entendi, de imediato, que estava perante uma mulher devia ser atrevida quando contemplada com um caralho pela cona acima.

Uma semana passou, e eu continuava a fantasiar com a minha sogra. Decidi ir espreitá-la novamente, mas, desta vez, na casa de banho. Aproximei-me do buraco da fechadura, e espreitei. Estava na sanita, a urinar. Levantou-se, e, de seguida, limpou a vagina pela frente e por trás, virou-se para atirar o papel para a sanita, e pude ver novamente as ancas largas e a peida bem cheia.

Alguns dias depois, fomos a uma loja de lingerie e ela quis saber a minha opinião sobre o fato de banho a escolher para a praia;

Chegados a casa, ela dirigiu-se para o quarto, demorou uns dois minutos, voltou e disse-me: O António não queira saber!... O fato de banho que comprei é estreito demais à frente, e deixa sair alguns pelinhos para fora. Que pena...

E eu disse-lhe: Então, mas -- desculpe a minha pergunta -- não faz a depilação?

E ela respondeu-me: - sim, só que como eu tenho as coxas grossas, não consigo fazer bem a parte das virilhas.

- Mas é de facto uma pena que não possa vestir o fato de banho, porque é um modelo muito bonito -- retorqui.

- Não sei se o hei-de trocar ou não... E se eu o vestisse para me dar uma opinião?

- Tudo bem, eu não me importo.

Assim, a minha sogra foi para o quarto e voltou passados uns segundos.

A tensão sexual estava a subir muito e eu comecei a sentir o pénis a engrossar.

Chegada à sala, a minha sogra ficou à porta e disse:

- Está a ver António? Ficam os pêlos a sair de lado...

E de facto estavam alguns mesmo saídos, deixou-me sem palavras, mas com os olhos postos no monte-de-vénus.

- Pois é, vêem-se um bocadinho. -- Respondi.

- Só se eu fizer a depilação com creme, o que acha? Mas eu não gosto nada de utilizar o creme... -- Disse-me.

- Pois é, além de ser químico, o creme também não é duradouro.

E então pôs-se mesmo à minha frente, virou-se com o rabo para mim, debruçou-se e perguntou-me se se viam alguns pêlos atrás. Fiquei excitadíssimo. O cu da minha sogra era espectacular, e aquilo era quase um espectáculo de strip tease. As bordas da cona estavam salientes, e viam-se pêlos a saírem das bordas efectivamente.

- Sim, vêem-se.

- António, tenho de lhe pedir um favor.

- Diga.

- Seria capaz de me passar a gilete nestes pêlos saídos?

E ao mesmo que tempo que me perguntava isto, ajeitava o fato de banho à zona púbica.

- Claro que sim. -- Respondi.

- Então é melhor fazermos isso no quarto. Venha.

Chegámos ao quarto.

- Tenho aqui uma boa gilete. Tome.

- Está bem.

- Vou-me deitar para que seja mais fácil para si.

E ao dizer isto, levantou as pernas para o peito e deixou-me novamente com água na boca.

Agora, eu podia ver quase tudo: o monte-de-vénus, o formato das bordas da cona da minha sogra e os pêlos púbicos a saírem do fato de banho.

Comecei a rapar os pêlos, com muita precaução, mas toquei ao de leve onde calculei estar o clítoris.

- Ah!!... -- Exclamou.

- Magoei-a, desculpe.

- Não, nada disso; há lugares onde não se pode tocar numa mulher...

E, à medida que continuei a fazer o trabalho comecei a ver que o fato estava a ficar molhado na zona vaginal. A minha sogra estava com um grande tesão!!!

Continuei a fazer o trabalho até que cheguei perto da zona anal. O fato de banho estava todo metido no rego do cu, e por isso, deixava ver parte das bordas do olho do cu. Interroguei-me se esta mulher já teria levado no cu.

Toquei-lhe também no ânus cautelosamente, o logo veio outro suspiro. Conclui que era muito excitável também naquela zona, e que, certamente, não se importaria de ter um caralho pelo cu acima. Deu-me vontade de lhe lamber o cu, mas tive de me acalmar.

- Pronto, já está. -- Disse eu.

- Óptimo, muito obrigada.

Alguns dias depois, fizemos numa curta viagem para ir a uma quinta, para comprar legumes de produção biológica. A quinta era afastada da povoação e a estrada era de terra.

De repente, deu-lhe vontade de fazer chichi.

- «António, tem de parar, peço desculpa. Estou muito aflita para fazer chichi» - disse Alice.

- Aqui mesmo?!

- Sim, tem de ser, estou mesmo aflita.

Parei o carro, ela saiu, pôs-se mesmo ao lado da porta do carro e, de seguida, pediu-me que olhasse em volta para que ninguém visse o que estava a fazer.

Desviei o olhar, mas, pelo canto do olho, vi que ela estava a olhar para baixo a ver o esguicho. Assim, pude ver toda a beleza da cona da minha sogra. Pentelhos de cor castanha, encaracolados, abrangendo a região púbica, vaginal, virilhas e continuava até à zona anal.

Aquela cena tinha um poder erótico impressionante sobre mim. O meu tesão era tanto que eu quase me vim. O esguicho de mijo era lindo para mim, a sair daquelas bordas cabeludas e rechonchudas.

A certa altura, o esguicho de mijo começou a perder a força, e percebi que o espectáculo estava prestes a terminar. Porém, ela não tinha papel para limpar a cona, e perguntou-me com a saia a tapar vagina:

- Tem por aí lenços de papel?

- Não, mas tenho aqui um de pano; está limpinho. Tome.

Tirei do meu bolso o lenço, e dei-lho.

Ela limpou bem a coninha, esfregou bem, e eu pude ver uma substância viscosa a fazer a ligação entre o lenço e a bordas da cona. Isto quis dizer que a cona estava húmida, quem sabe com tesão!

Puxou as cuecas para cima, já eu tinha desviado o olhar, e perguntou-me aonde quereria pôr o lenço.

- Pode pôr aí no porta-luvas. -- E ela assim o fez.

Mais tarde fui buscar o lenço ao porta-luvas. Chegado à casa de banho, abri o lenço e fiquei excitadíssimo ao ver as secreções vaginais que eu já adivinhara haver. Melhor ainda: vinham dois pêlos púbicos agarrados, o que me fez levar o lenço ao nariz e inspirar para receber aquele odor excitante. De seguida, retirei os pêlos, e guardei-os na carteira como recordação fetichista.

Comecei a masturbar-me com o lenço encostado ao pénis. Não aguentei e ejaculei no próprio lenço; guardei-o nas calças.

No dia seguinte, perguntou-me pelo lenço. Respondi-lhe que depois lho dava. A verdade é que à tarde fui dar com ela no carro, à procura do lenço.

- Então quer que eu lave o lenço ou não, António?

- Sim, mas... Ele está um bocadinho sujo, sabe?

- Tudo bem, por isso é que o quero lavar.

- Aqui está.

Ela recebeu-o nas mãos e olhou para o lenço. Certamente reparou que havia esporra nele, mas calou-se e foi-se embora. Dirigiu-se para casa.

Cheguei a casa logo depois dela, e reparei que ela estava na casa de banho. Como bom voyeur, espreitei o buraco da fechadura. Fiquei estupefacto.

A minha sogra estava a ver o meu lenço, levou-o ao nariz, cheirou-o, e, de seguida, a surpresa das surpresas: começou a lambê-lo!!! A minha esporra estava a entrar pela boca da minha sogra adentro através da língua que lambia o lenço apaixonadamente como se ela estivesse a comer mel. Não só lambia a minha esporra como também provava o sabor da cona dela com o qual tinha limpo o lenço. A resposta à minha suspeita estava ali: a minha sogra era efectivamente uma depravada sexual, e ainda por cima fantasiava comigo assim como eu fantasiava com ela. O jogo iria continuar.

Certo dia, eu estava no primeiro andar da casa e desci para ver um pouco de televisão; a porta da sala, tinha vidros e podia ver-se directamente para o sofá. A minha sogra estava deitada no sofá, a masturbar-se. Fiquei a observá-la. Os dedos debaixo das cuecas mexiam na vagina furiosamente, e em movimentos circulares. Ela tinha os olhos fechados, embora, por vezes, olhasse para a televisão.

Cheguei-me à parede, e aí pude observar o que estava a dar na televisão: um vídeo pornográfico. E pude também verificar que estava o vídeo em funcionamento, o que queria dizer que ela de vez em quando punha um DVD para ver aquelas imagens. As cuecas eram branquinhas com rendas laterais, mas estavam sujas na zona vaginal, o que me excitava ainda mais, imaginando o odor daquelas secreções que eu gostaria de cheirar.

No vídeo via-se um rapaz a lamber a cona de uma mulher madura, depois um velho a foder uma mulher trinta anos mais nova, com idade de ser filha dele. Passaram uns segundos, e reparei que a minha sogra se estava a vir. Tirei o meu caralho para fora, e comecei a masturbar-me. Entretanto a minha sogra levanta-se e começou a tirar as cuecas. Nesse momento vi a bela cona da minha sogra. Os lábios estavam inchados, os pentelhos molhados e ela voltou a deitar-se para continuar a tarefa masturbatória. Mexeu nos seios que embora descaídos ainda eram bonitos, e começou a olhar para a televisão novamente.

Começou a dizer coisas excitantes e ordinárias, do género: - "Ai, fode-me a cona! Mete-me o caralho!...".

Entretanto, tocam à campainha. Ela levanta-se, veste as cuecas a correr e desliga o DVD.

Escondi-me. Ela abriu a porta e ouço a voz do vizinho. Rapidamente sobem as escadas e vão para a sala onde ela tinha estado há segundos a masturbar-se.

- Então o teu genro, está cá?

- Não, deve ter ido à rua dar uma volta. Ele não tem chave de casa, por isso estamos à vontade. Queres ver o que eu descobri no quarto do meu filho?

- Mostra. O que é?

E de seguida liga o vídeo. Vê-se de imediato uma mulher a fazer um grande broche a um adolescente.

- Grande bomba!!! Isto é do teu filho?!

- Sim, é dele.

- Isto dá grande tesão!

Para minha grande surpresa, a minha sogra e o vizinho eram amantes.

E foi então que a minha sogra começou a abrir o fecho das calças do vizinho. Tirou o caralho e começou a masturbá-lo, e depois a chupá-lo.

- Ai que bom... Chupa-mo todo...

E ela assim o fez, chupou o pénis do vizinho alguns segundos e depois começou a despir-lhe as calças e as cuecas.

Nas imagens via-se agora a mulher madura a ser comida em cima de um sofá. Os dois olhavam para as imagens e acariciavam-se.

A minha sogra deitou-se no sofá e foi prontamente fornicada pelo vizinho. A cena durou poucos minutos, o pénis entrou e saiu da vagina com fortes estocadas durante cerca de dois minutos e comecei a vislumbrar o êxtase. Tirou o pénis e apontou para os pentelhos que ficaram sujos com o esperma que ia saindo. Acabada a cena da ejaculação, ele disse:

- Os teus filhos é que te deveriam ver agora. Pareces uma daquelas gajas dos filmes pornográficos com a cona toda suja.

- Não digas essas coisas ordinárias! Achas que eles se excitariam com a própria mãe?!

- Da maneira como estás agora, qualquer um se excitaria, minha linda...

- Queres dizer, com os pêlos púbicos todos sujos com esperma, é isso? Tu gostas de coisas porcas... Bem, tenho de me limpar. Dá-me as minhas cuecas por favor, estão aí no chão.

Ele deu-lhe as cuecas e, em seguida, ela começou a limpar os pêlos com a parte do pano das cuecas que costuma estar em contacto com as secreções vaginais e anais. Depois de tirar a maior parte do esperma, enrolou as cuecas e pô-las a um canto do sofá.

Ele saiu, a minha sogra acompanhou-o à porta e ela voltou para a sala. Sentou-se, olhou para as cuecas que tinha deixado no canto do sofá, pegou nelas, abriu-as, observou o esperma misturado com os seus fluidos vaginais, cheirou-os inspiradamente e depois deitou a língua de fora e começou a lamber o esperma que estava nas cuecas. Em seguida, vestiu as cuecas que tinha lambido e sentou-se a ver televisão.

Eu estava completamente excitado, quase me vim, ao ver a minha sogra com uma atitude inimaginável há dias atrás. Além de amante do vizinho, ela gostava de coisas porcas e pervertidas.

No dia seguinte, tive de ir dar uma espreitadela nas cuecas da minha sogra. Estavam muito sujas: secreções vaginais amareladas, resquícios de esperma e secreções anais. Que grande tesão me deu. Bati de imediato uma punheta.

Estava um dia de sol, fui dar uma volta à rua.

Quando voltei a casa, a minha sogra estava na cozinha, só em cuecas e com um pequeno avental. Fiquei boquiaberto e com saliva em excesso. A peida estava cada vez melhor, mesmo redonda, com boas ancas e pouca celulite. As pernas grossas combinavam bem com o avental e com os sapatos que calçava. A aparência era extremamente erótica. Sentei-me na mesa a olhar para aquele magnífico e excitante espectáculo. Comecei a sentir o meu pénis a engrossar. A certa altura, ela disse-me:

- Então está tudo bem consigo?

- Está. -- Respondi.

- Você não tem calor? Ponha-se à vontade António. Olhe para mim: estou toda suada. -- E, ao dizer isto, levantou o braço para me mostrar a axila. Ao olhar para a axila, reparei que também não estava a usar sutiã. Tinha pêlos pequenos já em crescimento e escuros, com suor à mistura.

Passados minutos, ela sentou-se ao meu lado e olhei para as cuecas. Desviei o olhar para que ela não me apanhasse, mas depois voltei a olhar e observei que as cuecas estavam ao contrário. O pano de absorção das cuecas estava sujo o que me deixou ainda mais excitado. Interroguei-me se lhe devia dizer ou não. Decidi dizer-lhe.

- Olhe, Alice, peço desculpa, mas tenho de lhe dizer que as suas cuecas estão vestidas do avesso...

Ela olhou de imediato para baixo, e exclamou:

- Pois estão!... Vou ter de as virar. Que distracção a minha, veja lá!

Aproveitei o facto de ela estar de cabeça para baixo a observar as cuecas, para que eu pudesse olhar bem para as cuecas de forma a saciar toda a minha curiosidade e fantasia.

Ela levantou-se e foi à casa de banho.

Voltou passados minutos e reparei que trazia as mesmas cuecas vestidas. Ora, as cuecas estavam sujas à frente, porque a vagina já tinha estado em contacto com as cuecas daquele lado também. Eu estava cada vez mais excitado porque as secreções vaginais nas cuecas estavam húmidas e via-se bem a viscosidade nelas. Que tesão eu tinha! O que eu queria mesmo era foder a minha sogra.

- Vesti as mesmas. Ninguém dá por isso, não é?

- É verdade. Seria uma pena não as vestir porque elas são muito bonitas...

- Gosta?! Comprei-as a semana passada. E estavam em saldo. -- E, ao mesmo tempo que dizia estas palavras, olhava e ajeitava as cuecas, deixando ver alguns pêlos laterais.

Eu estava mesmo a rebentar, mas aguentei-me.

Ela foi para a cozinha fazer o jantar e eu acompanhei-a. Não despiu as cuecas e estava claramente a provocar-me. Decidi avançar. Encostei-me às suas costas com o caralho bem teso; fiz-lhe festas no cabelo e dei-lhe um beijo no pescoço, ao mesmo tempo que lhe comecei a mexer nas ancas. Ela aceitou e começou a gemer.

Virei-a, baixei-me e pus-me de frente para as cuecas. Baixei as cuecas da minha sogra suavemente até aos joelhos.

As bordas da cona estavam lindas, apesar da quantidade de pêlos que a envolviam. Os pequenos lábios que na idade destas mulheres costumam estar saídos, permaneciam entre os grandes lábios, quase imperceptíveis.

Abri os lábios vaginais da minha sogra e lambi o clitóris.

Depois arrisquei lamber-lhe o cu. Ela aceitou com agrado. Até que surpreendeu com uma frase:

- Quer ir-me ao cu querido genro?

- Quero. -- Respondi sofregamente.

Enfiei o caralho com facilidade, pois estava ultra molhado.

Após algumas estocadas do caralho no cu, eu estava quase a vir-me. Entretanto, ela murmura-me ao ouvido:

- Gostava tanto de o meter na boca...

Acabando de ouvir aquela frase, não a comentei. Tirei o caralho do olho do cu da minha sogra, levantei-me, apontei-o para a boca dela, ela pôs-se de joelhos e abriu a boca para receber o caralho que saíra diretamente do seu cu. Agora sim, a perversão era total: já com o caralho na boca, ela começou a fazer-me um broche com toda a perícia e sofreguidão, não se importando minimamente com o facto de que o caralho que estava a chupar, havia saído do seu cu. Na verdade, ela estava a provar o sabor do seu próprio cu!

Satisfiz-lhe o desejo: vim-me na sua boca. Esporrei-me de tal maneira, que ela até se engasgou. Depois limpou-me bem o caralho com a língua.

Pensei que já tinha conhecido grandes mulheres porcas, mas esta é a que eu considero até hoje, a grande porca!

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