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A Morena Do Comboio

byGongonhama©

Alice e eu adoramos viajar. Percorremos o país em vagabundagem de mochila às costas, mas nestas férias queríamos ir mais longe. Nem sei como, mas decidimos que Bélgica era um bonito nome, e o país tinha uma imagem simpática - o alvo de troça dos pretensiosos franceses só podia estar cheio de gente civilizada, simples e hospitaleira. E no verão não era dos locais mais procurados, podíamos evitar outros turistas e conhecer as gentes locais.

Mal chegámos, só pensámos em deixar Bruxelas para trás. Turismo de cidade não tem grande apelo.

- Deux, à Bruges.

Entrámos numa carruagem sossegada, a meio do comboio. Anoitecia rapidamente, os poucos passageiros eram os que saíam tardiamente dos empregos. Poucos, mas suficientes para encher a maioria dos lugares sentados. Licinha estava excitadíssima com a viagem, e como sempre, palrava animada, gesticulando com a alegria e veemência que nos conquistaram simpatias por onde passávamos.

Ao nosso lado viajava uma mulher no final dos trintas, rosto doce e simpático. As rugas não evitadas pelos óbvios cuidados prestados à pele suave moldavam-lhe uma expressão sorridente. Não parecia minimamente aborrecida com o esbracejar inconveniente de Licinha, mesmo quando quase lhe derrubou a pasta de trabalho do colo. Rindo, pedi-lhe desculpas enquanto segurava suavemente os braços da minha namorada.

A querida, com um encolher de ombros sorridente terá dito que não tinha importância, que sei eu de francês? Mas foi o suficiente para nos encorajar a meter conversa. Puxámos do mapa da região, e em inglês nos fomos entendendo.

Cristinne era uma guia turística nata, em meia hora já sabíamos como gastar uma semana de lazer muito interessante. E no fim da viagem tornada curta, só lamentámos separarmo-nos da nossa nova amiga. Em jeito de desculpas e agradecimento, foi convidada para jantar conosco num restaurante recomendado por ela. E daí para um recanto num barzinho sossegado foi um pulo. Ela não podia resistir, Licinha é adorável a amuar.

- Pronto, está decidido, vais - o inglês é óptimo para evitar o embaraço do tu ou você - ser a nossa guia no fim de semana.

- Uma mulher tão encantadora, conosco não fica trancada em casa a trabalhar - Licinha envolvia nas suas mãozinhas a dela, suave e manicurada, e Cristinne derretia, perdida nos grandes olhos castanhos da minha namoradinha.

- Muito bem, - empinou o nariz, coquette - onde é que vocês estão hospedados? Ou o número de telefone?

Olhei para Licinha, aparvalhado. Tínhamo-nos esquecido completamente. Não tínhamos onde ficar nem sequer esta noite.

- Já são... - Cristinne consultou o relógio.

- Duas da manhã!

- OK, temos dois problemas: amanhã é dia de trabalho para mim, e esta noite vocês arriscam-se a dormir debaixo das estrelas. Por isso... - levantou-se - vão dormir a minha casa. - O tom de voz não admitia recusas. E de resto, não havia nenhuma alternativa.

A nossa anfitriã era uma divorciada, mãe de um casal já vivendo com os seus respectivos. Assim, foi com toda a naturalidade que acabámos por ficar hospedados no antigo quarto da filha. Cristinne propôs-nos uma renda muito simpática, dizia que a nossa companhia era a paga, e nós esforçámo-nos para que ela não se arrependesse do negócio. Esforçámo-nos mesmo muito, e não só a cobri-la de flores e presentinhos...

Penso que tudo começou na segunda noite. A manhã foi movimentada: namorámos antes de sair de casa, namorámos no autocarro, quase perdemos o controlo numa linda esplanada depois de uma refeição tradicional belga, já tínhamos estado em risco de sermos presos junto ao rio onde fomos tomar banho...

Alice era uma visão em fato de banho, uma náiade sensual - lasciva, ao fim da manhã. Os cones dos seios esticavam o tecido aderente, os mamilos pontiagudos ameaçavam furá-lo, a curva das ancas traçava-lhe um contorno delicioso... e aquele corpo a esfregar-se no meu! Ela é que não podia elogiar a carne mais proeminente do meu corpo por muito tempo - a água estava gelada, o que querem?!

Pode dizer-se que estivemos num estado de espírito muito animado até chegarmos à casa de Cristinne. Fui tomar banho, dormir uma sesta, e deixei Licinha a fazer companhia à nossa anfitriã. Não se pode deixar duas mulheres juntas por cinco minutos sem elas falarem de sexo. Eu demorei uma tarde inteira! E não é uma conversa de trocadilhos e piadinhas - apesar da risota adolescente.

Mais tarde, no quarto, percebi por que Cristinne parecia olhar-nos com uma expressão um tanto... esfomeada, durante o jantar. Elas falaram de tudo. Mas tudo!

Discutiu-se o tamanho do ex-marido de Cristinne ( não estou a falar da altura...) e comparou-se com o meu. Ah!, e a forma; e se era circuncisado; e como a pele do prepúcio deslizava para descobrir a chapeleta rosada; o sabor do meu sexo, pelo amor de Deus!

Compararam técnicas de felação e o esperma ejaculado; as habilidades orais e digitais dos amantes - e das amantes!, Licinha havia tido umas furtivas experiências... E quando eu pensei que o meu queixo não caía mais, descobri um original presente de aniversário que Cristinne tinha oferecido ao ex-marido. Não, não foi falta de pontaria, o programa daquela noite incluía sexo anal - uma experiência não totalmente agradável, mas hilariante anos (desculpem o inadvertido trocadilho) depois.

A tudo isto ajudou o eu e Licinha não termos feito amor desde que saíramos de Portugal. Estávamos um pouco embaraçados na casa de Cristinne. Pois nessa noite Licinha era uma lapa colada a mim, ou um polvo, de braços e pernas irrequietos, e um corpo vibrante. Fizemos amor furioso ao chegar ao quarto, e doce, gasto o excesso de adrenalina. Dormi até depois do almoço. Licinha não, parecia tirar uma força revigorante do sexo, do meu corpo. Provocava Cristinne e espicaçava-lhe a curiosidade.

Só não sabia que a nossa anfitriã era uma voyeuse. Que ela nos tinha visto. Nus, suados, em plena paixão, os corpos a rebolar na cama, os músculos tensos, os suspiros, gemidos, guinchinhos. Que apertava as suas coxas com urgência durante tudo isto. E que na sua cama se masturbara ao ouvir-nos continuar...

Na noite seguinte o tempo tinha arrefecido. Estávamos num largo sofá, em frente à televisão. Licinha nos meus braços, Cristinne ao nosso lado na sala em penumbra, sentada como uma adolescente, com as pernas dobradas debaixo do traseiro maduro.

Por debaixo de uma manta, eu acariciava indolente a minha namoradinha. E aos poucos, o calor daquele corpo... comecei a ficar naturalmente excitado. Amassava aquelas coxas, as ancas redondinhas, moldava-lhe o seu seio empinadinho por debaixo da t-shirt. Ia traçando círculos deliberados, preguiçosos, à volta da pequenina auréola. Ameaçando, mas fugindo...

A outra mão descia da anca, terrivelmente lenta, acompanhando o início da coxa, pulsando apertões nas carnes firmes e tenras. Só o polegar fugia, apontado para o meio das suas pernas, roçando-lhe a virilha quase imperceptivelmente.

- Pára com isso... - sibilou baixinho, para Cristinne não ouvir.

- Estás-me a deixar louco... - sussurrei-lhe, debruçado sobre o seu ombro - Estou cheio de tesão!... - Investi com as ancas, fazendo-a sentir nas nádegas a minha irascível erecção.

- A Cristinne...

Não terminou. Mordia-lhe a cartilagem sensível da orelhinha e ela deixou fugir um suspiro. Era impossível Cristinne não ouvir, mesmo ao nosso lado. Eu nem quis saber. Continuei a devassar Licinha, que se esforçava para se manter impassível. Mas a ponta de um dedo já lhe aflorava os lábios quentes da vulva. Licinha tremia de expectativa.

Apertei-lhe o pequeno seio com força, da base que cabia na minha mão, lento e firme, até à pontinha. Licinha tinha seios de menina, do bordo das aureolazinhas ao mamilo não cabia mais que um dedo. Muito leve, quase fugindo, traçava-lhes a circunferência, evitando o mamilo, sem afrouxar o aperto mais abaixo. Era como se a mungisse, mas em vez de leite, forçava-lhe o afluxo do sangue, entumecendo-lhe as já naturalmente empinadas mamocas.

Licinha estremecia, concentrada no esforço de conter as sensações do seio excitado. Mas não teve a mais pequena hipótese. Outros dedos pressionavam-lhe a vulva, empurrando a carne inchada para dentro. Fugia deliberadamente do clítoris, mas caminhava cada vez mais para a fenda entre o dois lábios.

Assim que aflorei a abertura do seu corpo, Licinha susteve a respiração. Todo o seu corpo tenso tremia, tão perto do descontrolo... e de repente os meus dedos já não estavam lá. A torturada rapariga não sabia se havia de se sentir aliviada ou decepcionada.

Mas eu não lhe queria permitir um pensamento. Logo, logo, uma língua quente na sua orelhinha, eu mordia e chuchava a minha própria saliva do lóbulo avermelhadinho. E aquela mama suave e rija na minha mão...

Por um instante pensei em Cristinne. Através da penumbra ela olhava para nós. Sorriso atravessado no rosto, mas obviamente excitada. Embaraçada. Desejosa. Perfurava a manta com um olhar nublado, adivinhando por baixo os corpos perdidos de desejo.

- Não aguento mais!... Licinha, querida... Amor, puxa-me os calções para baixo. Preciso de ti... quero, vou-te foder à bruta!... - segredava-lhe ao ouvido, mas Cristinne também ouvia.

- Não!... Aqui não... - mas já se esfregava imperceptivelmente na minha rigidez - A Cristinne...

O bafo da minha respiração pesada na cartilagem excitada da orelhinha não a deixou acabar.

- Vou-te abrir a rachinha assim... - suspiro - molhar os dedos aquiiiiiiiiiii... - gemidinho - esfregar aqui...

Licinha guinchou. Os meus dedos vibravam-lhe o clítoris e ela já perdia a lucidez. Parei a um pequenino passo do orgasmo. Até eu já quase ejaculava, alojado na racha das nádegas vibrantes.

- Agora querida! Baixa-me os calções... Estou tão duro... Vou enterrar até ao fundo... Foder-te tão fundo!...

Pressionei dois dedos nos lábios da vulva e abri-os. Molhei-me na sua humidade. Massajava a carninha tenra. Licinha gemia. A sua vulva de fêmea no cio, aberta, pulsando...

- Estás tão molhadinha... - já na mucosa dos lábios pequenos, líquidos de desejo...

A palma da minha mão pairava, milímetros acima do botãozinho inchado do seu clítoris. Não lhe tocava, não enquanto ela não me permitisse deslizar o pénis espectante bem para dentro do seu corpo, mas fazia-lhe sentir que o alívio estava tão, tão perto...

- Malandro atesoado! Estás tão rrrrijo...

De repente tornei-me muito consciente da presença de Cristinne. Toda a nossa troca de palavras tinha sido murmurada, só entre nós. Agora Licinha tinha subido o tom da voz. Por muito que quisesse, Cristinne não podia fingir não ouvir. Nem quis. E perdeu a compostura. Há quanto tempo já tinha aquela mão entre as coxas, esfregando-se por cima da cuequinha!?

A minha doce namoradinha levantava o traseiro do meu colo, os seus dedos já por debaixo do elástico dos meus calções, puxando-os para baixo. Fixando o olhar no de Cristinne, falei no mesmo tom de Licinha, sem qualquer pretensa de não ser ouvido pela nossa voyeuse:

- Amor... olha a Cristinne... - ela fixou-a de olhos nublados. Foi correspondida por um olhar tórrido, "Fode-me!" escrito no rosto maduro. Aquela mão fez mais força e pudemos ver a cuequinha penetrar a vulva, imediatamente ensopada nos seus sumos...

Num gemido dengoso em jeito de grito de guerra - Cristinne parecia precisar de se forçar, de reunir todas as forças para obrigar o corpo a se mexer - debruçou-se e afastou a manta que nos cobria. Suspirou o seu desejo, deleitada com a visão dos nossos corpos quentes e húmidos, excitados, prontos...

A língua entaramelada de Cristinne apareceu por entre os lábios rosados. Toda ela parecia atabafada perante o espectáculo sensual à sua frente. Corada desde a raiz dos cabelos, respiração pesada, cravou os olhos na abertura líquida da vagina de Licinha, de onde escorria um fio de creme límpido, fluindo em direcção à pequena entrada do ânus apertadinho, contraído de cada vez que uma gota mais larga preguiçosamente atingia o anelzinho escuro.

Um segundo depois os meus dedos entraram. Fornicava-a com facilidade. Tão aberta e molhada, não precisava de qualquer delicadeza. Esfreguei os dedos com força, para dentro e para fora, fazendo-nos ouvir o "slosh, slosh" dos líquidos abundantes a lubrificar a masturbação intensa.

- Por favor!... - implorei, para Licinha se apressar a se empalar na minha carne prestes a explodir.

- Por favor!... - implorou Licinha, sem saber o quê.

Cristinne fez-nos o favor. Uma mão puxou-me o calção para baixo, a outra segurou-me na base do sexo, dirigindo a penetração. De mãos trémulas, errou o alvo. E quando investi as ancas para cima, a glande forçava a carninha tenra entre o ânus e a vulva de Licinha. Comecei a perder o pouco controlo que me restava. Já sentia o esperma a galgar por ali acima...

A mão firmou-se de novo, decidida a enterrar-me na rapariguinha pré-orgástica, já frustrada com a demora. Num movimento fluido acamou a minha rigidez palpitante por entre os pequenos lábios daquela vagina esfomeada. Com a mesma fluidez percorreu toda a sua abertura, da raiz das pregazinhas avermelhadas da mucosa à parte de baixo do clítoris vibrante de desejo.

Senti uma contracção da sua vulva, tentando me abraçar, me engolir todo. Sem resultado. Um segundo depois a glande inchada esfregava-se pela extensão do clítoris de Licinha e começava já a pulsar frustrantemente esperma nos pelinhos do monte de vénus. Ainda tentei evitar a erupção, enrijecendo todos os músculos, mas só consegui aumentar a intensidade da minha perdição.

Desvairada com a minha urgência, Cristinne agarrou-me a glande ejaculante. O apertão foi brusco, e com força manteve a mão quase dolorosamente apertada. Masturbava-me firme e freneticamente, forçando-me o esperma, lavando-lhe o punho e a penugem empapada do montinho da minha namorada. Licinha grunhiu de frustração por um segundo, até que Cristinne, nos seus movimentos bruscos de masturbação, esfregou os nós dos dedos, viscosos do meu esperma, no clítoris palpitante.

Licinha agarrou-lhe a mão, desesperada. Forçou a rigidez daqueles ossos enterrar-se no seu botãozinho palpitante, grunhindo uma necessidade primária. No mesmo instante todo o seu corpo enrijeceu. Susteve a respiração e sentiu o prazer espalhar-se, os dedinhos dos pés encaracolarem-se, aquele relâmpago fulminante percorrer-lhe todos os nervos e concentrar-se no interior do sexo, de onde pulsava, pulsava...

- Uh... uh!... Unnnghhh!... Aaãnnnghhhhh! - Licinha gritava, completamente abandonada ao prazer, o corpo estremecendo fora de controlo.

Nem teve tempo de recuperar. Assim que os intensos espasmos enlouquecedores se tornaram mais espaçados, foi Cristinne que perdeu o controlo. Vi um rosto redondo, emoldurado pelo curto cabelo negro, afundar-se entre as coxas de Licinha, um segundo antes de perder a faculdade da visão. Uma boca quente e húmida envolveu-me a glande inchada, ainda a recuperar do intenso orgasmo, ao mesmo tempo que dois dedos me roçavam a virilidade, indo afundar-se bem dentro do ventre viscoso da minha namorada.

Num segundo já me sentia novamente prestes a explodir, e aquela boca carnuda continuava a felar-me. Curtas ondas de prazer pulsavam das minhas entranhas e a carne recuperava uma rigidez granítica.

- Por favor... - Licinha implorava em português - preciso dele agora... dentro de mim...

Cristinne não podia ter percebido, mas adivinhou no tom da voz. Sussurrava ternuras em francês. Senti a labia da vulva abundantemente molhada apartar-se para a minha entrada, firme e funda. Até aos testículos. E eu fazia tanta força que até estes pareciam prestes a entrar.

Empalada no meu pénis, Licinha tornou-se ainda mais esfomeada. Puxou a boca entreaberta de Cristinne para cima, para a sua. Chupou com urgência a linguinha que espreitava, tímida, entre os grossos lábios, e logo depois invadia-lhe a boca. Penetrava-a, esfregava-se em todos os recantos, amassava-lhe a língua, misturava salivas e sabores...

E rolava as ancas num ritmo enlouquecedor, subia, descia violentamente... eu sentia-me prestes a perder os sentidos quando ela se abandonava tão intensamente à fornicação. E em pouco tempo algo mais...

A rigidez de dois dedos finos passava ao longo dos meus testículos retesados, acompanhava-me a base do sexo, e com ela insinuava-se deliberadamente na vulva aberta que me envolvia. Aos poucos os dedos iam subindo, em penetrações insistentes subindo cada vez mais um pouco, alargando o canal viscoso que me enlouquecia. Olhei para baixo e vi Licinha segurando firme o punho de Cristinne, os dedos desta já enterrados até ao primeiro nó. Toda a labia retesada ao limite para permitir a entrada de tão grosso calibre. Senti Cristinne fazer mais um pouco de força e Licinha teve de soltar um grunhido de desespero. Toda ela se tornou rígida, tremia como uma pardalinha, com medo de se mover.

Enchi as mãos nas suas nádegas, sentindo a carne fofa afundar-se sob os meus dedos. E fiz força para baixo. Era demais para Licinha. Baixou as coxas até então bem coladas ao tronco, escarchada ao máximo para mim e Cristinne. Os dedinhos dos pés fincaram no chão, procurando apoio para fugir à bruta invasão. Não teve hipóteses.

Puxei-a para baixo e investi para cima. Entrei até ao fundo, levando comigo os dedos de Cristinne. Licinha protestou, mas em pouco tempo já saltava, endiabrada, no punho da mulher mais velha, louca de se sentir tão preenchida. De cada vez que se afundava fazia Cristinne engolir um pouco da sua língua, e estremecia ao sentir o clítoris esfregar-se na rigidez daqueles nós ossudos.

De repente a sua carne começou a pulsar freneticamente. Firmou todo o seu peso nas pontas dos dedos dos pézinhos. Já perdido no meu orgasmo investi para cima, com vontade de a penetrar até ao útero. Licinha perdeu o equilíbrio e o controlo do próprio corpo. Caiu pesadamente no punho de Cristinne, os dedos desta esfregando-me o sexo e todos os recantos da vagina absurdamente preenchida.

Uma onda de fluidos lavou-me nas suas entranhas e escorreu pelo meu membro abaixo. Licinha gemeu em protesto contra o próprio corpo, tentando evitar o fluxo. Mas só conseguiu um espasmo ainda mais forte antes de cair, derreada, no meu corpo, tentando forçar o ar de volta aos pulmões.

- Oh! Desculpa, - não sabia se falava para mim ou para Cristinne - não consegui evitar... - envergonhada por se ter urinado.

Cristinne retirou cuidadosamente os dedos de dentro da rapariga semi-desfalecida e levou-os à boca. Nem queria acreditar! Voltou a levá-los abaixo, molhou-os novamente com facilidade e estendeu-os para Licinha. Em reflexo, Licinha recuou, enojada, um segundo antes de sentir o cheiro da viscosidade que lhe cobria os dedos.

- Chérie, c'est... cum - um orgasmo verdadeiramente multilíngue.

Cristinne esfregou os dedos nos lábios de Licinha, que hesitante estendeu a língua. No mesmo instante pressionei a minha boca na sua e provei o almiscarado ejaculado de mulher. Ríamos enquanto lambíamos o delicioso néctar dos dedos de Cristinne.

- Não sabia!... nunca me tinha acontecido!

- Querida, é tão sexy! - sussurrava a nossa amante. A sua voz era tensa, transpirava ansiedade. A ansiedade de um corpo desesperado por alívio.

Timidamente, Cristinne sentou-se nas coxas de Licinha. Parecia pedir autorização. Eu agarrei-lhe as nádegas. Licinha deixou-me deslizar do seu corpo para trabalhar a minha flacidez, esfregando-a entre os dedos e contra a penugem empapada do seu monte. A outra mão aflorava, doce e hesitante, a vulva que tremia de desejo. A nossa anfitriã sustinha a respiração. O sorriso lascivo da minha namorada beijou-lhe a boca aberta de paixão.

Só Cristinne se admirou ao sentir-me rijo, uma erecção em plena glória. Era perfeitamente natural que a juventude dos meus 19 aninhos recuperasse com facilidade às mãos de duas fêmeas ardentes. Cristinne interrogou-nos novamente e Licinha respondeu:

- Sim.

- Por favor... - gemi.

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