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Cunhada e Cadela

bybrghostwriter©

*** Este é um conto ficcional. Contém cenas descritivas de sexo entre dois adultos. Se isso o ofende, não leia! ***

Cunhadas... Sempre leio histórias de pessoas que tem sonhos eróticos com as cunhadas, outras que dizem já ter realizado estes sonhos, outras tantas que dariam tudo para fazê-lo. Pois eu me encontro em uma situação muito diferente: Nunca quis nada com minha cunhada, mas acabei fazendo dela meu brinquedo sexual.

Nara (seu nome) é um ano mais velha que minha esposa. Desde o primeiro dia de meu namoro, Nara sempre se colocou contra mim. Muito ambiciosa e sempre olhando o lado material das coisas, Nara não via em mim o "homem rico" que sua irmã deveria (segundo ela) procurar. Eu, claro, ficava irritadíssimo com isso, mas como ela nunca me dizia nada frente à frente, era obrigado a conviver com a situação.

Abraçando uma profissão na qual conseguiu progredir rapidamente junto com o marido (com o qual se casou um ano antes que eu e minha esposa nos casássemos), ela logo conseguiu uma certa estabilidade financeira. Eu, que sempre trabalhei duro mas que nunca ganhei o mesmo que ela, passei a ser ainda mais alvo de seus comentários e picuinhas. Sempre que podia, Nara dava um jeito de mostrar à irmã um amigo mais rico, da roda que ela frequentava. Minha esposa sempre rechaçou as investidas da irmã, mas isso não diminuía minha irritação, principalmente por ser obrigado a conviver com ela como se nada houvesse.

Por causa disso, não é preciso dizer que nunca tive atração por Nara. Não que ela seja feia. Apesar de não ser linda, ela tem um rosto bonito e um corpo de médio para bom. Seus seios são fartíssimos e relativamente firmes (mesmo após um filho), sua bunda e coxas são carnudas e seu jeito não engana quanto a sua personalidade na cama. Porém, não conseguia me sentir atraído por alguém que vivia tentando me prejudicar. Ela, por sua vez, nunca demonstrou qualquer interesse sexual por mim. Sabia que ela e o marido não eram exatamente ortodoxos na cama, pois quando ainda namoravam descobri alguns apetrechos que eles usavam. Por outro lado, nada tinha que me levasse a crer que ela tivesse outros casos.

Um belo dia, porém, estava com minha esposa no prédio onde Nara mora com o marido. Haveria uma festa no playground, de forma que estávamos todos lá embaixo. Num dado momento, Nara subiu para buscar algo, e ficamos eu, minha esposa e o marido de Nara no play com as outras pessoas. O tempo passou, e Nara não voltava. Eu precisava ir ao banheiro, e por causa da tal festa o do play estava sendo lavado. Assim, apesar de muito a contragosto, disse a minha esposa que subiria até o apartamento da irmã para ir ao banheiro, aproveitando que ela estava lá para abrir a porta.

Peguei o elevador e subi, já antecipando o mal estar de ficar no mesmo recinto com Nara a sós. Mas, o que eu poderia fazer? Xixi nas calças é que não... Cheguei à porta e toquei a campainha. Nara abriu, com o sorriso falso de sempre. Disse a ela que precisava ir ao banheiro, e ela me deixou entrar.

Logo que entrei, e antes mesmo que entrasse no banheiro, Nara me disse que precisava de minha opinião sobre um assunto. Achei aquilo estranho, mas perguntei o que era. Ela, na cara mais lavada do mundo, me disse que conhecia dois pretendentes para minha esposa, e que queria que eu dissese qual deles eu achava melhor.

Sim, sei que ela fez isso somente para me irritar. Mas o fato é que eu ME IRRITEI! O sangue subiu à cabeça, e eu comecei a xingá-la de todos os nomes que me vinham à mente. Puta, vagabunda, escrota, fdp, enfim, tudo o que me passava na mente de mais sórdido. Ela me olhava com um sorriso cínico, como se nada que eu dissesse pudesse atingi-la. Quando finalmente me calei, ela respondeu: "Posso ser isso tudo, mas mesmo assim tenho certeza de que ainda tiro minha irmã de você!". Foi a gota d'água! Num ímpeto, dei-lhe um tapa em cheio no rosto, com toda a força, fazendo-a girar sobre suas próprias pernas e cair sobre o sofá.

Os segundos que se passaram foram quase uma eternidade! De um lado, Nara caída no sofá. De outro, eu com o braço novamente levantado, como a esperar para desferir outro tapa. Com a fúria do momento, não pensava mais em nada, só em dar a ela uma lição. Finalmente, Nara se levantou e olhou para mim com um olhar desafiador. Não pensei duas vezes, e dei-lhe outro tapa no mesmo lugar. Desta vez ela não caiu, pois estava preparada, mas seu rosto virou para o lado. Já era possível ver a marca de minha mão em sua bochecha.

Nara continuou a me olhar com cara de desdém, e começou a me atacar de novo. Disse que eu era um covarde, que eu não era homem suficiente para a irmã dela, que meu pau devia ser pequeno e que eu devia ser brocha. Meu sangue fervia! Porém, uma outra reação me surpreendia: Meu pênis começou a endurecer! Eu fiquei confuso, sem entender o quê poderia estar me excitando. Nara, indiferente, continuava a destilar seu veneno. Segurei-a então pelo braço e a encostei na parede, de costas para mim, torcebdo seu braço:

- Retire o que disse, sua puta! - Não retiro não! Brocha! Pau pequeno! - Sua vagabunda! Vou te mostrar quem é brocha!

Já totalmente fora de controle, tirei meu pau para fora. A essa altura, ele estava enorme, em todo seu esplendor. Virei Nara de frente para mim novamente, e a forcei a ajoelhar. Dei-lhe outro tapa no rosto e coloquei meu membro bem próximo a ela, perguntando:

- Quem é o brocha agora, sua puta? Quem é o pau pequeno? - Me solta! Me larga! - gritava ela, assustada - Diga, anda, sua vagabunda, sua vaca! - repetia eu, apertando seu braço - Me soltaaaa!!!

Assustado com seu grito, soltei-a. Ela levantou-se, encostando-se na parede acuada. Eu, como que acordando de um pesadelo, fiquei desnorteado, pensando no que havia feito. Mas não iria dar a ela o gosto de pedir desculpas, de forma alguma! Fiquei ali, com meu membro duro para fora, olhando-a nos olhos. Foi então que a loucura aconteceu...

Sem aviso, de repente, Nara veio até mim. Me olhou nos olhos e, como que louca, começou a me beijar na boca. A princípio eu mal me mexi, assustado e confuso. Os instintos, porém, falaram mais alto quando senti sua mão em meu pênis, apertando e mexendo enquanto seus lábios e lingua me invadiam. Como um louco, comecei a apertar seu corpo, primeiro suas nádegas carnudas, depois suas coxas. Em transe, empurrei-a no sofá e comecei a tirar minha roupa.

O olhar de Nara era algo próximo da loucura. Ela me olhava com a boca entreaberta, a respiração ofegante. De repente, arrancou sua própria camisa e bermuda, ficando só de calcinha e com os seios enormes e suculentos à mostra. Terminei de me despir o mais rápido que pude, e como um animal a levantei pelos cabelos. Ela gritou de dor, mas não protestou. Arrastei-a até a mesa da sala, e a empurrei de uma só vez com o rosto para a mesa, deixando-a de bruços sobre a mesa mas em pé. Sem pestanejar, afastei sua calcinha para o lado e meti meu membro de uma só vez em sua vagina.

Nara soltou um grito de dor, pois apesar de estar lubrificada a penetração foi brusca demais. Ignorando seu grito, comecei um vai-e-vem vigoroso, enquanto segurava em seus cabelos como se a estivesse cavalgando. Durante todo o tempo, a xingava de puta, cadela, vagabunda, prostituta, e todos os nomes que podia imaginar. Isso parecia excitá-la, e logo os gritos de dor se transformaram em gemidos altos e fortes de prazer. Em menos de dois minutos, ela começou a se contorcer e disse:

- Ai! Aaai! Aaaaaai!!! Vou... Vou gozar, seu puto! Seu cavalo! Me arromba, mete tudo, me faz gozaaaaaaaaaaaaarrrr!!!!

Uma sequência de espasmos percorreu seu corpo, me fazendo estremecer também. Antes que ela terminasse de tremer, eu também chegava ao clímax, soltando rios de esperma na buceta de Nara.

Caí extenuado no chão, enquanto ela continuou deitada sobre a mesa, meu esperma escorrendo de sua vagina. Num segundo, toda aquela loucura passava pela minha cabeça. Há alguns minutos, eu sequer poderia imaginar que algum dia teria qualquer relação mais íntima com aquela mulher. E, no entanto, lá estava ela saciada e melada com meu gozo.

Debati comigo mesmo, e cheguei à conclusão de que já que havíamos ido até aquele ponto, eu queria aproveitar. Levantei-me e fui até a cozinha. Logo, voltei com um pote de margarina. Enquanto isso, Nara estava na mesma posição, respirando rapidamente, como que sem fôlego de levantar. Sem que ela percebesse, besuntei meu pênis com muita margarina. Encostei-me então atrás dela e, sem qualquer aviso, apontei meu membro em seu cuzinho e meti com força. Nara chegou a pular, enquanto soltou um grito lancinante. Metade de minha ferramenta tinha entrado, mas eu queria mais e comecei a forçar. Nara gritava:

- Aaai! Paara! Para com isso!!! Ta me machucandoo! Eu nunca fiz isso! Para! - Não paro, sua cadela! Agora você vai me pagar tudo o que j;a me fez passar! Cadela! - Aii! Para com isso! Para, por favor!

Mas eu continuava, metendo cada vez mais forte.Aos poucos, mais uma vez, os protestos de Nara foram ficando menos intensos, e logo ela estava gemendo baixinho enquanto eu a comia. Comecei então a manipular seu clítoris com uma das mãos, enquanto massageava seu seio com a outra, apertando com força seus mamilos de vez em quando. Nara foi ficando louca com isso, e começou a rebolar em meu pau, como que pedindo mais. Ela pedia, e eu dava, metendo cada vez mais rápido e forte. Em poucos minutos, Nara novamente começou a estremecer e gritou como uma loba, dizendo que estava gozando. Eu mantive meus movimentos, e seu gozo se extendeu por quase trinta segundos, durante os quais pude sentir claramente seu ânus se comprimindo em volta de minha ferramenta. Finalmente, Nara relaxou. Mas eu ainda não havia me saciado...

Puxando-a pelos cabelos, a fiz deitar de costas no chão. Sentei-me sobre seu rosto e meti minha pica em sua boca. Ela rapidamente entendeu e fez um "O" com seus lábios, como que a oferecer-me uma vagina de mentira. Comecei a fuder sua boca com vigor, enquanto Nara se masturbava furiosamente. Em minutos, senti meu esperma se preparando para sair, e enfiei tudo, inundando a garganta de Nara com meu gozo. Ela gozou quase que ao mesmo tempo, enquanto engolia meu suco como uma profissional.

Finalmente caí esgotado para o lado. Ficamos ali por alguns minutos, nos recuperando. Lembrei-me, então, de que até aquele momento não havia ido ao banheiro. Minha bexiga doía de vontade de urinar. Tive, então, a idéia mais maligna de todas. Levantei-me e arrastei-a sob seus protestos até o banheiro, puxando-a pelo braço. A levantei e fiz sentar no chão, na frente do vaso. Ela me olhou confusa, sem entender nada, e sem aviso apontei meu pênis semi-flácido para seu rosto e comecei a urinar. Ela levou um susto, arregalou os olhos e soltou um grito, o que foi um grave erro, fazendo-a receber o primeiro jato de urina bem em sua boca. Ela engasgou-se, e enquanto tossia urinei por todo seu corpo: Sua cabeça, cabelos, seios, bunda...

Quando terminei, me vesti e sem nada dizer desci. Por alguns minutos, fiquei inquieto no playground, sem saber o que aconteceria quando ela voltasse. Finalmente, ela chegou. Pude notar que ela havia tomado banho, pois seus cabelos estavam molhados. Ela passou pelas pessoas, veio até mim e disse baixinho: "Meu cuzinho está piscando. Mais tarde quero mais". Ouvindo isso, entendi que o que ela gostava era de ser tratada como uma cadela. E também que daquele dia em diante teria à minha disposição um novo brinquedo...

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