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Júlia: 2ª parte

byGongonhama©

Raquel estava em fogo. Toda aquela tesão da rapariga deu-lhe vontade. Muita. Molhada, o clitoris rijo e pulsando, foi atrás da filha. Encontrou-a na cama, a olhar para o longo espelho que revestia uma porta do roupeiro. Fitava o próprio rosto, como que não acreditando que aquilo era ela, a louca que se masturbara no corpo do pai e tinha ânsias de... a própria mãe!

De repente viu pelo reflexo do espelho a voluptuosa mulher na porta entreaberta. Assustou-se. Puxou o edredon para cima, junto ao pescoço, com uma modéstia pouco natural.

Raquel não queria o receio que via na filha. Entrou, silenciosa, e fechou a porta do quarto.

Júlia estremeceu com o discreto click do trinco a quebrar o silêncio. Com o coração aos pulos, admirou o charme natural daquele corpo maduro e carnudo. Movia-se com uma graça que fascinava a adolescente ainda não habituada às suas novas formas. Fôra uma menina baixinha e rechonchuda, ninguém lhe dava a idade que realmente já tinha. Depois o seu corpo alongou a um ritmo demasiado rápido para ela se habituar. E sempre que observava a mãe, admirava-lhe o lindo bailado dos movimentos em contraste com o seu próprio jeito desengonçado.

Raquel sentou-se na cama. O edredon esticou e soltou-se das mãos de Júlia, com um gemido de surpresa. Estava nua da cintura para baixo. E cheirava... A mãe fingiu não notar.

- Vi-te lá em baixo.

Júlia tremeu, também porque a mulher insinuante pousara uma mão no seu joelho, agora desnudado.

- Mamã, tenho tanta vergonha! - em contraste com as palavras, a sua voz era um sussurro rouco de desejo. "voz de cama", pensou a mãe.

- Filha... oh, querida! - Raquel abriu um sorriso lindo, maternal e não só. - Eu sei. Tu és uma mulher.

Júlia sentia-se a derreter. Fisicamente. Era capaz de sentir os fluidos a brotar dentro de si. Aquele calor... a humidade, a vontade... O toque leve da mão da mãe ao longo das suas pernas estava a deixá-la louca.

- Sabes que as mulheres precisam de carinhos... - a doce carícia dirigia-se para baixo - têm desejos... - Júlia sentia os lábios do seu sexo, entumecidos, sobressaírem do aperto das coxas, como que esperando pelo toque que se seguiu. Era benvindo. Ansiado.

Raquel deliciava-se com a suavidade das pernas da filha, e a maneira como a pele dela se arrepiava sob o seu toque. Provocava a filha para ter a certeza, ainda com medo de a assustar. Mas as reacções daquele corpo tiraram-lhe os receios. Aflorou a labia desnudada e penugenta. Tão doce...

Invadiu-lhe a abertura com a cabeça de um dedo e mergulhou na humidade. Beijou o querido rosto com uma paixão louca de desejo, só refreada por estar com a filha.

- Todas nós gostamos disto... - a voz rouca e o hálito quente eram ainda mais perturbadores que as mordiscadelas no lóbulo da orelha da rapariga. - precisamos de prazer... Eu quero te mostrar como pode ser.

Percorreu-lhe o rosto com beijos molhados até a encarar, olhos nos olhos. Os seus lábios esfregavam-se docemente, procuravam uma abertura por entre os de Júlia. E aquele dedo louco sabia tão bem, explorando a carne deliciada...

Júlia queria sentir a língua dura da mãe penetrar-lhe os lábios, procurar-lhe a saliva... mas aquela boca não se abria. Um beijo longo que a deixava a desejar mais, interminável... Estendeu a língua, mas mal aflorara os lábios da mãe, esta fugia para a sua orelha, segredando:

- Sabe bem, não é... Eu também gosto. Suave, tão doce... - num suspiro - Querida, estás tão molhadinha!

Aquele dedo saiu de dentro do seu corpo - "Oh meu Deus, estava dentro de mim!" - e espalhou a sua humidade na penugem da labia inchada de paixão. Escorregadio, brincou com a pelinha suave por baixo da cabecinha rosada, saída, do seu clitoris. O toque era mais provocante que aliviante. Mesmo sem se dar conta, Júlia levantou as ancas da cama, procurando mais contacto. Gemeu em protesto:

- Mamã, por favor!...

Raquel ignorou a súplica e empurrou a filha de volta à cama.

- Queridinha, a tua gatinha é tão linda! E tens o mesmo clitinho saído da tua mãe. - gemia em voz húmida ao ouvido da filha.

Mergulhava o dedo mais uma vez na carne escorregadia. Remexeu-o bem lá dentro, enlouquecendo a filha - e também ela já se sentia a perder o controlo - até dar com uma barreira. Surpresa, encarou a filha nos olhos, e entre chouchinhos molhados nos lábios e pelo rosto:

- Querida, és virgem!...

Foi então que tomou posse da boca da filha. Com o dedo fornicou a vagininha até à virgindade enquanto mergulhava a língua quente na boca fresca.

Júlia já estava perdida. Com falta de ar, todo o seu corpo vibrando, sabia que não podia aguentar muito mais. Os dedos da mãe esfregavam-lhe o interior viscoso do corpo com uma fremência que ela, nem nos momentos que sentia maior urgência no orgasmo, alguma vez se masturbara. Mas aquela mão, mesmo frenética, tinha uma suavidade que só sabia dar prazer. Um prazer enlouquecedor. Galopante...

Raquel via a rapariga arquear as costas, os calcanhares fincados no macio da cama. Nem dava pelo seu rabinho delicioso a saltar de encontro aos dedos furiosos da mãe. Todos os seus músculos retesaram com uma intensidade entre a caibra e o orgasmo. A rápida sucessão de gritinhos roucos e estrangulados denunciou o prazer:

- Unghh!... Ahaaangh... mã... mã... mamãããããããã!

- Vem-te querida! Deixa-te ir... para a mamã... És tão linda... - Raquel ronronava, envolvendo a filha num abraço apertado, estremecendo de luxúria com o último grunhido rouco do prazer da rapariguinha.

Mesmo sem a filha lhe tocar, sentia que o seu corpo ia explodir deliciosamente. Aprisionou-lhe uma bem torneada coxa entre as suas e esfregou a labia inflamada na carne suave. Retirou os dedos de dentro daquela rachinha deliciosa e esfregou-os vigorosamente sobre a também inchada vulva da filha. Dos lábios carnudinhos ao clitoris rijo e macio. Tão saído!...

Júlia tinha a distante sensação de molhado na sua coxa. Mas perdida no quase insuportável prazer que lhe pulsava nas entranhas e na paixão que sentia pela mãe, mal tinha consciência de qualquer outra coisa. Teve a lembrança fugaz de um dia em que na igreja inspirara o fumo do incenso que queimava à sua frente. Nessa altura, como agora, sentia que não era capaz de levar ar aos pulmões. Sabia que ia desmaiar.

Mesmo antes de perder os sentidos aquela mão frenética deu lugar ao sexo encharcado da mãe, imóvel, pressionado com força na sua "gatinha", como dizia a mãe - ela adorava a palavra. Sentiu a boca da mãe procurar a sua e lambuzar tudo à volta, o calor do hálito e o fresco da saliva em delicioso contraste dos sentidos. Mas foi com a surpresa da dor que se manteve na consciência: num grunhido louco de prazer, a mãe mordia-lhe o carnudinho do lábio, também ele inflamado e sensível.

O seu corpo libertava uma última longa onda de gozo. Abraçou o corpo ainda rígido da mãe, e com a pouca força que lhe restava fincou os dedos na carne fofa. A um gemido de protesto de Raquel, abriu os olhos para encontrar o esgar de dor no rosto querido. Aliviou logo a pressão e, puxando a boca agora mole para a sua, gemeu entre beijos apaixonados:

- Mamã, desculpa! Magoei-te? Desculpa, mãezinha... - e com um sorrisinho deliciosamente malicioso - mas a culpa é tua, de me deixares tão louquinha...

Raquel ria e chupava beijos da boca da filha.

- És tão querida, filhinha! Tens tanto que aprender sobre o teu corpo. Tantas coisas novas para sentir! Eu quero mostrar-te tudo isso, amor... - prometia, entre beijos húmidos.

Com alguma relutância libertou a boca da filha e fitou-a tão intensamente que Júlia se sentiu deliciosamente presa.

- Julinha, - A rapariga ronronou de prazer. Adorava quando ouvia "querida", com voz de cama. Mas "Julinha" tinha o carinho de mãe e amante. - eu amo-te mais do que tudo no mundo. O que nós fizemos foi...

- Lindo, mamã querida...

- Sim - Raquel sabia que o seu desejo estava longe de ser saciado. Cada palavra, cada inspiração tornava-a muito consciente dos jovens seios nos seus. - mas sabes que isto não é normal... - Foi interrompida por um beijo da rapariga. Aos 36 anos de idade recebia o beijo mais apaixonado da sua vida. Da filha. Tremeu da cabeça aos pés.

- Mamã, eu amo-te muito...

- Eu sei querida. Eu também.

Cedeu a um beijo languido. A língua mole enrolava-se na sua, e aquela boca louca chupava-lhe a saliva. O ar! Onde é que esta rapariguinha tímida tinha aprendido a beijar assim? Tinha de parar com isto, senão nunca conseguiria continuar o que tinha para dizer. Acariciou o rosto da filha, também para lhe manter a boca afastada, e viu-a transformar-se num sorriso doce e provocador.

- ... mas eu preciso saber se tu queres mesmo isto, amor... - Na verdade não se sentia tão preocupada. Não queria, de maneira nenhuma, magoar a rapariga. Mas já não tinha tanta certeza de ter seduzido a filha. A rapariguinha tímida ainda agora a seduzia, a enlouquecia de desejo.

E percebeu no olhar apaixonado, no bater do coração de pombinha assustada: ela não seria como outras amantes, era a Julinha, a sua filhinha querida. Raquel já se tinha envolvido em outra relação incestuosa, mas isto era diferente. A filha dependia de si, de muitas maneiras. Beijou-a com todo o amor, apertou-lhe o corpo no seu. A rapariga suspirou.

- Mamã, eu quero fazer amor contigo para sempre. Não quero parar nunca!

Uma mão irrequieta descia, provocante, pelo corpo da mulher madura. Deteve-se para lhe apertar uma nádega, deslizou pelo vale entre as bochechas carnudas, e dois dedos encontraram os lábios grossos do seu sexo, por baixo do tecido fino das cuequinhas. Raquel percebeu que a rapariga estava preparada para o que tinha para partilhar. Cedeu à doçura da sua filha.

As duas bocas encontraram-se num beijo terno, que foi evoluindo para esfomeado. Raquel deslizou as palmas das mãos pelo flanco daquele corpo esguio, prendendo-se nos suaves montinhos dos seios, por baixo do fino algodão do pijaminha.

Começou por acariciar as formas redondinhas, só aflorando a pele. Sentiu a necessidade de lhe apertar a carne, e quando deu por si tinha ajudado a filha - tão impaciente! - a despir a camisola, e estava a massajar apaixonadamente aqueles seios cada vez mais duros, das base do cone às auréolas rosadinhas.

Júlia sentia o sangue quente afluir vigorosamente ao topo dos seios, a pulsar nos mamilos. Já estava em fogo! A boca da mãe descera por cada milímetro do seu rosto, pescoço palpitante, até encontrar os seios, tão sensíveis! Raquel fechou os lábios no mamilo, chupou, e Júlia quase se desfazia num novo orgasmo.

Depois aquela língua brincava com o seu mamilo e a sensação era quase dolorosa. Já se torcia toda, demasiado impaciente, quando a mãe, com um sorriso, desceu a boca húmida através das suas costelas.

- Querida, sabes tão bem! - num sussurro rouco.

Misturava a fina película de suor salgado na sua saliva quente e sugava, lasciva. Encontrou o umbiguinho que sabia sensível - o marido, quando ainda namoravam, chegou a ejacular enquanto ela dardejava a língua no seu umbigo. Mas isso talvez tivesse tido alguma coisa a ver com, apenas momentos antes, ela ter tirado a boca do pénis terrivelmente duro e palpitante...

Mas Raquel sempre gostou mais de fazer sexo oral à carne mais suave e aromática de uma mulher. E a filha correspondia ardentemente, retorcendo a cinturinha fina em risadinhas excitadas. A risota só parou ao sentir o hálito quente no seu monte penugento. Sorriu, deliciada com a tensão súbita da jovem. Molhou demoradamente os poucos cabelinhos macios e virginais antes de a provocar:

- Uma coisa que tens de aprender, querida, é que na cama, quanto mais molhadinha, melhor. Não há nada mais excitante que a nossa amante a babar... - soprou suavemente na rachinha entreaberta, trocista - mas eu vejo que tens um jeito natural para isso... - Júlia não estava húmida, estava encharcada!

Os labiozinhos molhados, contraindo ritmicamente, eram lindos demais para resistir. Raquel fez um último esforço para a deixar bem louca, antes de lhe devorar a rachinha impaciente. Levantou uma coxa e chupou a carninha da virilha para a sua boca. Só quando se sentiu tão insuportavelmente impaciente como a filha é que colou a boca à carne suave, húmida e aromática. Júlia soltou um gemido estrangulado.

- Querida, tens a mais linda gatinha que já vi! Tão apetitosa... - e mergulhou.

Começou a separar-lhe a labia, afundando o rosto na deliciosa abertura, louca ao ouvir os gritinhos excitados da rapariga, para se molhar bem no suminho delicioso. Estava sequiosa. Passou os braços por debaixo das nádegas rosadinhas, segurou e abriu os lábios entumecidos.

Lentamente percorreu-lhe toda a extensão do sexo lindo, recolhendo o creme saboroso que não parava de babar. Júlia sentiu a tensão crescente do seu corpo e sabia que agora já nada a podia parar. A ideia era tão louca, tão excitante, que teve de a dizer em voz alta, partilhar com a mulher maravilhosa que lhe estava a dar tanto prazer:

- Mamã, vou-me vir... - suspirou, como se o esforço para dizer uma curta frase fosse demasiado - vou-me vir na tua boca!...

Chupou, ainda mais voraz. Toda a rachinha da filha agora dentro da sua boca, linguava frenética o interior delicioso. Júlia não se queria mexer, para não perder as carícias daquela boca maravilhosa, mas sentia os sacões involuntários do seu corpo. As ancas levantavam da cama. Uma coxa estava prisioneira, mas a outra perna remexia-se endiabrada. Gritando o seu prazer, gozou abundantemente na boca da mãe.

Raquel teve de lutar com o corpo que se debatia apaixonadamente, mas conseguiu manter a boca firmemente acoplada e o esfregar vicioso da língua na carne enlouquecida. No sexo oral ela nunca se contentava só com um orgasmo, e se a filha lhe herdara a luxúria teriam longas horas de prazer à sua frente.

Mantendo a vulva aberta, não abrandou a carícia da língua no clitoris da rapariga. Júlia perdia o ar. Mas precisava de se mexer, gritar!, para aliviar a tensão e não enlouquecer.

- O-oooh! Sssss-iiiiiiim! Ma-aaaAAH-iiiiis, mamã! - soluçava, a respiração cortada.

Raquel deu-lhe mais. E Júlia sentia o seu corpo revirar-se ao contrário, contrair, explodir... Não acreditava que fosse possível tanto prazer. Estava exausta quando tirou as mãos dos cabelos da mãe, implorando descanso. Raquel beijou o fundo da rachinha mais uma vez, com paixão, e subiu pelo corpo da filha, que se enrolava em posição fetal.

- Gostaste, filhinha? Oh, tu sabes tão bem...

Com o corpo suave e maduro da mãe a envolver-lhe a nudez - sentia-se tão deliciosamente nua, vulnerável mas protegida - sentiu a necessidade de tocar, em vez de falar. Apertou a mão que lhe aconchegava um seio e ronronou, feliz.

- Agora dorme, querida. - Raquel fazia um doce carinho nos cabelos da filha.

- Mamã, não te vás embora! - implorou; mas já com voz de sono - Gosto tanto de estar assim, abraçadinha...

- Shhhh... dorme, amor. A mamã fica contigo mais um poucochinho, mas tenho de ir ter com o teu pai. - Júlia fez um adorável beicinho e por momentos a mãe quase se esqueceu que esta era a rapariga que no fim do ano ia entrar para a faculdade - Se não formos jantar, ele há-de querer saber o que se passa.

- Uhh... - Júlia queria isso. A mãe com o pai a dar-lhe miminhos. Mais... mas estava derreada. Não conseguiu mais que um gemidinho, antes de dormir.

- A mamã volta mais logo, amor. - Mas ainda teve que ficar mais um pouco. A dormir, Júlia apertava a mão que lhe aconchegava o seio quente.

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