Júlia Ch. 02

byTathy©

Cerca de dois anos depois de eu cuidar da casa de praia da primeira parte desta história, eu quase não me lembrava mais de como era passear sem roupas pela praia. Desde aquela vez, eu nunca mais havia tido a oportunidade de fazer algo do tipo. Às vezes eu sonhava à noite que estava naquela casa maravilhosa novamente e acordava toda excitada, mas com o tempo, isso também foi passando. Eu havia acabado meu mestrado, mas apesar disso, não conseguia um emprego.

Eu mal pude acreditar quando cheguei em casa certa tarde e ouvi o recado na secretária eletrônica. Era do casal dono daquela casa, pedindo que eu ligasse para eles. Liguei imediatamente, imaginando que aquela seria minha chance de sair da rotina de procurar emprego e, seria também uma razoável fonte de renda extra, caso eles realmente estivessem querendo me contratar novamente. Quando eu falei com a senhora (não preciso mencionar nenhum nome aqui) minhas suspeitas se confirmaram. Ela me disse que eles pretendiam sair em viagem por uns quinze dias e se eu tivesse interesse, eles queriam que eu ficasse na casa durante esse tempo.

Eu não pude nem fingir que estava em dúvida, e aceitei no mesmo instante. Combinamos tudo e no dia marcado eu estava com minha mala na frente da casa, tocando a campainha. Eles estavam com as malas prontas, esperando a Van da agência de turismo passar para pegá-los. Foi durante essa espera que ela me contou que no ano anterior eles não viajaram, pois os dois cachorrinhos que eles tinham, adoeceram acabaram morrendo, e como eles eram muito apegados aos pequenos animais, resolveram não viajar. Confesso que eu fiquei com pena do casal, pois sabia o quanto eles gostavam daqueles cãezinhos.

Era um sábado, final de temporada, e a praia estava bastante movimentada naquele final de tarde. Eu apenas dei uma pequena volta com o carro deles para relembrar do lugar. De volta à casa, eu coloquei o carro na garagem do fundo e parei ao lado da piscina, lembrando da última vez que estive ali. Tirei toda a roupa e mergulhei na água. Aquela sensação de liberdade que fazia muito tempo que não sentia me deixou extremamente excitada. Por algum tempo, eu fiquei na água lembrando dos momentos em que eu estive naquele lugar tempos atrás.

Passei o resto da tarde a noite na casa e no dia seguinte, pela manhã logo depois de tomar o café da manhã, eu saí para passear pela praia. Coloquei meu biquíni e amarrei uma canga no meu pescoço, entrei no carro e fui até a praia onde eu costumava passear com os cachorros. Estacionei o carro e comecei a caminhar pela areia, observando as pessoas que estavam ali. Da última vez, havia algumas garotas de topless e algumas poucas corajosas completamente nuas, mas o movimento era consideravelmente menor. Desta vez, eu não pude encontrar nenhuma garota nua, mas como da outra vez, o topless era comum. Eu escolhi um lugar meio reservado, estendi minha canga na areia e me sentei sobre ela, observando as pessoas e me acostumando com a situação.

Eu via as garotas com os seios nus e me lembrava de como eu ficava excitada andando nua por aquela praia. Mas eu estava desacostumada de ficar nua na frente de estranhos e não tinha coragem de tirar o biquíni. Pelo menos ainda não.

Eu fui até a água e nadei por alguns minutos e voltei para a areia para tomar um pouco de sol. Fazia dois anos que eu não tomava sol e eu não tinha marcas de biquíni. Eu me deitei de frente e desamarrei a parte de cima do biquíni, para não deixar marcas. Depois de alguns minutos, quando minhas costas estavam quentes devido ao sol, eu me virei de frente e, criando coragem, fiquei sem a parte de cima do biquíni. Ninguém pareceu dar muita importância, já que o topless era coisa normal naquela praia. Aos poucos eu fui me acostumando e ficando cada vez mais excitada, pensando o que eu poderia fazer nos próximos dias. Eu queria ir até a água, mas ainda não estava preparada para fazer isso sem parte do meu biquíni, então eu o coloquei novamente para me refrescar na água.

Quando o sol estava bem alto, e a fome estava me incomodando, eu resolvi voltar para a casa. Chegando lá, eu tirei o biquíni, tomei uma ducha ao lado da piscina e preparei meu primeiro almoço, completamente nua. Eu estava cada vez mais excitada com a perspectiva de repetir minhas aventuras da minha primeira visita naquela casa. Depois do almoço, lá pelas três da tarde, eu resolvi voltar para a praia, mas eu queria começar a me expor mais, me colocando em situações onde eu não podia voltar atrás. Revirei minhas malas e escolhi um dos biquínis, que era verde, pequeno. A parte de cima era do tipo cortininha e a de baixo era de amarrar. Eu já não o usava há muito tempo e quis experimentá-lo pra ver como ficava. Era o menor biquíni que eu tinha, mas ele não me deixava tão excitada quanto eu esperava. Meus mamilos estavam duros pela antecipação do que eu pensava em fazer, mas a forração do biquíni não deixava isso transparecer.

Eu procurei uma tesoura e removi o forro da parte de cima do biquíni e o coloquei novamente. Ficou muito melhor. Bastava coragem para usá-lo. Resolvi ir fundo e retirei o forro da parte de baixo também. Se eu já havia andado completamente nua por aquela praia, como não teria coragem de andar com um biquíni sem o forro? Amarrei a canga no meu pescoço e fui com o carro para a praia. Chegando na praia, eu resolvi radicalizar e tirei a parte de cima do biquíni, deixando-o no carro. Andei pela areia usando apenas a calcinha do biquíni e a canga amarrada no pescoço. Escolhi um lugar e estendi a canga na areia. Fiquei alguns instantes me acostumando e decidi nadar um pouco. Fui até a água e entrei sem me dar a chance de mudar de ideia.

Como eu já previa, o biquíni molhado e sem o forro ficou completamente transparente. Meus pêlos apareciam perfeitamente através do tecido. Eu estava tão excitada que não me importava com mais nada. Meus mamilos estavam tão duros e sensíveis que quase doíam. Depois de algum tempo na água eu resolvi andar um pouco pela areia e me exibir um pouco. Não quis ficar muito na praia naquele dia, pois minha pele estava desacostumada com tanto sol e eu não queria me queimar demais logo no início da minha diversão. Voltei para casa e jantei cedo. Logo que escureceu, eu quis dar outra volta na praia. Como eu estava nua durante o jantar, eu peguei apenas a minha canga e a amarrei no pescoço. Ela era a única peça de roupa que eu tinha comigo. Peguei o carro e fui até a praia.

Era o último domingo da alta temporada e no dia seguinte a grande maioria das pessoas voltava a trabalhar. Então quase todos já haviam deixado a cidade e a praia estava vazia. Eu comecei a caminhar pela areia e logo a tentação de ficar nua me levou a desamarrar a canga. Andei alguns metros segurando-a na mão e num impulso, eu a deixei cair na areia. Segui andando completamente nua. Apesar ser mais de oito horas da noite, a lua cheia deixava a noite muito clara e dava para ver tudo com bastante facilidade. É incrível a quantidade de pequenos seres que surgem na areia durante a noite. Quando cheguei no final daquele trecho da praia, onde começavam as pedras e não era prudente continuar à noite, eu dei meia volta e comecei a caminhar de volta para o carro. Depois de vários minutos eu cheguei onde havia deixado minha canga. Tive vontade de deixá-la ali mesmo, mas achei melhor pegá-la, pois ela poderia ser útil nos próximos dias. Eu a peguei, mas não usei. Quando eu cheguei no carro eu a coloquei atrás do banco e a deixei lá. Fiquei dirigindo pela orla por algum tempo, observando as outras praias. Uma delas me chamou a atenção. Ficava a uns dois quilômetros da casa e as ondas pareciam bem maiores por ali. Depois de algum tempo eu voltei para casa.

Na manhã seguinte, eu encontrei duas bicicletas na garagem, que deviam ser dos netos dos donos da casa. Elas estavam em bom estado e eu quis experimentar algo diferente. Escolhi uma delas e precisei fazer alguns ajustes, como a altura do banco e encher os pneus, que por terem ficado paradas por nem sei quanto tempo, estavam vazios. Enquanto eu preparava a bicicleta, ficava imaginando que roupa eu usaria para ir com ela até a praia. Com a bicicleta em ordem, eu fui tomar café e comecei a imaginar a minha roupa. Decidi usar o mesmo biquíni, mas precisava de algo mais. Depois do café, fui até o quarto e revirei novamente minhas malas. Encontrei duas peças que me deram ideias.

Uma delas era um top de cotton preto sem alças, que eu coloquei como se fosse uma mini-saia. Ficou bastante justo e extremamente curto. Do jeito que eu havia imaginado. Para a parte de cima eu escolhi uma camiseta de malha branca, bem folgada e com uma tesoura, eu a cortei logo abaixo dos seios. Depois disso eu removi as mangas, deixando uma abertura bastante generosa nas laterais e retirei também o acabamento da gola, aumentando bastante o decote na frente e atrás. Vestir o biquíni verde com aquela roupa improvisada por cima me deixava bastante excitada, especialmente sabendo que eu as usaria em uma bicicleta. O que sobrou da camiseta, depois de retalhada, quase não escondia nada. Ela ficou muito folgada e dava para ver meu biquíni tanto pelo decote, quando eu me inclinava um pouco para a frente, quanto pelas laterais.

Querendo aproveitar a manhã na praia, eu fui até o quintal e me sentei no banco da bicicleta. A mini-saia improvisada não me permitia movimentos livres e me incomodava um pouco. Eu imaginei que uma abertura nas laterais ajudaria a diminuir o problema e com uma tesoura eu fiz dois cortes nas laterais, de baixo para cima, deixando pouco menos de dois centímetros de tecido unindo as partes da frente e de trás. Se antes a mini-saia era minúscula, com aquele ajuste ela ficou ainda mais reveladora. Antes de sair de casa eu coloquei um pouco de dinheiro numa bolsinha que ficava embaixo do banco, que serviu também para guardar a chave do portão.

Apesar de fazer muito tempo que eu não andava de bicicleta, não tive dificuldades para chegar até a praia, pois o terreno era bastante plano. O trajeto até a praia foi muito excitante, pois eu sabia que apesar de, às vezes, as garotas ficarem nuas na praia, andar de bicicleta fora da praia com roupas como aquelas devia ser coisa que não se via com frequência. Quando eu cheguei na praia, ela estava com um movimento muito mais fraco que no dia anterior, domingo, e como eu havia notado durante meu passeio durante a noite, as ondas ali eram bem maiores.

Parei a bicicleta na areia e comecei a tirar o excesso de roupas, se é que eu tinha roupas em excesso. A parte de cima saiu sem nenhuma dificuldade, mas a parte de baixo, depois dos cortes nas laterais, exigiu um pouco de cuidado, pois ficou mais frágil a ameaçava rasgar se eu a esticasse demais. Deixei tudo sobre a bicicleta e comecei a andar pela praia. Andei um pouco e acabei encontrando um lugar legal, onde eu me deitei para tomar um pouco de sol. Como eu tinha relativa privacidade naquele momento, pois a maioria das pessoas estavam meio longe de mim, eu tirei a parte de cima do biquíni e desamarrei a parte de baixo, para não deixar as marquinhas. Fiquei deitada ali durante algum tempo e depois eu resolvi nadar um pouco. Coloquei novamente o biquíni, sem apertar muito para ficar mais excitante e fui até a água. O mar ali era bem mais agitado que na outra praia e, por isso mesmo, mais divertido.

Como eu já sabia, o biquíni molhado ficou totalmente transparente e por estar amarrado frouxo, não ficava muito tempo no lugar e eu tinha que arrumá-lo constantemente. Eu fiquei num lugar onde havia mais pessoas, para tornar a coisa mais excitante. Eu me divertia pulando sobre as ondas grandes e mergulhando sobre elas. Depois de algum tempo me divertindo dessa forma, aconteceu algo que eu não tinha planejado. Eu notei que a parte de baixo do meu biquíni havia desaparecido. Procurei em volta, mas com todas aquelas ondas eu sabia que era impossível encontrar qualquer coisa. No mesmo instante minha boca ficou seca de nervoso, mas eu fiquei incrivelmente excitada por estar seminua na praia, durante o dia. Além disso minhas coisas estavam na bicicleta, a pelo menos uns duzentos metros de onde eu estava. Como não havia nada que eu pudesse fazer, e sabendo que ali não havia ninguém que pudesse me reconhecer, continuei aproveitando a água e me divertindo tanto quanto eu podia.

Continuei pulando sobre as ondas e mergulhando sempre que surgia a onda ideal, e a parte de cima do meu biquíni insistia em deixar meus seios expostos. Eu fui ficando cada vez mais excitada e a cada instante que passava eu gostava mais e mais da situação. Num dos mergulhos, quando meu biquíni quase se soltou completamente, eu resolvi dar uma forcinha para ele e o desamarrei. No mergulho seguinte, ele desapareceu como aconteceu com a parte de baixo. Daí para frente eu fiquei completamente nua no mar, me divertindo como há muito tempo eu não tinha a chance.

O sol já estava alto e eu estava com fome. Era hora de sair da água e enfrentar minha situação. Muito excitada, mas ainda mais nervosa, fui saindo da água prestando atenção nas pessoas ao meu redor, tentando observar suas reações ao me verem sair nua da água. Alguns ficaram olhando, e outros não deram maior importância. Eu fui até a areia e comecei a caminhar na direção da bicicleta e das minhas "roupas".

Eu quase havia me esquecido de como era excitante andar completamente nua pela praia, com pessoas totalmente estranhas olhando para o meu corpo. O estranho é que fora daquele lugar, eu nunca tinha tido vontade de fazer algo assim, mesmo depois da minha primeira experiência, dois anos antes. Mas chegando lá, eu não conseguia resistir. Era como se aquele lugar tivesse algo que despertasse esse lado da minha personalidade que fica adormecido longe dali. O fato é que naquele lugar eu não sentia a menor vontade de colocar roupas.

Depois de alguns instantes eu cheguei até a bicicleta e quase fiquei desapontada por ter que me vestir novamente. Mas depois de colocar minhas roupas improvisadas, percebi que elas, na verdade, não escondiam muita coisa. Sentada no banco da bicicleta, minha bunda ficava praticamente toda exposta e meus seios apareciam por todos os lados do meu "top". O único jeito de eu parecer vestida, usando aquelas roupas, era permanecer em pé e não inclinar o corpo em nenhuma direção, caso contrário, alguma parte do meu corpo ficaria exposta para quem quisesse olhar. Não é preciso dizer que para andar na bicicleta eu não ficava em pé, eu me inclinava, e muito!

Eu pensei em ficar por lá mesmo e comer qualquer coisa, mas o sol estava muito quente e eu achei melhor dar um tempo na casa. O caminho até a casa foi bastante emocionante, pois eu tinha que andar mais de um quilômetro por caminhos longe da praia, onde as pessoas normalmente estão vestidas normalmente e não seminua como eu estava. Eu ficava o tempo todo à beira de um orgasmo, com o banco da bicicleta massageando minha vagina nua enquanto eu pedalava a bicicleta. Chegando em casa, eu fui logo tirando todo aquele "excesso de roupas" e fiquei mais à vontade. Preparei um almoço simples e rápido e descansei um pouco até o meio da tarde.

Lá pelas três da tarde, me deu vontade de voltar para a praia, me exibir mais um pouco. Decidi ir novamente com a bicicleta, e não usar nenhum biquíni, como aconteceu durante a minha volta na parte da manhã. Coloquei apenas a roupa improvisada, que por sinal eu adorei o resultado, e saí para a praia. Novamente eu atraí muita atenção no meu caminho até a praia. Infelizmente eu não sei ao certo o quanto da minha bunda ficava visível, pois quando eu ficava na posição em que eu andava, eu não conseguia ver minha bunda, e quando eu me levantava para olhar, a saia cobria boa parte do que estava à mostra. E infelizmente na parte de fora da casa não havia nenhum espelho que eu pudesse checar minha real aparência.

Cheguei na mesma praia depois de alguns minutos de pedalada e parei mais ou menos no mesmo lugar onde estive de manhã. A quantidade de pessoas era aparentemente a mesma de onde eu estava, não consegui encontrar nenhuma outra garota completamente nua. Eu seria a única. Tirei a minha "roupa" com cuidado especial com a saia, que a cada vez que eu a colocava ou tirava, parecia rasgar um pouco mais. Pendurei as duas peças na bicicleta e caminhei até a água. Muitas das pessoas mais próximas ficaram me olhando, tornando a brincadeira cada vez mais excitante. Eu não entendo como toda aquela emoção pôde ser esquecida durante o tempo que estive longe daquela cidade.

Eu nadei durante alguns minutos e voltei para a areia para tomar um pouco de sol. Meu bronzeado já começava a aparecer levemente e eu queria aproveitar para deixá-lo perfeito. Enquanto eu fiquei deitada na areia, percebia que as pessoas, especialmente os homens que passavam, ficavam me olhando com muita atenção. Depois de algum tempo sob o sol, comecei a sentir sede e resolvi procurar algo para beber. Coloquei minha mini-saia e peguei o dinheiro que estava na bicicleta e comecei a andar pela praia.

Depois de algum tempo andando, encontrei uma barraquinha e comprei uma garrafa de água. Fiquei por ali durante algum tempo, aproveitando a atenção que o garoto da barraquinha estava me dando, e depois voltei para a bicicleta. O resto daquela tarde eu passei entre tomar sol e entrar na água para me refrescar. Quando o sol estava quase se pondo, resolvi voltar para casa. Coloquei minhas roupas e comecei meu passeio de volta. Pelo caminho, passei em frente a um grande supermercado de uma grande rede, e me dei conta de que seria um lugar legal para dar uma volta mais tarde, Quando eu cheguei em casa, tomei um banho e jantei. Estava com muita fome depois de nadar tanto e andar de bicicleta.

Já estava bastante escuro, apesar da lua cheia, quando eu saí de casa novamente para ir ao supermercado. Novamente eu usei as mesmas roupas improvisadas. Eu estava adorando a atenção que elas atraíam. Dirigi até o estacionamento do supermercado e estacionei o carro. O lugar estava com um movimento relativamente fraco, mas tinha um público bastante misto: vários homens e mulheres. Fui até a seção de frutas e me diverti muito enquanto me debruçava sobre as bancas e os homens próximos faziam todo o possível para ficar perto, fingindo estar escolhendo frutas enquanto disfarçavam e olhavam dentro da minha blusa. Fiquei bastante tempo me divertindo e me excitando dessa forma, indo da banca de frutas, para a seção de frios, onde eu podia me debruçar sobre as geladeiras e voltando para as frutas.

Quando eu passava pela seção de roupas, resolvi dar uma olhada. Nunca resisto a uma exposição de roupas. Para um supermercado, havia uma boa variedade de opções. Encontrei um vestido de tecido bem fino e transparente e resolvi experimentá-lo. Peguei um preto, um amarelo e um verde e procurei por um provador. Na lateral do supermercado, perto da seção de eletrônicos estava o provador. Notei que perto de um dos provadores havia dois garotos, aparentando cerca de dezoito anos olhando uns celulares.

Eu entrei no provador e deixei a cortina parcialmente aberta, como que por acidente, pendurei os vestidos nos ganchos da parede e tirei minhas roupas, ficando totalmente nua. Pelo espelho eu podia ver que eles haviam percebido meu "descuido" com a cortina do provador e estavam me observando disfarçadamente. Eu coloquei o preto e fiquei observando no espelho. A transparência era tal que dava para ver os desenhos dos meus mamilos através do tecido e dava para ver que eu não usava calcinha. Meus mamilos responderam imediatamente ao meu olhar e ficaram eretos, marcando ainda mais o tecido. Enquanto eu me olhava no espelho, para ter uma visão melhor, eu me afastei um pouco, empurrando a cortina mais para trás, o que acabou fazendo-a ficar ainda mais aberta. Eu estava adorando aquela brincadeira, e não sei dizer quem estava mais se excitando mais, se era eu ou se eram os dois garotos.

Experimentei o verde, mas achei que não combinou comigo. O amarelo era ainda mais transparente, mas acabei gostando mais do preto. Os garotos pareciam ter se esquecido dos celulares, pois só tinham olhos para mim. Coloquei o preto mais uma vez e confirmei minha escolha. De volta às minhas roupas, eu devolvi os vestidos aos seus lugares, ficando com o preto e voltei para as frutas. Notei que os garotos estavam me seguindo, a certa distância, e ficaram me observando enquanto eu escolhia algumas maçãs. Dali eu fui para o caixa e para a tristeza dos dois, eu voltei para o carro.

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