Juliana Ch. 02

byTathy©

Semanas depois da minha aventura à noite, eu comecei a sentir vontade de repetir a dose. A oportunidade surgiu uns dois meses depois daquela noite. Desta vez, minha experiência seria na noite de uma sexta-feira. Saí de casa no final da tarde, vestindo apenas um top tomara-que-caia e uma mini-saia curtíssima sem calcinha. Fui em direção à chácara, logo depois das quatro horas e enquanto dirigia meu carro pelas ruas do loteamento, fui tentando imaginar um novo local para esconder a chave. Desta vez eu queria um lugar mais longe, mais demorado e mais ousado.

Ainda na estrada de acesso, que liga minha cidade á cidade vizinha, havia uma parada de ônibus, daquelas cobertas, que ficava no final de uma rua paralela à da minha chácara. Achei que seria um lugar interessante e comecei a contar as quadras até o meu portão. Da frente do ponto de ônibus eu andei mais duas quadras pela estrada e depois virando à esquerda, mais três quadras e meia até o meu portão, totalizando cinco quadras e meia. Sendo que na minha primeira experiência a distância foi de apenas duas quadras, desta vez a distância seria mais que o dobro.

Sem perder mais tempo pensando em alternativas, voltei com o carro até o ponto escolhido para esconder a chave, mas quando parei o carro em frente ao meu destino, eu achei melhor mudar meus planos. Eu não queria que uma chave fosse o motivo de eu chegar até ali. Eu queria chegar até o fim pela minha própria vontade e coragem, independentemente de precisar recuperar a chave da minha casa. Fiquei parada na frente do ponto pensando o que eu poderia fazer para marcar minha conquista. Eu não queria apenas chegar no ponto e dar meia volta. Eu queria um objetivo para chegar até ali. A única coisa que me veio à mente no momento foi deixar um recado no ponto. Procurei na minha bolsa por um pedaço de papel e uma caneta, e aproveitando que não havia ninguém observando eu fui até o ponto e depois de subir no banco, escondi o papel e a caneta sobre o suporte da cobertura. Entrei no carro e voltei para a chácara.

Eu já estava super excitada só de imaginar como seria minha aventura naquela noite. Como as ruas estavam desertas, eu baixei meu top até a cintura continuei dirigindo com meus seios nus. Quando eu parei em frente ao meu portão, eu fiquei hesitante, tentando decidir se descia do carro daquele jeito ou se colocava o top de volta no lugar. O dia ainda estava bem claro e eu ficaria totalmente exposta enquanto abria o cadeado do portão. Olhei em volta e não vi ninguém. Criei coragem e saí do carro com meus seios à mostra e fui rapidamente até o portão. Eu estava tão nervosa e excitada que tive dificuldade para colocar a chave no cadeado.

Abri o portão e voltei para o carro. Ainda não consegui ver ninguém. Eu estava excitadíssima e não conseguia mais esperar para começar minha aventura. Levei o carro até a garagem, deixando o portão aberto atrás de mim. Desci do carro e num impulso baixei minha mini-saia até o chão e a joguei dento do carro, fiz o mesmo com meu top e o coloquei junto com a mini-saia. Fechei o carro e, com a respiração ofegante e meus sentidos em alerta, andei até o portão, completamente nua.

O sol que se punha às minhas costas projetava minha sombra à minha frente. Era uma sombra longa, de quase uns três metros de comprimento. Chegando ao portão, olhei para os dois lados da rua e como não parecia ter ninguém, eu andei até o meio da rua com os braços abertos. Dei meia volta e andei com a maior calma que eu pude simular de volta até o portão. Fechei o portão e comecei a andar até a casa. O portão era alto, mas não era fechado, de forma que se alguém passasse na frente da chácara poderia ter me visto ali, andando nua.

Aquela era uma situação que me excitava muito. Fiquei passeando pela chácara até que o sol se pôs completamente. Comi um lanche, e tomei um longo banho. Precisei me controlar para não me masturbar ali mesmo. Mas eu queria guardar para mais tarde. Terminei o banho e coloquei meu perfume preferido. Prendi o cabelo e coloquei um tênis, pois não queria sofrer com um espinho ou um corte no meu pé. Olhei no relógio e eram ainda oito e vinte da noite. Muito cedo para sair da chácara. Os próximos dez minutos demoraram uma eternidade. Quando o relógio marcava oito e meia, eu não pude mais esperar e comecei a caminhar para o portão da chácara.

A rua ainda estava deserta. Comecei a caminhar, atenta ao menor sinal de movimento. Cheguei na primeira esquina e olhei para os lados. Estava tudo calmo. Continuei andando e mais ou menos na metade da quadra, à minha esquerda, uma das chácaras estava iluminada e com dois carros estacionados. Aquilo me deixou nervosa e preocupada. Era sexta-feira e os donos das chácaras estavam começando a chegar para o fim de semana. Eu não havia previsto aquilo. Mas eu não estava disposta a desistir por causa de uma chácara. Continuei minha caminhada, agora ainda mais atenta e excitada. Em pouco tempo já estava na segunda esquina.

A quadra seguinte foi percorrida sem nenhuma dificuldade. Estava totalmente deserta. Mas quando eu estava quase no final da última quadra, antes da estrada, surgiu um carro vindo daquela esquina e veio na minha direção. Eu entrei em pânico. Mas para minha sorte havia uma árvore próxima, bem grande e com bastante mato rodeando seu tronco. Eu corri até ela e me abaixei, procurando não ser vista pelos integrantes do carro. Aparentemente deu certo. Esperei ali para ver onde o carro estava indo. Ele parou em frente à uma chácara na segunda quadra daquela rua e depois de alguns instantes, o carro entrou na chácara.

Demorei algum tempo para me refazer do susto, mas notei que aquilo me havia deixado muito mais excitada. Eu quase havia sido flagrada nua na rua. Levantei-me e continuei andando, tentando ouvir o barulho de algum carro que pudesse estar se aproximando. Cheguei até a esquina e olhei para os lados da estrada e com o caminho livre, virei em direção ao ponto de ônibus. Já na metade daquela quadra, notei as luzes de algum carro que se aproximava pela minha frente. Tratei de achar onde me esconder o mais rápido possível.

O carro ainda estava relativamente longe, o que me deu tempo para encontrar um portão aberto e me esconder antes de ser vista. Desta vez eu tive sorte novamente, mas fiquei mais nervosa e excitada do que assustada. Ficando cada vez mais ousada, eu saí do meu esconderijo assim que o carro se afastou um pouco e continuei minha caminhada, mais excitada do que nunca. Eu estava confirmando o que eu já sabia: eu adorava o perigo de ser flagrada nua.

Só que agora eu estava adquirindo a coragem de me expor a esse perigo. Eu estava quase lá. Faltava apenas uma quadra e eu já não podia mais controlar minha excitação. Reunindo minhas forças consegui chegar até a parada de ônibus. A sensação de conquista e a excitação acumulada foram demais para que eu pudesse resistir mais tempo. Foi suficiente que eu tocasse em minha vagina completamente molhada para que um intenso orgasmo dominasse meu corpo. Por um breve instante eu perdi a noção de onde eu estava e apenas aproveitei o momento. Retornando à realidade, eu olhei para os lados e com a certeza de ainda estar sozinha, subi no banco e procurei pela caneta e o papel que eu havia deixado escondido. A caneta estava lá, mas não consegui encontrar o papel. Imagino que o vento o tivesse levado embora.

Meu plano de deixar um recado ali já não podia ser concluído, mas por ter tido um orgasmo naquele ponto de ônibus, eu achei que o objetivo havia sido alcançado com louvor. Deixei a caneta para trás, pois não queria carregar nada comigo, e comecei meu caminho de volta. Desta vez eu segui pela rua em frente ao ponto de ônibus. As duas primeiras quadras foram atravessadas sem nenhuma emoção adicional. Já na metade da terceira quadra, uma chácara à minha direita tinha vários carros estacionados e havia um pessoal circulando ao redor da casa.

A frente da chácara era cercada por uma tela, o que me deixaria exposta para aquelas pessoas caso eu seguisse em frente. Fiquei observando o movimento por alguns instantes tentando decidir o que fazer, se seguia em frente correndo o risco de ser vista, ou se voltava e contornava aquela quadra. Eu havia decidido pela segunda opção, mas acabei desistindo e resolvi enfrentar meu medo e fazer o que eu havia me proposto, que era me expor ao perigo de ser flagrada nua.

A chácara estava iluminada ao redor da casa, mas a rua estava muito mais escura, o que de certa forma me dava um pouco de proteção. Atravessei a frente daquela chácara, com meu coração querendo saltar pela minha boca. Eu olhei para casa e podia ver perfeitamente o pessoal se divertindo, mas apesar de perceber alguns olhares na minha direção, acredito que ninguém me notou, pois caso contrário, não teriam ficado tão indiferentes assim.

Eles podem até ter ficado indiferentes, mas eu, nem de longe. Aquele havia sido o momento mais excitante de toda a noite. Durante o trajeto até o portão da minha chácara, que ocorreu na maior tranquilidade, eu não conseguia tirar aquela imagem da minha cabeça. Eu passando completamente nua na frente daquela chácara, com pessoas tão próximas de mim podendo me ver. Por muito pouco eu não fui flagrada. E se tivesse, seria por mais de vinte pessoas. De volta à minha chácara, eu tomei outro banho e me masturbei, atingindo três orgasmos, um atrás do outro. Fui para a cama e dormi nua. Sonhei que eu estava nua naquela chácara me divertindo com aquele pessoal.

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