Juliana Ch. 03

byTathy©

Meu marido só deveria chegar naquele sábado no final da tarde. Então eu decidi ficar na chácara até mais tarde e aproveitar um pouco mais do tempo que ainda me restava. Era pouco mais de oito horas da manhã quando eu terminei meu café. Eu queria fazer alguma coisa excitante antes de voltar para a cidade e me lembrei do rio que passava no final da rua, onde o pessoal que frequenta as chácaras costuma ir para pescar. A manhã estava quente e eu vesti a roupa com que eu cheguei na chácara e fui passear. Aquela não era a roupa indicada para se sair de casa, pois o tecido do top era muito fino, marcando bastante meus seios e a mini-saia era tão curta que quase não cobria minha bunda. A princípio, quando eu os escolhi para usar, eu não pretendia sair da chácara durante o dia com eles. Mas afinal, para o que eu tinha em mente, aquela se mostrou a escolha perfeita.

Saí da chácara e comecei a caminhar pela rua, na direção oposta à da noite anterior, na direção do final da rua. Eu sabia que havia um rio ali, mas nunca tinha tido a oportunidade de ir até ele. Naquele trecho de rua até o seu final, eu passei na frente de diversas chácaras e em algumas delas, havia pessoas próximas da entrada. Algumas me cumprimentaram, outras ficaram apenas olhando e outras não prestaram maior atenção em mim. Eu estava excitada por estar usando aquelas roupas na frente de estranhos e meus mamilos duros pareciam querer furar meu top. Eu estava orgulhosa pela maneira como eles estavam evidentes sob o tecido fino.

Chegando no final da rua, o pequeno bosque que me separava do rio era cortado por uma trilha sinuosa, que aparentemente era pouco usada. Segui a trilha por uns cinquenta metros, eu acho, e finalmente cheguei até o rio. Ele era mais largo do que eu imaginava e à sua margem seguia uma trilha para cada lado. Fiquei observando o local por alguns minutos. Era um lugar muito bonito, ainda preservando sua vegetação natural. Durante o tempo que eu fiquei ali parada, não notei a presença de ninguém. Comecei a sentir vontade de me aventurar por aquele lugar. Olhei novamente ao meu redor e com a certeza de eu estava sozinha, baixei meu top até a minha cintura e com os seios nus comecei a seguir a trilha à direita, contra a correnteza do rio. Andei alguns metros, com meu coração batendo acelerado, e ouvi um barulho atrás de mim.

Rapidamente eu recoloquei o top no lugar e fiquei procurando pela origem do barulho. Instantes depois, eu ouvi o barulho novamente e percebi que era apenas o galho de uma árvore agitado pelo vento. Mais aliviada, mas ainda nervosa devido ao susto, baixei novamente o top e continuei caminhando. Depois de um tempo, passei por outra trilha que devia levar até a rua paralela à da minha chácara. Segui caminhando pela margem do rio e cheguei até um lugar onde ele fazia uma leve curva contornando uma grande pedra marrom. Essa pedra devia ter cerca de um metro e meio de altura e na parte de cima era quase plana, formando um lugar ideal para um banho de sol. Aliás o sol estava iluminando a pedra como que me convidando para subir.

Subi na pedra com certa dificuldade e me sentei olhando para o rio. A pedra tinha uma pequena inclinação na direção da água. Aquele sol sobre meu corpo estava uma delícia. Eu me deitei e aproveitei a sensação por alguns instantes. Sentindo certa confiança, eu criei coragem e tirei toda a roupa, colocando-a ao meu lado. Eu estava nervosa, mas novamente super excitada. Ainda mais porque desta vez eu estava nua durante o dia. Fiquei ali deitada tomando sol por mais de dez minutos. O calor daquela manhã somado ao banho de sol, fez com que eu começasse a ficar bastante suada. Eu então me virei para tomar um pouco de sol nas costas.

Eu sabia que não era prudente ficar muito tempo ali, pois alguém, mais cedo ou mais tarde acabaria passando por mim. Mas a vontade de desafiar o perigo e o banho de sol relaxante foram mais fortes que o meu bom censo e eu continuei deitada naquela pedra. Acho que no total eu fiquei sobre a pedra por quase meia hora, até que toda molhada de suor eu peguei minhas roupas e desci da pedra. O meu corpo molhado de suor brilhava sob a luz do sol, dando um ar mais erótico àquela cena. Eu me senti uma modelo de revista posando para fotografias. Eu estava muito excitada e estava adorando a sensação de perigo, e não queria que aquilo terminasse tão rápido.

Com a coragem fortalecida pela excitação, decidi não vestir minhas roupas ainda e descer pela trilha de volta pelo mesmo caminho segurando-as na mão. Eu sabia que se eu ouvisse algum barulho ou se notasse a aproximação de alguém, eu precisaria de mais tempo para me vestir do que se eu estivesse apenas com meu top baixado até a cintura. Isso me deixava ainda mais excitada, pois sabia que o risco de ser flagrada era ainda maior. Em pouco tempo eu estava passando pela primeira trilha, que eu acho que dava acesso à rua paralela à da minha chácara.

Alguns metros depois, eu andava olhando para o rio, que ficava um pouco mais baixo que o terreno à sua margem, fantasiando estar sendo observada enquanto tomava sol sobre a pedra. Quando percebi havia um senhor pescando a menos de dez metros de mim, que me olhava sem saber como reagir. Eu levei um susto tão grande que saí correndo na direção da trilha para a minha rua. O homem tentou me dizer alguma coisa, mas no desespero eu não dei a menor atenção.

Corri sem olhar para trás segurando as roupas na mão e quando cheguei na trilha, eu parei e olhei para ver se ele me seguia. Não pude vê-lo nem ouvi nenhum barulho. Tentei me acalmar e ainda ofegante e completamente suada, recoloquei minhas roupas. O top em contato com meus seios molhados de suor absorveu a umidade rapidamente e se tornou ainda mais transparente.

Tentei manter a calma e continuei pela trilha de volta para a minha casa. Saindo da trilha, o trecho de rua até o portão estava deserto com exceção de duas adolescentes andando de bicicleta que ficaram me olhando em silêncio enquanto passavam ao meu lado. Depois que passaram por mim, pude ouvir as duas rindo e conversando baixinho. Olhei para meu top e meus seios estavam completamente visíveis através do tecido molhado e transparente. Ao me dar conta disso, fiquei excitada e meus mamilos endureceram ainda mais e ficaram ainda mais evidentes.

Cheguei rapidamente ao meu portão e entrei sem demora. Me masturbei pela última antes de voltar para minha casa, sentada na escada, relembrando os eventos daquele dia, especialmente quando finalmente fui flagrada pelo pescador. Apesar do susto, aquele foi o momento mais excitante do dia, e durante muito tempo eu usei a lembrança daquele episódio para me excitar e me masturbar enquanto tomava meus banhos.

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