Lílian Ch. 03

byTathy©

Na manhã seguinte quando eu acordei, eu fiquei preocupada com a reação do Luiz quando me visse, mas eu não tinha como evitar o contato sem dar na cara que havia acontecido algo suspeito. Mas para meu alívio, o café da manhã correu de forma tranqüila e o Luiz agiu como se nada tivesse acontecido. Já era o nosso último dia na praia e os pais do Gustavo nos disseram que ainda não sabiam se nós voltaríamos logo após o almoço ou no final da tarde. O Gustavo pediu o carro novamente para nós sairmos, mas os pais dele não deixaram.

O Gustavo me chamou até o quarto e me disse que nós iríamos de ônibus mesmo, senão teríamos que ficar com os pais dele e não poderíamos aproveitar nossos últimos momentos ali. Eu concordei com ele e coloquei meu biquíni. Ele pediu que eu vestisse somente uma canga sobre o biquíni e me ajudou a amarrá-la como se fosse um vestido frente-única. Segundo o Gustavo, não havia nenhuma linha de ônibus que nos levasse à praia onde estivemos no dia anterior, então tivemos que escolher uma praia que estivesse mais acessível. Enquanto esperávamos pelo ônibus, o Gustavo me perguntou se eu estava pensando em repetir a aventura e eu respondi que queria muito ver até onde eu teria coragem de ir com ele ao meu lado. Eu disse que estava disposta a fazer o que ele me pedisse, desde que ele estivesse sempre junto de mim.

Deu para ver no rosto dele que aquela era a resposta que ele queria ouvir. Logo em seguida, nosso ônibus chegou e nós nos sentamos na parte traseira onde não tinha muita gente. Logo que o ônibus começou a andar, o Gustavo me abraçou e colocou a mão no meu seio por baixo da minha canga. Meus mamilos reagiram imediatamente ao contato e ficaram durinhos. O Guilherme beijou a minha orelha fazendo meu corpo todo ficar arrepiado e perguntou baixinho para que somente eu pudesse ouvir se eu estava pronta para começar a testar os meus limites. Eu não disse nada, apenas acenei com a cabeça que sim, e fiquei esperando para ver o que ele tinha em mente.

O Guilherme soltou o nó do biquíni nas minhas costas e em seguida o nó do meu pescoço. Discretamente ele tirou a parte de cima do meu biquíni e o colocou na mochila que ele levava em seu ombro. Aquela canga não escondia muita coisa e pelo ângulo certo dava para ver meus seios pelas laterais. Mesmo através dela dava para ver meus seios, pois o tecido era bem transparente. O restante do trajeto foi bastante excitante, pois várias pessoas que entraram no ônibus ficaram olhando para mim, tentando ver melhor os detalhes que estavam parcialmente visíveis.

Nós descemos do ônibus numa praia que eu ainda não conhecia, mas o Gustavo disse o lugar era legal e nós poderíamos aproveitar bastante. Nós caminhamos pela areia, mas para ser sincera eu esperava uma praia com menos gente. O Gustavo me levou até o canto daquela praia onde havia uma pequena trilha meio escondida entre as árvores de um bosque fechado. O Gustavo disse que já tinha ido à outra praia que só dava para chegar por aquela trilha ou de barco. A caminhada era meio longa, mas o lugar era muito legal.

Ele me desafiou a acompanhá-lo sem a minha canga e sem aparte de baixo do biquíni. Considerando que a vegetação era densa o suficiente para que pudesse me esconder facilmente em caso de necessidade, eu aceitei o desafio com o maior prazer. Eu tirei o restante das minhas poucas roupas e as entreguei para o Gustavo guardar na mochila e nós seguimos pela trilha em direção à praia. Alguns metros à frente, o Gustavo parou e me disse para imaginar que nós deixaríamos a mochila com todas as nossas coisas escondida em algum lugar por ali e continuaríamos a nossa caminhada até a praia. Ele me perguntou os motivos que me impediriam de fazer aquilo. Eu pensei um pouco e disse que haveria o risco de encontrar alguém no caminho ou mesmo na praia e eu não teria acesso às minhas roupas. Sem mencionar o fato de que nós não tínhamos a menor idéia de quantas pessoas havia naquela praia.

Ele me perguntou se aquilo me deixava com medo e eu disse que sim, é claro. Ele então me perguntou se o medo me deixava excitada e depois de pensar alguns instantes eu respondi que sim. O Gustavo, então, me perguntou se eu conseguiria pensar em motivos que me levassem a deixar minhas roupas escondidas ali. Eu pensei por mais alguns instantes e disse que seria muito excitante, principalmente por saber que eu não tinha minhas roupas à minha disposição no caso de eu precisar delas.

O Gustavo ficou me olhando por algum tempo e perguntou o que eu queria fazer: continuar carregando a mochila com as roupas ou deixá-la escondida por ali. Meus mamilos que já estavam durinhos, e depois daquela pergunta eles ficaram mais durinhos ainda. Eu olhei para o caminho que nós ainda tínhamos que percorrer e em seguida olhei novamente para o Gustavo. Cedendo à minha crescente excitação, eu disse que queria testar a minha coragem e deixar as roupas escondidas. Ele procurou um lugar seguro para deixarmos a mochila com as roupas e nós seguimos pelo caminho em direção à praia.

Eu estava super excitada, e ao mesmo tempo bastante nervosa pelo que eu poderia encontrar à frente. Nós andamos mais alguns minutos e depois de subir e descer vários barrancos nós finalmente avistamos a praia por entre as árvores. À medida que nos aproximamos mais do final da trilha entre as árvores, nós pudemos ver que naquela praia havia algumas poucas pessoas e alguns barcos ancorados à certa distância da praia. Eu fiquei meio apreensiva e fiquei insegura se devia seguir em frente ou não, mas o Gustavo percebendo a minha dúvida me puxou pela mão e me levou para a areia, onde não havia onde eu me esconder.

Apesar de as pessoas mais próximas estarem longe demais para notarem a minha falta de roupas, ainda assim era muito excitante saber que eu estava completamente nua numa praia com outras pessoas que a qualquer momento poderiam se aproximar de mim. Nós andamos até a água e entramos para que eu ficasse mais à vontade. Depois de alguns minutos dentro da água eu comecei a sentir mais segurança e concordei em voltar para a areia para tomar um pouco de sol.

A excitação que eu sentia era indescritível. O fato de eu saber que as minhas roupas estavam completamente fora do meu alcance e que havia outras pessoas relativamente próximas de mim fazia meu coração bater em ritmo acelerado durante o tempo todo. Eu estava deitada na areia, o tempo todo observando se as pessoas permaneciam a certa distância, mas me esqueci dos barcos que estavam na água. Quando eu me dei conta, outro barco havia se aproximado da praia e estava bastante próximo de nós. O único homem dentro do barco estava em uma posição privilegiada para me observar.

Eu continuei imóvel tentando não chamar a atenção, mas era tarde demais, pois ele não tirava os olhos de mim. Eu fiquei bastante nervosa, e cheguei quase a ponto de sair correndo dali, mas consegui me controlar, confiando que o Gustavo iria garantir a minha segurança. Aos poucos eu voltei a me acalmar, percebendo que o homem estava apenas me observando, e minha excitação voltou a crescer. Eu comentei com o Gustavo sobre o que eu estava sentindo e ele me encorajou a aproveitar a oportunidade dando uma volta pela praia. Eu demorei alguns minutos para criar coragem, mas acabei cedendo às insistências dele, afinal ele estava apenas insistindo em algo que eu queria ainda mais do que ele.

O Gustavo segurou firme em minha mão e me conduziu pela praia em direção ao grupo de pessoas que estava mais próximo de nós, ainda que bem distante. Eu o acompanhei com o coração disparado, mas disposta a segui-lo naquele desafio. Caminhamos algumas dezenas de metros e aos poucos, algumas pessoas começaram a nos observar e minha determinação de seguir em frente foi perdendo a força. Até que em determinado momento eu parei e não pude mais seguir em frente. O Gustavo então me levou até a água para que eu pudesse relaxar um pouco. Depois de alguns minutos na água, nós decidimos caminhar de volta para o lugar onde estávamos antes. Novamente, a saída da água foi um teste de coragem. Mesmo depois de ter estado nua na praia durante tanto tempo, eu ainda estava muito nervosa com aquela situação. Somente a minha excitação era maior que o nervosismo. Parecia que o mundo todo estava olhando para o meu corpo nu.

Enquanto nós voltávamos para nosso ponto de partida, o cara que estava me observando pulou do barco, nadou até a praia e saiu da água. Ele ficou entre nós e a trilha por onde havíamos chegado àquela praia. Eu fiquei aterrorizada, mas o Gustavo fez seu melhor para me tranqüilizar. Ele me garantiu que aquele homem não nos faria nada na frente te tantas pessoas. Mas aquilo não foi suficiente para diminuir meu nervosismo. Eu não queria seguir em frente, mas também não poderia ficar ali o resto do dia. O Gustavo segurou minha mão ainda mais forte e fez com que eu continuasse caminhando.

O homem aparentemente criou coragem e para meu desespero começou a caminhar em nossa direção. Eu estava a ponto de soltar a mão do Gustavo e sair correndo, mas o meu namorado não iria permitir aquilo. O homem se aproximou e sorriu para nós e disse que estava nos observando há algum tempo e resolveu nos convidar para um passeio de barco. Ele se apresentou como Alberto e disse que estava sozinho e queria companhia. Ele olhou meu corpo sem disfarçar e disse que eu ficaria maravilhosa em seu barco. Mas nem eu nem o Gustavo estávamos dispostos a nos arriscar a entrar no barco de um completo estranho. Nós tentamos ser o mais educado que pudemos e recusamos o convite para a tristeza do dono do barco.

Nós nos afastamos e voltamos para o lugar onde eu estava tomando sol anteriormente. Aquele encontro foi meu primeiro contato com um estranho estando completamente nua, sem contar meu encontro noturno com o irmão do Gustavo. Eu estava extremamente excitada. Mais que em qualquer outro momento até então. Eu estava incrivelmente satisfeita com a minha coragem de permanecer controlada na frente daquele completo estranho, sem nem mesmo tentar me esconder ou cobrir meu corpo com as mãos.

Eu e o Gustavo nos deitamos novamente para relaxar ao sol e aproveitar mais alguns momentos naquele pequeno paraíso. O sujeito do barco permaneceu o tempo todo me observando a curta distância mantendo a minha excitação sempre em níveis altíssimos. Eu comecei a gostar daquela sensação de estar sendo observada em todos os meus mais íntimos detalhes por aquele completo estranho. Eu comecei a imaginar o que teria acontecido se tivéssemos aceitado a proposta daquele homem e tivéssemos aceitado passear no barco.

Eu estava viajando em minhas fantasias e já podia sentir que logo teria um orgasmo quando o cara do barco se aproximou novamente e perguntou se nós não queríamos mesmo dar uma volta no barco. Eu voltei à realidade num susto e meu coração disparou novamente. Pela expressão em seu rosto, acho que aquele homem percebeu o que passava pela minha mente. Eu devo ter ficado muito vermelha, pois podia sentir o calor no meu rosto. O homem estava em pé em uma posição que lhe permitia ver meu corpo em todos os detalhes, e ele não deixava passar nenhum.

Eu me esforcei para não tentar me esconder e permaneci deitada como se não houvesse mais ninguém ali. Ele ficou analisando meu corpo enquanto esperava por uma resposta e eu deixei que o Gustavo decidisse por mim. Como na primeira vez, ele recusou educadamente e agradeceu pelo convite. O Homem visivelmente desapontado pela nossa segunda recusa despediu-se de nós e voltou para o barco. Logo depois o Gustavo me convidou para voltarmos, pois nós já estávamos ali há muito tempo. Ele estava preocupado com a nossa mochila de roupas escondida no meio do mato. Se alguém a encontrasse e a roubasse nós estaríamos com um grande problema.

Eu concordei com ele e nós começamos a caminhar pela mesma trilha por onde havíamos chegado àquela praia e minha excitação estava longe de diminuir. Eu fui contando para o Gustavo o quanto eu havia ficado excitada com aquela experiência e ele me disse que também estava quase tendo um orgasmo. Depois de alguns minutos de caminhada nós chegamos ao lugar onde o Gustavo tinha deixado a mochila escondida e, para nossa sorte, ela estava como havia sido deixada.

O Gustavo me perguntou se eu queria continuar sem roupas até o final da trilha e eu não quis perder aquela oportunidade. Continuamos a caminhada, mas dessa vez não ficamos totalmente livres de incidentes. Pouco antes do final da trilha, demos de frente com um jovem casal que caminhava pela trilha na direção contrária e eu não tive tempo de fazer nada a não ser encarar mais aquele encontro. A garota não ficou muito contente com a minha falta de roupas e o cara fez o que pôde para não olhar para mim, provavelmente para evitar problemas com a namorada. Rapidamente eles desapareceram pela trilha atrás de nós e eu e o Gustavo continuamos em frente, ainda mais excitados que antes.

Quando chegamos ao final da trilha, a praia cheia à nossa frente não permitiria que eu continuasse nua, mas eu ainda não queria que aquela aventura terminasse tão rapidamente. O Gustavo me entregou a canga e eu pedi que ele me ajudasse a amarrar atrás do meu pescoço. A canga era pequena e não deixava muito para a imaginação de quem olhasse para mim. O Gustavo, testando a minha coragem, perguntou se eu estava pronta, e excitada do jeito que eu estava, eu nem pensei duas vezes. Segurei na mão dele e o levei para fora daquela trilha.

O vento suave que soprava do mar era suficiente para fazer a parte de baixo da minha canga ficar o tempo todo levantando, mas somente quem estava muito próximo poderia notar que eu estava nua por baixo da canga. Mas eu sabia da minha situação e aquilo estava me levando à loucura. Para que a canga ficasse "decentemente" comprida para simular, mesmo que de maneira precária, um vestido curtíssimo, ela teve que ser amarrada de forma que não sobrou muito tecido para cobrir satisfatoriamente os meus seios. E com isso, meus seios teimavam em escapar pelas laterais da canga.

Quando não tinha ninguém muito perto eu não me incomodava em cobri-los novamente, esperando a aproximação de alguém para me preocupar com isso. Depois de caminhar por alguns minutos nós nos aproximamos do ponto de ônibus. O Gustavo achou melhor eu recolocar pelo menos a parte de baixo do biquíni. Eu disse que tudo bem, desde que fosse somente a parte de baixo. Eu estava adorando aquela brincadeira...

Ainda na areia o Gustavo me devolveu a parte de baixo do meu biquíni e eu o recoloquei, deixando a canga da forma que estava, pois estava muito excitante usá-la daquela forma, pois boa parte do tempo meus seios ficavam de alguma forma expostos. Não tivemos que esperar muito tempo pelo ônibus e este estava relativamente cheio, pois era quase horário de almoço. Eu pude notar diversos olhares dos outros passageiros do ônibus e o balanço do ônibus contribuiu para a felicidade deles. Meus seios escaparam da canga diversas vezes, e em pelo menos duas ocasiões, eles ficaram um bom tempo expostos para felicidade alguns observadores atentos.

Da mesma forma que naquela manhã, nós tivemos que trocar de ônibus e este segundo estava bem mais lotado. Não havia lugar para sentar e mesmo em pé, a proximidade entre os passageiros era grande, o que facilitou que alguns deles se aproveitassem da situação para passar a mão em mim. Mas havia tanta gente no ônibus que não deu para ver quem havia sido o autor da ousadia. Eu mantive a calma e apesar da minha excitação, continuei firme e não deixei transparecer o que eu estava sentindo.

Quando nosso passeio de ônibus terminou, nós descemos no ponto mais próximo do apartamento. Foi aí que o desafio se tornou maior, pois eu não poderia aparecer na recepção do prédio vestida daquele jeito e eu precisaria colocar a parte de cima do meu biquíni. Só que na rua não daria para fazer isso. A saída foi entrar em uma padaria ali perto e usar o banheiro para me trocar. Quando chegamos no apartamento, os pais do Gustavo estavam de saída dizendo que para ganhar tempo eles iriam almoçar fora e nos deixaram dinheiro para que nós comêssemos onde quiséssemos desde que estivéssemos de volta até as duas da tarde.

Como o Luiz não estava, os pais do Gustavo pediram que ele os levasse até o restaurante e depois que nós tivéssemos almoçado o Gustavo deveria abastecer o carro para a nossa viagem de volta. Eu fiquei sozinha no apartamento para tomar banho e me trocar para ganhar tempo. Assim que eles saíram eu entrei no banheiro e comecei a tomar banho. Logo em seguida eu percebi que a porta do banheiro se abriu e quando eu olhei, o Luiz já estava dentro do banheiro com a câmera fotográfica em mãos tirando fotos de mim.

Eu fiquei paralisada, sem saber como reagir e apenas cobri minhas partes íntimas com as mãos, como na noite anterior. Eu perguntei se ele estava ficando louco, pois o Gustavo poderia chegar a qualquer momento, mas ele parecia bastante confiante de que isso não iria acontecer. Eu pedi que ele saísse do banheiro, mas ele não me deu atenção e continuou me fotografando. Eu tentei abrir a porta de vidro do box para pegar a toalha, mas o Luiz foi mais rápido e pegou tudo que eu poderia usar para me cobrir e jogou no canto banheiro atrás dele. Eu não tinha como nem onde me esconder, pois o vidro do box era completamente transparente. O Luiz se aproximou e disse que não queria fazer nada comigo, queria apenas tirar algumas fotos, pois as que ele já tinha copiado da câmera do Gustavo tinham deixado ele louco de tesão.

Ele chegou mais perto e abriu a porta do box para que o vidro não atrapalhasse e eu me afastei para o canto do banheiro longe da porta. Dava para perceber que ele não estava disposto a desistir das fotos, e àquela altura ele já tinha tirado várias. O que ele disse em seguida me deixou gelada: ele disse que tinha nos seguido de táxi naquela manhã e nos seguiu até a praia onde eu fiquei com o Gustavo. Ele me mostrou algumas fotos que ele havia tirado de mim, e mesmo estando a uma boa distância, dava para ver nitidamente que eu estava completamente nua na praia. Tinha até algumas fotos minhas nua ao lado do dono do barco.

O Luiz sorriu para mim e disse que não adiantava eu fingir estar com vergonha, pois ele sabia que isso eu não tinha. Ele disse para eu relaxar e deixar que ele tirasse mais algumas fotos e ele me deixaria em paz. Eu não estava em posição de contestar o que ele dizia, então eu tirei as mãos que cobriam meus seios e a minha vagina e deixei que ele me observasse em detalhes. Logo ele recomeçou a me fotografar e pediu que eu continuasse meu banho, fingindo que ele não estava ali. Durante uns cinco minutos ele ficou me fotografando e quando a memória da câmera dele ficou cheia ele agradeceu e foi para o quarto dele, fechando a porta do banheiro novamente.

Quando ele saiu, eu estava tão excitada que bastou colocar a mão sobre minha vagina para que eu gozasse no mesmo instante. Minhas pernas ficaram moles e eu precisei me sentar no chão para esperar que as contrações passassem. Quando eu terminei meu banho o Gustavo já estava de volta e foi tomar banho também. Ele nunca ficou sabendo dos meus encontros com o irmão dele.

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