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O Que O Destino Preparou 03

byfatbird20006©

Este conto é totalmente produto da imaginação do autor. Qualquer semelhança entre pessoas, nomes ou situações, só poderia ser uma infeliz coincidência.

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Às 17:10 chegaram ao chalé. Era relativamente pequeno e antigo, mas bonito e sobretudo, tinha uma maravilhosa vista para o mar e um terreno de quase meio hectare, com arvoredo.

"Como vês, é pequenino e modesto, mas era o sonho dos meus pais e tenho-lhe muito carinho e muitas recordações de infância e adolescência. Espera vou abrir a cancela. A garagem é nas traseiras."

"Não está nada mal! O que necessita é uma pintura exterior. E para quê uma casa maior? Gosto muito do terreno e da vista".

Deram a volta à casa por um caminho de terra batida e saibro e chegaram a uma rampa que dava acesso à garagem subterrânea. Rick meteu o carro na garagem, fechou o portão e entraram na casa por uma escada interior.

Entraram e sentaram-se no sofá da sala. Apesar do calor exterior, a sala, que tinha 42 metros quadrados, era relativamente fresca. O chão era de tijoleira artesanal. Em frente do sofá havia uma lareira bastante bonita e uma pele de vaca preta e branca como tapete. Em cima, uma mesa rústica com um cinzeiro de ferro forjado e vidro amarelado. Atrás, uma mesa e um aparador também rústicos. O conjunto era bastante agradável e as cortinas eram bastante adequadas a todo o conjunto. Também havia uma televisão e uma mini aparelhagem de som de boa qualidade.

"Espera querido, vou buscar água fresquinha." -- Antes pôs a tocar um cd de música clássica.

Trouxe uma garrafa de água do Luso que estava no frigorífico e dois copos.

"Ahhh... estava desidratado! Agora, mostra-me a casa."

No piso de baixo, havia uma cozinha ampla sem ser exagerada, uma sala com máquina de lavar, tábua e ferro de engomar e um armário grande. Também havia uma casa de banho completa e uma boa dispensa.

Subiram ao piso de cima e havia três quartos, um deles bastante amplo com cama de casal e casa de banho privativa. Os outros dois, bastante menores, mas muito aceitáveis. Entre os dois havia uma casa de banho com uma porta de acesso para cada um deles. Também havia um escritório, com mobiliário completo de torcidos e tremidos. Rick imaginou o seu velho amigo aí sentado e sentiu-se muito triste.

"Não é tão pequena, meu amor. E está muito bem desenhada. Ah... que são aquelas pequenas luzes que estão junto às portas da casa de banho pequena?"

"Uma engenhoca do teu amigo Armando. Como a casa de banho é acessível desde ambos os quartos, quando corres os trincos acende-se a luz, que é vermelha, para que ninguém tenha que perguntar se está ocupado".

"Simples e inteligente! Como era ele."

"A casa foi toda desenhada pelo pai. Um arquitecto amigo dele fez-lhe algumas correcções e desenhou-lhe o projecto. O que nunca se chegou a fazer foi uma mansarda. Estava nos projectos dele, mas já não houve dinheiro..."

"E é muito segura! Grades por todos os lados, portas blindadas, e o acesso através da garagem também blindado."

"E detrás da garagem há uma adega e uma espécie de arrecadação. O pai trabalhou lado a lado com os operários na construção da casa."

"Tens irmãos?"

"Sou filha única e tu?"

"Eu também! Ou seja, não vou ter... nada!" -- Mari sorriu muito feliz.

"O que é que não vais ter?" -- Ele ficou ruborizado.

"Nada... nada... bem que fazemos agora?"

"Anda! Diz-me o que se te ia escapando."

"Esquece querida. Vem cá!" -- Abraçou-a e acariciou-lhe o cabelo.

"Bem, eu também não vou ter cunhados..."

"És terrível, Mari... deliciosamente terrível." -- Pegou-lhe ao colo e levou-a para o quarto grande. Deitou-a sobre a cama e começou a desapertar-lhe os botões da blusa.

"Querido, estou toda suada, quero tomar um duche. Vens comigo?"

Despiram-se um ao outro e foram os dois para o banho. Estava toda depilada, menos uma faixa vertical estreita e aparada muito curtinha sobre o monte de vénus. Tinha os pequenos lábios e o clitóris bastante proeminentes. Depois puseram a água a correr e meteram-se dentro. Espalharam gel, cada um sobre o corpo do outro.

"Mmmm... que temos aqui?" -- Agarrou-lhe o pénis e começou a ensaboá-lo. "Que coisa tão boa, meu amor!" -- Ajoelhou-se, começou a beijá-lo e depois, meteu-o na boca. Era grande e grosso, sem ser monstruoso. Ele levantou-a.

"Querida, levo mais de seis meses sem sexo. Temos que ir com calma. Não quero dar uma de ejaculador precoce."

"Sei disso, meu amor. Não te preocupes. Quando entrares na normalidade já não te passará. Vem-te à vontade. Eu também levo muitíssimo tempo sem sexo. Temos que reaprender os dois e já nos coordenaremos". -- Entretanto ele massajava-lhe toda a vulva, especialmente o clítoris. Depois o rabinho... e muito suavemente penetrou-o com o dedo.

"Mmmm... ahhh... ohhh... basta... ohhh..." -- Que bom! Ela gostava de carícias no cuzinho.

Saíram do duche e limparam-se um ao outro.

"Onde há toalhas de banho, meu amor?"

"Nesse armário aí à esquerda."

Rick foi buscar uma toalha de banho e colocou-a na cama, transversalmente. Depois deitou-a sobre a toalha, de barriga para baixo, na posição em que tinha posto a toalha. Ela nada disse e deixou-se ficar. Rick foi ao banho e trouxe um frasco de óleo Jonhson, que tinha visto antes.

"Que me vais fazer?"

"Relaxa-te e desfruta..."

Começou a massajar-lhe os pés com óleo. Ela adorou. Nada de cócegas, nada de dor, tudo com uma suavidade impressionante. Aí se deteve uns 5 minutos ou mais. Depois os gémeos. Detectou-lhe uma pequena contractura na perna direita e começou a trabalhá-la para a tirar.

"Ai! Aí dói-me! Sim aí mesmo. -- Ele continuou a massajá-la com movimentos circulares dos polegares. -- "Já está melhor. Onde aprendeste a massajar assim?"

"A curiosidade matou o gato, minha querida! Aprendi e pronto... tiveste alguma câimbra recentemente?"

"Sim há duas noites. Tu andaste com alguma massajista..."

"Já começam os ciúmes?"

"Retrospectivos? Não. Só de futuro, se me deres motivos... Nesse caso serei implacável!"

"Sou homem de uma só mulher. Sempre o fui desde que conheci a Esmeralda e agora espero sê-lo contigo... se isto funcionar, claro."

"Tens dúvidas?"

"Todas!" -- Ela virou-se para ele e viu-o a rir-se. Ele piscou-lhe o olho com cumplicidade.

"Não vale... Mau!" -- Ele voltou a colocá-la de barriga para baixo e continuou a massajar.

Quando chegou às nádegas, de repente ajoelhou-se sobre a cama, com as pernas dela entre as suas e beijou-lhas muito suavemente. Depois, abriu-as com as mãos e passou-lhe a língua no olhinho em movimentos circulares suaves. Lentamente, penetrou-a com a língua, com movimentos longitudinais e circulares alternados.

"Matas-me! Ohhh... Que bom! Nunca me fizeram nada assim... Ohhh. Amo-te!" -- A toalha começava a molhar-se com os seus fluidos vaginais. Que aroma delicioso! Que néctar! -- Pensava Rick. Colocou o polegar e o indicador numa zona da virilha que estava molhada. Esfregou-os um no outro. Parecia clara de ovo. Cheirou e depois lambeu os dedos. Uma maravilha de aroma e de gosto.

Rick ajudou-a a dar-se a volta. Colocou-se entre as suas pernas e chupou-lhe a vulva e o clitóris, até lhe arrancar o seu primeiro orgasmo. Tinha a boca inundada com os seus fluidos mais íntimos. Estava molhadíssima e soborosíssima.

"Rick! Amo-te! Adoro-te! Ahhh... Ohhh... Dás cabo de mim. Mmmm... Ahhh... És o homem com quem sempre sonhei, Rick... Ohhh..."

Mari deu-se a volta e começou a chupá-lo a ele. Ele colocou-a sobre a sua boca, num maravilhoso e espectacular 69. Ambos gemiam e respiravam ofegantes. 13 minutos depois ele inundou-lhe a boca e ela não perdeu nem uma só gota. Ele também a bebeu durante todo o tempo.

Depois deitaram-se juntos muito abraçados e beijaram-se apaixonadamente saboreando esse cocktail de fluidos mútuos, nas bocas um do outro.

"Agora tenta não pensar em nada, meu amor. Relaxação total. Respira fundo e muito lentamente." -- Ela assim fez. Rick sincronizou a respiração com a dela e tentou abstrair-se de tudo. Ambos sentiram que eram um só ser. A união perfeita e absoluta. Fundidos um no outro como duas velas encostadas ardendo juntas. Assim adormeceram.

Acordaram uns 40 minutos depois, ainda abraçados e extasiados um com o outro. Sentiram que se amavam e que estavam feitos um para o outro.

"Adoro-te!" -- Disseram um ao outro, num sincronismo perfeito. Se o tivessem ensaiado, não teria sido tão perfeito. Um caso de telepatia, sem dúvida. Começaram a rir-se da situação e levantaram-se.

"Rick... se nos casarmos, sabes onde gostaria de ir de lua de mel?"

"A Atenas!" -- Ela pensou uns segundos...

"Poderia ser... Mas pensava noutro sitio. Quando entrei na cabina do avião e te conheci, onde estávamos?"

"Sobre Alghero."

"Pois é onde gostaria de ir, está na Sicília, não é?"

"Não. Está na Sardenha. A Sicília está muito mais ao sul, à frente da ponta da bota de Itália e não a sobrevoamos."

Aí, é onde gostaria de casar-me contigo. Aí gostaria de passar a nossa lua de mel, Rick. Como um reencontro contigo, uns quilómetros abaixo do sitio onde te conheci."

"És tão romântica! Eu também sou. Prometido... se, entretanto não te fartares da terceira idade."

"Nunca mais me digas isso." -- Estava emocionadíssima e começou a soluçar. Depois abraçou-o e chorou convulsivamente. Ele estava sem saber o que dizer nem fazer. -- "Não te trocava por dois de 21, meu amor. Mete bem na tua cabeça que isso da diferença de idade, não é nada que tenha nenhuma importância para mim. Às tantas, fartas-te tu de mim! Meu deus! Nem quero imaginá-lo."

"Desculpa, meu amor... Sou um bruto..."

"Não... É que estou muito nervosa, sensível, emocionada... De repente vejo-me com o homem com quem sonho há tantos anos... Sabia que daria certo! Que pena que o pai não esteja aqui para abraçar-nos. Sei que ficaria muito feliz por nós os dois, Rick! Não caibo em mim, de tanta felicidade."

"E a tua mãe? Nunca a mencionas."

"Nunca nos demos bem... e já faleceu há anos. Infelizmente não me deixou saudades. Mudemos de assunto."

Entretanto, o tempo passou e já eram oito horas.

"Que tal se vamos comer uma açorda de marisco a Alcabideche, querida. Gostas?"

"Adoro! É boa aí?"

"A melhor! Conheço a dona desde que comecei a voar em Tires com o meu pai. Nesse tempo, era uma tasquinha muito modesta e hoje é um restaurante e peras! Vais gostar dela. Conhece-me muito bem e quero apresentar-ta. Ficou muito consternada quando fiquei viúvo e quero que saiba que agora começo a ser feliz de novo."

"Tiveste algum... enfim... algum romance com ela?"

"Que disparate! Não estragues tudo com os ciúmes. É uma senhora casada, mais velha que eu e essa barbaridade que disseste é pura e simplesmente inconcebível!"

"Rick... Tenho tanto medo de perder-te!" -- ele abraçou-a com muito carinho e acariciou-lhe o cabelo.

"Tenho medo que no futuro comeces com ciúmes das assistentes de bordo, da dona da loja em frente e sabe deus de que mais... Não deites a perder uma felicidade que começo a adivinhar perfeita! Se vejo que isso vai acontecer, corto com a nossa relação. Não aguento os ciúmes. Nunca atraiçoei a Esmeralda e não o farei contigo. Sou homem de uma só mulher."

"Rick, tem um pouco de paciência comigo..."

"Está bem, mas em tão pouco tempo já tive uma massagista, a dona do restaurante e menos mal que não conheces Claudia, uma monitora do ginásio onde vou, que me persegue em todos os sítios. Podia estar agora com ela, bem claro mo propôs esta manhã. Mas não! Estou contigo e se não me amargares a vida com os ciúmes, contigo quero continuar..."

"Ok. Tens razão... Mas podias ter evitado falar-me dessa tal Claudia."

"Mari, até te conhecer, mantive-me fiel à memória de Esmeralda. E podia ter tido a Claudia na cama todas as noites que me apetecesse. E é bem gira! Mas tu... És tu! E não quero mais ninguém! Mete isso nessa linda cabecinha! Não estragues o que temos. Acabamos de começar algo que é lindo. Não te quero perder. Se não me casar contigo, não creio que o faça com nenhuma outra mulher... sinto-me tão bem contigo! Bem vou reservar uma mesa no restaurante."

"Rick! Acabo te ter uma idéia. O Zeb tem noiva?"

"Tem. Conheço-a. É muito simpática... É como ele de extrovertida. Porquê?"

"Telefona-lhe e falo eu!" -- Rick estranhou o pedido de Mari, mas telefonou-lhe sem fazer perguntas. Já imaginava...

"Zeb? Olá miúdo! Tenho aqui uma pessoa que quer falar contigo." -- Entregou o telefone a Mari.

"Olá Zeb! Sim sou eu... Já jantou? Não? Antes de mais, podemos tratar-nos por tu? Ok. Onde estás? Ai que bem! Estás perto. Estás convidado para jantar com Rick e comigo esta noite e traz a tua noiva. Quero conhecê-la! Não! O prazer é meu. Está bem... é nosso! Passo-te o Rick para que te diga onde é, que eu não tenho nem idéia."

Rick explicou-lhe onde era. Depois telefonou ao restaurante e reservou uma mesa para as 21:15.

"Boa idéia! É um bom amigo. E estava com medo que eu não te telefonasse. Bem insistiu. Esse apostou em ti desde o primeiro momento. Tens aí um bom aliado, sabes?"

Às nove e cinco estavam os quatro à porta do restaurante. Madalena, a noiva de Zeb era realmente muito simpática.

"Cap, parabéns! Você é um homem com sorte... e com muito bom gosto!"

"Obrigada Zeb! Vem cá, que te quero dar um beijo por esse elogio."

"Companheiro" A partir de hoje, sempre que não estejamos em serviço, acabou-se o cap, o chefe e tudo isso. Tratas-me por Rick... e por tu!"

"Porra, cap! Perdão... Rick. Não me dá jeito... bem, lá terei que me habituar..." -- Tinha a testa franzida e via-se que estava pouco à vontade.

Riram-se todos à gargalhada, menos Zeb. O pobre moço ficou vermelho como um tomate e a namorada deu-lhe um beijo na boca, que o deixou ainda mais enrascado.

"Adoro-te, Zeb!"

A dona do restaurante foi simpatiquíssima, como sempre. Sentou-se uns momentos com eles a conversar.

"Espero que me deixem organizar aqui o vosso almoço de casamento. Nesse dia fecho o restaurante ao público."

"Mas... ainda nada está decidido. Acabamos de conhecer-nos..." -- Retorquiu Rick.

"Vocês? Nunca me engano nestas coisas. Não vos dou mais que três meses de namoro... Podem ir já escolhendo as alianças! Já falaremos... Só com vê-los, não tenho nenhuma dúvida. E vocês dois não se riam, que vão pelo mesmo caminho."

"Por mim pode ser já amanhã!" -- Disse Madalena.

"E por mim!" -- Continuou Mariana.

Rick e Zeb olharam um para o outro, com um ar resignado. Zeb aproximou a boca do ouvido de Rick.

"Estamos fodidos, Cap... Perdão... Rick. Estas duas já nos têm filados!" -- O outro riu-se à gargalhada.

"Porra! Podes dizê-lo, puto! Mas eu pelo menos, já tenho padrinho... -- Riram-se os dois.

"Eh! Vocês os dois! Que é que estão para aí a conspirar?" -- Disse Madalena, rindo-se.

"Quem, nós?" -- Dizia Zeb, com ar de miúdo que foi apanhado com a mão no açucareiro.

"Madalena, temos que estar a pau com estes dois. Juntos, são um perigo."

"Se são! Já os conheço há muito tempo..."

O jantar estava delicioso e o ambiente não podia ser melhor.

Quando terminaram, veio um empregado com uma garrafa de champagne metida num frappé, um prato com tâmaras, frutos secos e cinco fluts.

Depois veio Lurdes, a dona.

"Por conta da casa. Quero brindar com vocês!"

Saíram à meia-noite e meia, felizes e contentes.

"Já sabes Zeb... vocês serão os padrinhos de Rick."

"Conta com isso, Mari!" -- dizia Madalena.

"Eh, vocês! Apetece-vos dar um pezinho de dança?" -- Perguntou Zeb.

"Ai Zeb... Não quero ser antipática, mas esta noite não, que estou cansadíssima. Tive uma semana terrível. Mas deixamos a idéia no ar, para a próxima vez. Não te chateias?" -- Disse Mari, que tinha outros planos para essa noite. Não queria ficar-se pelos preliminares...

"Claro que não! Há mais marés que marinheiros. Bem já nos veremos. Obrigado pelo jantar e pelo convite. Avisem-me com tempo, para ir comprando o smoking. Ciao!"

Finalmente regressaram ao chalé. Esperava-os uma noite memorável!

***

"Porra! Esta noite... Imagino como vai cheirar a borracha queimada na cama daqueles dois!" -- Disse Zeb a Madalena na viagem de regresso.

"E na nossa! Ou pensas que me abres o apetite com essa conversa e depois me deixas plantada? Ai Zeb, não posso esperar... Acaricia-me o grelinho, como tu sabes. Quero vir-me agora mesmo. Que tesão! Não, não pares o carro... Bruto! Magoaste-me com a unha... ohhh... Mmmm... Sim... Ahhh... Ahhh... Mais... Mmmm... Ohhh... Um pouco mais a cima! Aí! Não pares... Mmmm... Maravilha! Ohhh... Veeeeeenho-me! Venho-me todaaaaa... Pára! Mais não! Estou muito sensível. Amo-te Zeb! Vamos já para casa!"

Zeb cheirou e chupou os dedos. Delicioso! Soube que ia ter uma noite trabalhosa. Quando Madalena se punha assim era insaciável. A picha quase não lhe cabia nas cuecas imaginado o que ia acontecer à chegada.

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