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Paulo e Marta: Parte 01

byfatbird20006©

Paulo despertou às 8:50 com uma sensação muito estranha. Era um sábado de Julho e estava a gozar umas boas férias de praia no chalé da tia Marta no Algarve, perto de Monte Gordo. Na noite anterior tinha sentido uma forte dor de cabeça e Marta, como sempre, estava atenta para cuidar do seu sobrinho favorito.

"Deita-te, querido. Já te levo um copo de leite e um comprimido que te vai deixar como novo."

Paulo tomou o leite e o comprimido. A partir daí, não se lembrava de mais nada.

Meu Deus! pensou. Que vergonha. E agora que faço?

Aparentemente, tinha tido um sonho húmido. Estava seguro de que não se tinha masturbado, mas ambos os lençóis tinham uma quantidade apreciável de esperma já meio seco mas bem visível. Tinha a impressão de ter sonhado com Marta, por quem sentia uma atracção especial desde muito pequeno. Não se lembrava do sonho, mas a imagem de Marta não lhe saía da cabeça.

Foi à cozinha e preparou um café com leite. A tia, felizmente, tinha saído. Foi ao quarto e derramou propositadamente quase todo o leite na cama, justamente onde estavam as manchas.

Tinha acabado de meter os lençóis na máquina de lavar quando Marta chegou.

"Olá querido! Já estás bem da dor de cabeça?"

Estava linda como sempre. Tinha ficado viúva há dois anos, sem filhos, e aos trinta e três parecia muito mais nova. Os seus sedosos cabelos cor de avelã emolduravam um rosto muito bonito, e os olhos verdes e expressivos acentuavam essa beleza. Vestia uns calções curtos tipo "jeans" que nada escondiam das suas bem torneadas e bronzeadas pernas, e uma blusa de seda que deixava adivinhar as auréolas por baixo do soutien fino que usava. Beijou-a, e sentiu-se fascinado pelo aroma que desprendia. A mistura de "First", o seu perfume favorito, com o seu aroma natural, tinha nele um efeito indescritível.

"Sim, Marta. Obrigado pelo comprimido. Ah... levei uma chávena de café com leite para tomar no quarto e entornei tudo na cama."

Marta riu-se. "Sempre o mesmo desastrado! Já trato disso, não te preocupes."

"Não é preciso. Os lençóis já estão na máquina, limpei tudo e fiz a cama de lavado."

"Está bem. E agora, vens à praia comigo ou tens outros planos?"

Paulo estava no céu. Adorava ir à praia com ela. À praia, ou onde quer que fosse! "Vamos à praia juntos, claro. Que melhores planos podia ter?"

Marta olhou-o muito feliz.

Meteram-se no carro e foram para uma praia que sempre tinha pouca gente. Nesse dia estava completamente deserta.

"Paulo, incomodava-te se eu fizesse um pouco de topless?"

Ele mal podia acreditar. Duma família muito conservadora, Marta era a única que era normal, por assim dizer.

"Eu... Ah... Não... Claro que não... Bem..."

"Prometes que não contas a ninguém? A tua mãe matava-me, sabes?"

"Claro que sei. Como podem duas irmãs ser tão diferentes? Claro que não lhe digo nada, nem a ela nem a ninguém. Tenho 18 anos, mas não sou nenhum fedelho idiota."

Quando a tia tirou a parte de cima, Paulo nem acreditava no que via. Que maminhas tão lindas! Eram firmes e com uma forma espectacular, talvez um 34C, as auréolas maravilhosas, rosadas com uns biquinhos ligeiramente mais claros que pediam para ser chupados.

Paulo deitou-se de barriga para baixo para esconder a erecção que o espectáculo lhe estava a provocar. Marta deu-se conta e resolveu atrapalhá-lo.

"Paulo, pões o chapéu-de-sol, querido?"

"Dá-me um par de minutos, Marta. Estou com uma preguiça... Já vai!"

"Deixa! Eu ponho".

Ele respirou de alívio. Desta já me escapei, pensou, mas não sei como me vou levantar. Concentra-te noutra coisa, Paulo.

"Paulinho, meu amor, pões-me protector solar nas costas?"

Marta estava de barriga para baixo, e Paulo pensou que se podia colocar de forma que ela não visse a tenda que tinha armada no calção de banho"

"OK, mas não me chames Paulinho. Sabes que detesto."

"Brrr... Que frio! Aquece-o primeiro nas mãos."

Ele assim fez.

"Mmmm... Que bem massajas! Isso mesmo. Nos ombros e no pescoço."

Ele não aguentava mais. Afastou-se e ia deitar-se na toalha, quando...

"Então? Não me pões nas pernas?

Paulo estava desesperado. Meu Deus, tem piedade de mim! Começou a espalhar o líquido, quando inesperadamente ela voltou-se de barriga para cima. Durante esse movimento tocou-lhe o sexo, acidentalmente, com as costas da mão. Ele ficou vermelho de vergonha e de excitação. Ela nada disse, como se não tivesse notado nada.

"Põe-me também nos pés, querido. Que bem. Agora sobe e põe-me na barriga e no peito."

Ele já não sabia que fazer. "Mas aí podes pôr tu, não?"

Marta estava divertidíssima com a situação. "Detesto o sentir esse líquido nas mãos. Vá, continua que eu não mordo... Isso mesmo, perfeito. Espera, tens que me pôr nos mamilos. Sabes? É uma zona muito sensível aos raios ultravioleta. Não queres que a tua tia favorita tenha um melanoma, ou queres?"

Que delícia e que suplício ao mesmo tempo. Sentia a firmeza dos seios, e quando lhe massajou os bicos, Paulo notou que se punham duríssimos. Com o calor que fazia só podia ser de excitação. Ela não se dava conta do que estava a fazer? Pobre rapaz...

"Vá, querido, agora é a tua vez. Põe-te de barriga para baixo."

Paulo estava estupefacto. Ela provocava a situação e falava com um ar de inocência que o confundia. "Mas... Não dizias que não aguentavas o contacto com o líquido?"

Ela riu-se. "Detesto, mas tenho que te proteger a pele."

Marta continuou, e quando o mandou virar-se, ele já não disse nada. Era impossível que ela não se tivesse dado conta, e se a ela não lhe importava, ele também faria de conta que não se passava nada.

"Mmmm..."

"Como?"

"Nada, querido... nada. Vamos dar um mergulho."

Deu-lhe a mão e foram juntos para a água, que estava um pouco fria essa manhã. Marta ficou toda arrepiada, mas Paulo pensou que um pouco de frio neste momento era mesmo do que estava a precisar.

No entanto, o frio não lhe baixou a erecção. Marta, uma vez mais num movimento subaquático acidental, tocou-lhe no sexo ao de leve. Tinha de se afastar urgentemente uns vinte ou trinta metros e aliviar a pressão pelo sistema manual.

"Vou nadar um pouco, Marta. Já venho."

Marta abraçou-o com braços e pernas, impedindo que ele se separasse dela. Felizmente, não o roçava no ponto sensível, mas, suplício dos suplícios, foi deslizando pelo seu corpo abaixo até sentir a sua erecção pressionando-lhe a barriga.

"Vais deixar-me aqui sozinha, para que venha um tubarão e me coma?" Beijou-o nos lábios, introduzindo a língua e buscando a dele, que correspondeu encantado ao beijo. A sua mão deslizou e agarrou-lhe o pénis por dentro do calção de banho. "Esta torre está assim por mim? Que honra!"

"Marta... Que me fazes? Oh, meu Deus! Adoro-te! Mas és minha tia, irmã da minha mãe. Não pode ser!"

Ela não lhe fez caso. Tirou o biquíni ou que dele restava, e meteu-lhe uma das aberturas de perna pela cabeça. Depois, com a mão, guiou a glande até à sua vagina e deixou-se escorregar até estar completamente metida.

"Que é que não pode ser? Não gostas da tua Marta? Adoro fazê-lo no mar. Temos muito que agradecer a Arquimedes."

"Devagar. Deixa-me recuperar um pouco que estou super excitado e não quero terminar já."

Ela não lhe fez caso e continuou os movimentos de vai e vem ainda com mais intensidade.

"Fode-me toda, querido. Dá-me essa picha tão boa que tens, meu amor. Vem-te todo. Dá leitinho à tua Marta. Sou a tua puta. Ah... Fode-me toda! Toda! Oh... venho-me toda... Chupa-me as maminhas, meu amor... Sim... Agora os biquinhos, querido... Mmm que leite tão quentinho... Tão bom... Ah... Adoro o sabor do teu leitinho, Paulo."

Finalmente, os seus corpos separaram-se.

O cérebro de Paulo tinha dificuldade em integrar tudo o que acontecera. Só sabia que tinha sido a melhor experiência da sua vida, e sentiu um imenso carinho por ela.

Nadaram uns minutos mais e voltaram a abraçar-se. Nada de sexo, só abraços e beijos, desfrutando de estar juntos.

Passados uns momentos, foram de novo para a areia e deitaram-se à sombra.

"Estou estupefacto! Como se te ocorreu uma coisa destas? E nunca te imaginei a falar assim..."

Ela pôs uma cara muito triste. "Pois é... Sou uma velha e não tinha que ter-me metido com um jovem como tu... Perdoa-me."

"Nada disso. Foi o momento mais feliz da minha vida! Adoro-te, e há muito que te desejo, mas sempre te vi como um sonho inalcançável... Marta, há pouco disseste uma coisa que não percebi nem consigo entender..."

Ela olhou-o, intrigada. "Que foi?"

"Adoro o sabor do teu leitinho". Tens papilas gustativas na vagina?

Marta riu-se às gargalhadas. "Paulo, conta-me a história do leite desta manhã".

"Não percebo."

"Ontem à noite dei-te uma pastilha de valeriana. Fica tranquilo, não é nada de mau. É um calmante natural inofensivo que ajuda a adormecer. Às seis da manhã levantei-me e fui-te ver. O lençol parecia uma tenda de campismo! Não resisti e destapei-te. Tens uma picha maravilhosa, sabes? Chupei-te muito suavemente para que não te despertasses. Vieste-te na minha boca e adorei, mas foi uma quantidade tal, que não te pude beber todo. Adoro o teu sabor, querido. Quando me contaste a história do café com leite nos lençóis, percebi tudo. És muito engenhoso!"

Paulo percebeu então porque associava a figura de Marta ao que tinha ocorrido de noite. Inconscientemente sabia que era ela.

"Marta... Adorei fazê-lo no mar. Quase não pesas, e é uma sensação maravilhosa. Temos que pôr uma coroa de flores no túmulo de Arquimedes. Mas... E se ficas grávida?"

Ela riu-se. "Bem, peço à tua mãe que seja nossa madrinha de casamento. Ou não te casarias comigo?"

Paulo ficou em pânico. A ideia de casar-se com ela agradava-lhe muito, mas apavorava-o a de que a mãe pudesse descobrir a relação entre os dois.

Marta tinha um sorriso de orelha a orelha. "Não te assustes! Não fico grávida. Quando te convidei para vir este Verão e disseste que sim, comecei a tomar anti-conceptivos. Nunca conheci outro homem desde a morte do teu tio. Tu eras perfeito para me satisfazer e eu sabia que te ia satisfazer também. Sei muito bem que me desejas desde há muitos anos. Disfarças mal, sabes? Por outro lado, tu nunca me farias mal, e há tanto animal por aí à solta... Então decidi juntar a fome com a vontade de comer e aqui estamos os dois felizes. A tua mãe ficou tranquilíssima porque o filho está com a tia que o cuida muito bem. Mas anda, vamos para casa. Só de falar disso estou a começar a ter remorsos."

Paulo olhou-a profundamente nos olhos

"Desejo-te, amo-te, e nunca mais quero estar sem ti.".

"Meu querido, isso é uma ilusão que tens agora. Vive o presente e deixa o futuro em paz. Sentes que me amas, e sei que acreditas nisso realmente, mas ambos sabemos que não ia funcionar. Desfrutemos do que temos enquanto ambos o desejarmos. Só pelas pressões familiares já seria impossível, e depois com a diferença de idade..."

Paulo voltou a olhá-la. "Veremos! Lutarei para fazer-te mudar de opinião. Merda para as pressões familiares. E quinze anos de diferença não é muito. A senhora tua irmã que não interfira!"

Tinha só dezoito anos, mas falava como um homem maduro. Marta sentiu um arrepio, e beijou-o nos lábios. Um beijo terno e prolongado. Abraçados, literalmente comendo-se das bocas um do outro.

Depois, em silêncio, foram para o carro.

Continua...

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