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Tempo de Faculdade: Alessandra e Eu

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Estava no meu segundo período de faculdade. Desde o primeiro, estava de olho em algumas meninas (da turma e de fora dela), mas ainda não tinha agido, em parte porquê sou casado e isso refreava meus impulsos. É importante deixar claro que não sou um perfeccionista. Assim, não procuro mulheres perfeitas, louras, de olhos azuis, 90-50-90 de medidas, como as de nossas fantasias. Claro que elas também caem bem, mas muitas vezes mulheres tecnicamente inferiores tem atrativos que compensam a diferença. Assim, notava diversos tipos de meninas (e mulheres), negras, louras, ruivas, altas, baixas, magras, gordinhas. Cada uma tem seu atrativo. Basta saber procurar.

Sem me estender muito, voltemos ao segundo período. Neste segundo período eu estava tendo um contato maior com a turma como um todo, pois um amigo com o qual me dava muito bem mudou de turno. Assim, comecei a me relacionar (e a notar) outras pessoas. Entre estas pessoas estava Alessandra.

Ela era uma negra clara (quase mulata), magra, cerca de 1,70m, bumbum pequeno e seios idem, do tamanho de laranjas, só que em forma de cone. Seu jeito de vestir não era o que se pode chamar de perfeito. Suas roupas eram sempre o que se costuma chamar de "suburbanas", com camisetas com detalhes, saias coloridas e sapatos floridos. Alessandra se maquiava com cores fortes também, usando a moda da época de pintar as sombrancelhas com cores brilhantes mas em pequena quantidade e com batons rosa ou vermelho. Usava esmaltes fortes (por vezes prateados) e às vezes detalhes como "coleiras" de pano (cordões bem apertados no pescoço), que me deixavam louco. Suas roupas eram sempre provocantes, com saias curtas, camisas finas sem sutiã (o que deixava o bico de seus seios estufando a blusa) e sapatos plataforma.

Eu procurava demonstrar meu interesse sem exageros, pois não queria que ninguém percebesse. Também procurava não dar a ela a certeza de minhas intenções, pois como disse sou casado e ela poderia espalhar para todo mundo. Assim, devagar e sempre, dava indiretas e olhares mais demorados, tentando analisar a situação. Alessandra sempre se mostrou receptiva, mas também nunca deixou transparecer nada que pudesse me dar a certeza do que eu queria.

Por muitas vezes, sentava ao lado dela e passava a aula toda roçando o braço no seu. Meus olhares, quando mais demorados, quase sempre eram retribuídos por ela, mesmo que discretamente. Meus sorrisos eram devolvidos. E quase todo dia eu ia com ela até o ponto de ônibus (que era caminho para que eu fosse embora) e puxava assuntos cada vez mais pessoais.

Finalmente, precisamos fazer um trabalho de grupo. Marcamos em uma sala da faculdade (eu, ela e mais 7 pessoas) no início da noite (estudávamos neste turno). Porém, por causa de uma prova de outra matéria, ninguém apareceu. Já eram quase 7 e meia quando eu resolvi ir embora. Quando estava saindo, Alessandra chegou. Ela pediu desculpas pela demora, ao que respondi que não havia o que desculpar, pois não tinha ninguém mais. Ela riu e perguntou se eu não queria aproveitar que estávamos ali e tentar pelo menos começar algo. Eu, claro, disse que sim.

Nossa faculdade, à noite, tem locais bem ermos. Os corredores principais, onde estão as salas de aula, são relativamente movimentados, mas os secundários são quase desertos. Como havíamos marcado em uma sala de estudos, em um destes corredores secundários, não havia mais ninguém por perto. Começamos a discutir sobre o trabalho, um ao lado do outro. Fui chegando perto, e passei o braço por trás da cadeira de Alessandra. Continuei falando como se nada fosse, e observei sua reação . Ela nada disse, e agiu como se nada houvesse acontecido. Depois de algum tempo, cheguei mais perto, encostando a parte de cima de meu braço em seu ombro, e deixando minha mão (do braço que estava por trás dela) repousar de leve no braço dela. Mais uma vez, nenhuma reação, nenhuma tentativa de se afastar. Continuamos a conversar, até que eu encostei o rosto perto do ouvido dela e disse baixinho: "Que perfume gostoso!". Ela estremeceu toda, se afastando um pouco.

Fiquei com medo de ter avançado o sinal, mas ela logo respondeu com o nome do perfume, se virando e sorrindo para mim. Logo depois, se virou de novo, e voltou a enconstar o ombro em meu braço, na posição em que estava, de forma que meu rosto voltou a ficar colado em seu ouvido.

Nessa altura, eu já estava vendo que o gol era uma questão de tempo. Após mais alguns minutos de trabalho, fui deixando minha cabeça encostar na dela, até que estávamos quase de rosto colado. Comecei então a acariciar seu braço, e sua voz estremecia enquanto falava. Não aguentando mais aquela tortura, me afastei um pouco, virei seu rosto devagar com minha mão e tasquei-lhe um beijo sôfrego.

Ela a princípio se assustou um pouco e tentou se desvencilhar, mas com minha insistência logo cedeu e retribuiu o beijo. Minhas mão acariciavam seu rosto, seu braço, suas costas. Minha língua trabalhava loucamente em sua boca, e ela me respondia da mesma forma. Finalmente, resolvi tentar a sorte e comecei a deixar minha mão deslizar para seus seios, bem devagar. Quando já estava quase lá, ela quebrou o beijo e eu achei mais uma vez que ia ficar na mão. Ela, porém, olhou nos meus olhos e perguntou: "O que você quer de mim?" "Você ainda tem dúvida?" , disse sorrindo. Ela sorriu encabulada e me respondeu que isso não era certo, que eu era casado e que ela tinha namorado. Olhou para o chão, como quem está encabulada. Eu segurei seu queixo, erguendo seu rosto, e disse que não existia certo e errado naquele momento, só nós dois. Isso quebrou sua resistência.

Mais uma vez ela sorriu com aquela boca carnuda pintada de batom rosa, e eu novamente a agarrei. Sem resistência, desta vez, minha mão mais uma vez escorregou para seu seio, por cima da blusa, e ao chegar lá ela soltou um gemidinho. Eu comecei a apertar e beliscar o biquinho que já estava mais do que duro por cima da blusa, enquanto ela me beijava e deixava suas mãos escorregarem pelas minhas costas.

Comecei a puxar a alça de sua camiseta, descendo um de seus braços para que eu pudesse tirar a alça. Depois, tirei o outro e a camiseta escorregou pelas suas pernas, até cair no chão aos seus pés. Parei um pouco de beijá-la para admirar seus peitinhos, tão pequenos mas tão eróticos. Alessandra mais uma vez se mostrou tímida, corando e perguntando o que eu estava olhando. Respondi que estava matando uma vontade que eu tinha desde que a tinha visto pela primeira vez com uma camiseta como aquela. Ela ficou mais vermelha e disse que eu estava mentindo, que seus seios eram muito pequenos. Eu disse que eram do tamanho certinho de minha boca, e caí de língua em cima de um deles.

Lambi, mordi, chupei, coloquei-o todo na boca, enquanto ela gemia de olhos fechados, apertando minha cabeça contra seu peito. Comecei a apertar sua bunda com minhas mãos, e ela gemia cada vez mais alto. Parei um pouco e comecei a tirar a roupa. Tirei a camisa, o sapato, as meias e a calça, ficando apenas de cuecas. Meu pênis já empurrava a cueca de forma que chegava a doer, e ela olhava de soslaio para ele, mais uma vez tímida. Me aproximei de novo de Alessandra, novamente a abraçando e beijando, sentindo como era bom estar com meu peito nú junto ao dela, sentindo aquelas laranjinhas se esfregando em mim. Minhas mãos esfregavam suas costas, iam até sua bundinha, apertavam, voltavam até suas costas.

Alessandra já perdia a timidez, levada pela libido cada vez mais incontrolável. Pedi então no seu ouvido para que ela tirasse o resto da roupa. Ela se afastou um pouco, e começou a descer a saia, tirando depois o tamanco e por fim a calcinha. Que visão! Aquela negrinha deliciosa, toda pequenina apesar de seu 1,70m, nua, todinha prá mim. Arriei minha cueca, deixando meu mastro pular para fora, e sentei em uma cadeira. Pedi então que Alessandra viesse até mim. Ela veio relutante. Peguei suas mãos e forcei-a para baixo, fazendo-a ficar de joelhos em minha frente. Pressionei então minhas mãos em sua cabeça, fazendo-a entender que queria que me chupasse.

Ela abaixou relutante, mas pegou meu pau com sua mãozinha pintada de esmalte azul e começou a massageá-lo. Fazia devagar, sem olhar para mim. Não aguentando mais aquela tortura, apertei sua cabeça com mais força, e ela finalmente abaixou, abrindo sua boquinha e engolindo minha pica. Começou então a chupar enquanto subia e descia com a cabeça, acompanhando com a mão seus movimentos, tocando uma punheta de enlouquecer. Logo eu estava prestes a gozar, depois de toda aquela esfregação.

Segurei sua cabeça com força e comecei a fuder sua boca, colocando tudo. Sua mãozinha continuava a me bater uma punheta, e logo eu estava no limite. Segurei sua cabeça e meti tudo, gozando como louco. Alesandra, sentindo meu jato, tentou tirar mas eu não deixei, segurando com força. Ela tentou não engolir mas não conseguiu, acabando por se engasgar e deixar escorrer minha porra abundantemente pela sua boca e queixo, molhando seus seios. Soltei sua cabeça, e ela me olhou assustada, toda suja, boca, queixo, nariz e seios. Vendo aquela carinha de puta toda borrada de batom e porra, meu pau que estava murchando começou a crescer de novo.

A fiz levantar e sentar em meu colo, sobre minhas pernas, e perguntei se a tinha assustado. Ela disse que ja tinha feito sexo oral com o namorado algumas vezes, mas que ela nunca havia deixado ele terminar em sua boca. Pedi desculpas e disse que havia perdido o controle, mas ela me disse que estava tudo bem, que foi só o susto, mas que havia gostado. Disse a ela então que ela estava parecendo uma puta, com aquela boca borrada de batom por ter chupado meu pau, aquela porra escorrendo pelo queixo e pelo peito, e aquele cheiro gostoso de perfume. Ela abaixou os olhos envergonhada, e disse baixinho: "Eu adorei ser sua puta. Quero que me trate como uma, isso me excita muito".

Ouvindo isso, perdi todas as estribeiras. Levantei com Alessandra no colo. A coloquei de pé em frente a mesa, de costas para mim, e forcei sua cabeça de forma que ela deitasse o tronco na mesa. Peguei sua calxinha e seu sutiã e amarrei seus braços, um em cada pé da mesa, deixando-a a meu bel prazer. Disse então que ela teria que me implorar para fudê-la. Ela me olhava envergonhada. Disse então que uma boa putinha tem que saber pedir por uma rola. Fui até atrás dela e lhe dei uma palmada, com força. Ela deu um grito, pois não esperava, mas não disse nada. Repeti então a ordem para que ela implorasse, dando mais um tapa em sua bundinha gostosa. Ela estremeceu, e disse baixinho: "Por favor, transe comigo".

Eu disse que puta não falava assim, e dei mais uma palmada nela. Ela estremeceu de novo, reuniu toda a sua coragem e me disse: "Mete sua pica na minha buceta, por favor." Ouvindo isso, fui para trás dela e meti com toda a força, de uma só vez. Comecei meu vai-e-vem naquela grutinha encharcada de tesão, e Alessandra dava gritinhos cada vez mais altos: "Ai... Ai... AAaaiii. Aiii.. Mete na sua puta! Mete esse caralho duro no meu buraco... Uii... Isso, meu dono... Fode sua vaca... Fode sua putinha... Aiiii!!!". Eu fiquei louco, e comecei a meter com toda a força. A impressão é que meu saco ia entrar junto com meu pau. Acelerava cada vez mais, e Alessandra gritava tão alto que eu comecei a ficar preocupado que alguém ouvisse: "Meete!!! Mete mais!!! Me rasga!! Rasga a buceta da sua cadela!!! Isso, meu gostoso!!! Mete o pau em mim!!! Eu sou sua puta rampeira!!! AAAAAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIII!!!!!!!!!!!"

De repente, Alessandra gozou loucamente, estremecendo toda mas sem poder se levantar por causa de suas mãos amarradas. Um líquido viscoso jorrou de sua buceta, chegando a molhar o chão. Continuei metendo como louco, e Alessandra gozou ainda duas ou três vezes, sempre gritando como louca, até que resolvi que era hora de gozar. Porém, a hora estava passando e eu não queria ir embora sem experimentar aquele cuzinho apertado, aquela bundinha pequena e apetitosa.

Tirei o pau de sua buceta e sem nenhum aviso meti no cuzinho, enterrando metade do pau de uma só vez. Alessandra deu um grito lancinante de dor, e pude ver lágrimas molhando a mesa. Porém, ela nada falou. Comecei a tirar e colocar devagar, dizendo que puta que se preza tem que dar o cú, que uma vagabunda rampeira como ela tem que saber o que é uma rola na bundinha, e coisas assim. Isso a fez relaxar e logo ela estava de novo rebolando em meu pau. Eu não aguentava mais, e acelerei cada vez mais, enterrando tudo no cuzinho apertado dela. Em um minuto, eu não aguentei mais e gozei feito louco naquele buraquinho apertado, enquanto puxava os cabelos de Alessandra como se estivesse montando uma égua. Sentei em uma cadeira, totalmente esgotado, e lá fiquei por alguns minutos, deixando Alessandra amarrada na mesa.

Finalmente me levantei e a soltei. Ela me abraçou e se esfregou em mim, me dando um beijo na boca. Me disse então baixinho que tinha sido maravilhoso, muito melhor que as transas com o namorado dela (que até aquele dia era o único com quem ela tinha transado). Disse também que era virgem de bundinha, e que apesar da dor e do susto tinha gostado. Pedi desculpas pela brutalidade, mas ela disse mais uma vez (sem olhar em meus olhos e ruborizada) que ela adorou ser tratada como puta.

Nos vestimos e Alessandra foi ao banheiro (com cuidado para não ser vista) lavar o rosto e ajeitar a maquiagem (que estava toda borrada). Finalmente, fomos embora, não sem um longo e molhado beijo (que quase nos levou a outro round) e a promessa dela de que logo, logo iríamos a um motel para fazer as coisas com mais conforto. Eu a deixei no ponto do ônibus, onde trocamos um último beijo, e fui embora. No caminho de casa, pensava o quanto esperei por aquele dia, e comecei a pensar em meu próximo alvo. Mas isso é uma outra história, que dependendo do retorno que eu tiver desta logo, logo estarei contando...

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