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Tudo que meu Mestre mandar... 02

bylanaangel©

Eu permanecia de quatro, aos pés do meu Mestre, sentindo o leve deslizar da mão de seu amigo e também Dom -- a quem eu deveria servir e agradar essa noite -- em meu traseiro nu por intermináveis minutos. Depois de alguns segundos eu já podia sentir meus olhos arderem com lágrimas não derramadas, ao ouvir um carro se aproximar.

Eu desejava me levantar e de alguma forma encobrir minha nudez, mas sabia que não poderia me mover, se meu Mestre não permitisse e antes mesmo que eu conseguisse implorar por sua piedade, ele falou alto e claro:

-- Não se mexa!

Eu fechei os olhos e com o coração a ponto de saltar do peito ouvi o carro se aproximar cada vez mais e felizmente, passar por nós sem parar. Mais uma vez meu Mestre abaixou até que seus olhos estivessem à altura dos meus.

-- Você está com medo? -- perguntou enxugando uma lágrima que eu nem mesmo havia percebido que tinha derramado e com um sorriso brincando em seus lábios.

Assenti sabendo que isso aumentaria e muito a probabilidade de que ele me obrigasse a continuar aqui até que algum carro me notasse e resolvesse parar.

-- O medo à deixa ainda mais entregue a mim, Laura e eu adoro isso!

Oh sim! Eu sabia o quanto o fato de me amedrontar o excitava e para ser bem honesta o medo ao lado dele, sempre vinha acompanhado de uma excitação sem tamanho para mim também, mas estávamos em uma situação nova, em todos os sentidos, e por mais que fosse impossível negar o pulsar entre minhas pernas, eu estava muito mais do que amedrontada, eu estava apavorada.

-- Por favor, Mestre!

-- Essa noite eu vou testá-la... -- ele continuou como se não tivesse me ouvido implorar. -... E eu vou forçar um pouco seus limites, Laura. -- ele passou uma mão por meus cabelos, afastando-os do meu rosto, como a acariciar um cão obediente. -- E se vou fazê-lo é porque sei que você está pronta! -- Ele se levantou e displicentemente deixou que sua perna direita ficasse um pouco a frente da sua esquerda. Eu sabia o que aquilo significava. -- Você confia em mim, Laura?

Meus lábios tocaram docemente o couro de seu sapato para logo em seguida repousar minha bochecha sobre seu pé.

-- Muito bem! -- Ele remexeu seu pé e eu imediatamente voltei a me colocar de quatro. -- Você irá com Elias essa noite... -- inconscientemente minha cabeça se levantou e eu o encarei. Ele olhou-me severamente e eu me senti estremecer. -- E fará tudo o que ele mandar, eu vou assisti-la, Laura e não preciso dizer que seu castigo, caso me decepcione, será severo.

Com isso, Elias, prendeu sua mão em meu cabelo e o puxou de forma a forçar minha cabeça para o lado onde ele estava e continuou a puxar até que eu me mexi em sua direção. Ele nada disse, mas eu entendi que deveria segui-lo. Antes que eu houvesse alcançado a metade da rua, pude ouvir o carro de meu Mestre ser ligado ao mesmo tempo em que outro carro se aproximava.

Elias voltou a agarrar e puxar meu cabelo, fazendo-me parar.

-- Nunca se atravessa a rua na frente de um carro. -- ele disse baixo, mas em sua voz estava claro o prazer de fazer-me esperar pela passagem do carro. Da forma em que parei, eu a seu lado direito, seria a primeira a ser vista por quem quer que estivesse dirigindo.

Todo o meu corpo tremia e isso o estava deixando ainda mais satisfeito.

-- Oh Laura, assim você parece mais uma gatinha assustada do que a cadela que eu sei que é. -- Sua frase chegou ao final no momento em que o barulho de pneus freando se fez ouvir.

O carro havia parado assim que nos viu um pouco a nossa frente, o que nos deixou o caminho livre. -- Agora nós podemos continuar... -- para enfatizar sua ordem, sua mão desceu fortemente sobre minhas ancas nuas.

O estalo de sua mão, juntamente ao meu grito surpreso, ecoou pela rua.

Eu comecei a me mexer, tendo o cuidado de manter a minha cabeça o mais abaixada possível, enquanto ouvia vozes excitadas se dirigindo a nós.

-- Uma cadelinha no cio, cara! -- um dos homens no carro comentou colocando sua cabeça para fora da janela.

-- Olha aquela bundinha empinada... -- outra voz se fez ouvir.

Apressei o máximo que podia meus movimentos, desejando chegar o quanto antes ao carro de Elias.

-- Ow cara, você podia nos deixar ter alguma diversão com ela!

Meu Senhor nada respondeu, apenas continuava a caminhar ao meu lado até que alcançamos a porta do motorista.

-- Qual é cara? Você tem uma puta aí... Podemos fazer uma festinha!

Elias abriu a porta do motorista e eu imediatamente comecei a me pôr de pé.

-- Eu não mandei que se levantasse! -- Ele recostou-se ao lado da porta aberta e abaixou seu olhar até encontrar o meu. -- Entre... Como uma cadela.

Eu hesitei por um segundo, não porque não havia entendido seu pedido, mas porque sabia que para atendê-lo teria que por minhas mãos sobre o estofado do banco do carona e logo em seguida, uma perna e depois a outra, o que não seria um grande problema, se os homens no carro não tivessem uma vista privilegiada do que estava acontecendo.

-- Haha ele está brincando um pouco com ela...

-- Talvez fosse melhor você se apressar... -- Meu Senhor comentou divertido e eu pude perceber que ele estava mesmo aproveitando e apreciando a situação.

Resignada me dirigi até a porta do carro e lentamente -- muito mais lentamente do que eu desejava, consegui adentrar o carro.

-- Eu posso ver a sua buceta daqui, vadia!

-- Mas que puta gostosa!

Eu me arrastei até o banco do carona e permaneci na mesma posição. De quatro, com meu traseiro voltado para a porta do motorista que continuou aberta por minutos suficientes para que eu fosse capaz de ouvir o entusiasmo na voz dos ocupantes do carro em mais umas 10 ou mais frases.

O barulho da porta se fechando me fez saltar em meu lugar.

A mão de Elias subiu por uma de minhas pernas e deslizou por minha fenda, fazendo-me estremecer.

-- Parece que você gostou de se exibir! - ele apontou e só então me dei conta da umidade que escorria de meu centro pulsante.

Seu toque deixou meu corpo e foi inevitável não soltar um muxoxo de insatisfação.

-- Sente-se!

Meus músculos reclamaram ao tentar me mexer, provavelmente por ter estado bastante tempo em uma posição desconfortável. Com algum esforço e tomando o maior cuidado possível para não atingir o meu Senhor acidentalmente, sentei e coloquei o cinto de segurança. Por minha visão periférica pude ver que o carro continuava parado no meio da pista e dois homens gesticulavam obscenidades em nossa direção, certamente dirigindo-se a mim.

-- Mantenha suas pernas bem abertas! -- Elias ordenou dando partida em seu carro. Ele nem mesmo dirigiu um olhar para o carro onde dois estranhos se excitavam pela cena presenciada. -- Abra o porta luva.

Eu obedeci prontamente e encontrei uma grossa e pesada coleira de aço com seu nome gravado.

-- Você vai usá-la essa noite...

-- Posso vesti-la agora, Senhor? -- pedi incerta de como agradá-lo.

-- Isso me agradaria, Laura. -- eu assenti posicionando a coleira em meu pescoço, sentido o aço gelado incomodar um pouco a minha pele. -- Ainda no porta-luvas você vai encontrar um cadeado, use-o.

Usando o tato, prendi o cadeado a coleira, mantendo-a presa ao meu pescoço, até que meu Senhor resolvesse tirá-la.

-- Agora minha cadelinha, você está pronta pra mim... -- seu olhar em nenhum momento deixou a estrada, mas eu fitava seu perfil, ansiosa para servi-lo. -- Afaste os braços de seu corpo... Eu quero livre acesso.

Coloquei minhas mãos atrás da cabeça e esperei. Por longos minutos. Ele nada fez, a não ser continuar a dirigir. Quando meus braços já estavam doloridos e dormentes, paramos em um sinal vermelho e ainda sem me olhar, ele lentamente retirou o cinto que prendia sua calça e o dobrou. Minha respiração se tornou ofegante no mesmo instante.

O Sinal ficou verde, mas antes que Elias voltasse a dirigir, seu cinto atingiu meus seios, provocando ardência e dor. Talvez porque ele tenha agido deliberadamente, o que me fez esperar pelo que veria, nenhum gemido foi emitido.

Meu Mestre havia me ensinando a não choramingar quando apanhasse, a não ser é claro que ele desejasse isso, e a forma que ele usava para me fazer saber quando ou não gemer, era a força com que seu chicote descia sobre mim.

Mas, naquela noite, Elias me ensinou que diferente de meu Mestre, ele queria ouvir meus gemidos, quanto mais dor eu demonstrasse melhor. E ele me ensinou isso ao fazer seu cinto encontrar a pele da minha coxa com tanta força que involuntariamente minhas mãos se dirigiram a parte atingida. A marca mais vermelha do que o normal, na minha pele branca, deixava claro sua intenção. Seu cinto voltou a me atingir, agora em minhas mãos e ele esbravejou:

-- Eu não mandei que saísse de sua posição! -- Eu mal havia levantado meus braços quando seu cinto voltou a me encontrar. E a lição continuou por todos os outros sinais que havíamos passado.

A cada nova cintada eu podia sentir minha excitação aumentar. Não havia dúvidas de que se minhas pernas estivessem unidas, estariam completamente meladas a essa altura.

Minha mente estava tão nublada pela dor e pela excitação que mal percebi quando Elias parou o carro e, acionando um controle remoto, abriu um portão de garagem.

-- Você não sabe o quanto eu quero surrá-la, Laura... -- sua boca estava próximo ao meu ouvido e eu podia sentir seu hálito atingindo e arrepiando minha pele. -- Eu quero surrá-la, até cada pedacinho desse seu corpo branco fique marcado.

Ele conduziu o carro por mais alguns metros e finalmente o desligou ao alcançarmos o interior da garagem. Ele soltou o meu cinto de segurança e abriu a porta do carona, forçando seu corpo sobre o meu, roçando propositalmente meus mamilos intumescidos. Eu aguardei sentada até que ele me dissesse para sair.

Um sorriso torto contornou seus lábios.

-- Realmente bem treinada!

Eu corei, satisfeita por ter sido bem ensinada e principalmente por estar agradando ao meu Senhor e consequentemente ao meu Mestre.

Porém a satisfação logo deu lugar ao êxtase e a surpresa ao sentir seu cinto descer mais uma vez sobre mim, agora atingindo, certeiramente, a minha intimidade. Um urro de dor brotou de minha garganta e lágrimas escorreram livremente por meu rosto, ao mesmo tempo em que sentia os meus músculos internos se contraírem e espasmos percorrem meu corpo.

Meu corpo era fácil demais de ser lido para que ele não percebesse meu ápice ser atingido.

-- Esse foi um orgasmo fácil, Laura! Não espere mais disso essa noite... -- ele disse enquanto eu ainda chorava baixinho sentindo a dor se alojando, quase como se nunca mais fosse embora.

-- Você fica linda assim... Toda marcada! -- Ouvir sua voz trouxe-me de volta ao aqui e agora.

Com a palma das mãos limpei meu rosto e sai do carro, colocando-me de joelho aos pés do homem parado a minha frente, o mesmo a quem eu amava incondicionalmente e confiava plenamente.

-- Mestre!

-- Mas ainda há tanto para marcar. -- Ele pareceu lamentar. -- Levante-se, Laura, e vá com seu Senhor, ainda há tanto que ele deseja te ensinar essa noite.

Coloquei-me de pé e antes de me encaminhar a Elias, que estava um pouco distante, parado de frente para uma porta, lancei um olhar suplicante ao meu Mestre.

Abaixei minha cabeça e comecei a andar para longe dele.

Ele acompanhou meus passos e antes de alcançarmos a entrada da casa, me disse:

-- Confie, anjo! Seu Mestre está aqui.

...

Caminhei em direção à porta por onde o meu Senhor por aquela noite, Elias, havia passado ciente do olhar de meu Mestre preso em meu corpo, as minhas costas. Eu não saberia dizer se ele admirava a forma como eu, propositalmente, rebolava a sua frente ou as marcas recém-feitas em minha pele. O seu riso baixo e debochado me fazia acreditar que fosse uma junção das duas coisas.

-- Não me tente, Laura. -- Sua voz rouca era capaz de me provocar arrepios de expectativas, especialmente quando soava baixa e intimidadora como nesse momento. -- Você não se esqueceu a quem deve servir essa noite, não é?

Eu posso estar enganada, mas acredito ter notado uma ponta de desafio em sua voz.

-- Aos dois, Mestre! -- Respondi prontamente, mas tenho certeza que ele foi capaz de notar a minha sutil apreensão.

Havíamos chegado a uma ampla sala, que se encontrava em penumbra. Permiti que meus olhos corressem pelo local, enquanto aguardava por ordens.

-- Venha aqui... -- Elias disse do outro lado da sala, recostado a uma parede, próxima a entrada do que eu imaginava ser um corredor.

Enquanto caminhava, lentamente, em sua direção, observei que ele, agora, vestia apenas uma calça jeans com o botão aberto que me permitia visualizar o cós de sua cueca, assim como todo o seu peitoral, que só agora notei ser musculoso, mas não de forma exagerada. Apesar de, em minha concepção, não conseguir compará-lo a beleza inebriante de Pedro, ele era bastante atraente. Minhas mãos coçaram para tocá-lo.

Eu parei a sua frente e inclinei minha cabeça em direção ao chão.

-- Meu amigo... -- Elias falou a Pedro. -- Você tem uma cadelinha bem treinada. -- Sua mão deslizou, por alguns segundos, por meu cabelo até se firmar em minha nuca, onde entrelaçou seus dedos nos fios e puxando-os me fez encará-lo. -- E eu, aqui, ansioso por castigá-la! Ao que parece, terei que me contentar com uma cena.

A forma como ele falava aliada a expectativa era o suficiente para me deixar completamente excitada. Ainda com sua mão, fortemente, posicionada em minha nuca, ele me guiou pelo pequeno corredor até uma das portas, que revelou um quarto amplo e bem iluminado.

A visão rápida que tive dos apetrechos existentes no quarto fez meu coração saltar.

Ele me fez ajoelhar no centro do quarto, bem de frente para um sofá de couro negro, onde Pedro se sentou despreocupadamente.

Eu não poderia saber o que Elias estava fazendo, mas sabia pelo pequeno vislumbre do quarto que havia tido que, as minhas costas, existia uma mesa de madeira ornamentada com alguns acessórios para o nosso jogo. Eu não poderia dizer com exatidão tudo o que havia sobre a mesma, mas pude distinguir, claramente, três ou quatro chicotes diferentes.

Eu nem mesmo havia recebido o primeiro açoite e já podia sentir minhas nádegas quentes, provavelmente pela expectativa.

Olhei para o meu Mestre e reparei em seu olhar preso no lado oposto do cômodo, onde, provavelmente, seu amigo estava.

-- Coloque suas mãos atrás de sua cabeça, deixando seus braços erguidos. -- A ordem veio das minhas costas.

Obedeci, mas mantive meus olhos presos em Pedro, que agora devolvia o meu olhar. Ele fez um gesto negativo com a cabeça e eu tombei a minha.

Delicadamente, dedos percorreram a extensão dos meus braços e eu sabia que a caricia partia de Elias já que, mesmo com a cabeça abaixada, eu ainda podia ver os pés de meu Mestre. Uma das pernas foi cruzada sobre seu joelho e o barulho de seu corpo contra o estofado do sofá me fez sabe que ele relaxava, apreciando a cena a sua frente. Senti a pele de meu braço sendo esticada para logo em seguida ser pressionada. A leve picada de dor provocada por prendedores não me era estranha, já que esse era, sem dúvida, um dos acessórios prediletos do meu Mestre. Na verdade, eu a apreciava e muito. A sensação de ter vários deles presos em minha pele era deliciosamente erótica e refletia diretamente em minha intimidade.

Com minha cabeça abaixada, não conseguia saber o que Elias preparava para mim, mas ele, certamente, sabia o quanto me sentia excitada, já que mesmo me esforçando ao máximo para me manter parada, vez ou outra, durante os minutos que se seguiam, eu me remexia inquieta tentando conseguir alguma fricção entre minhas pernas.

Eu só percebi o que aconteceu quando um grito de surpresa deixou meus lábios após ter alguns dos prendedores arrancados de meu braço com um movimento rápido da chibata.

Involuntariamente, meus olhos procuraram por Elias e eu o encontrei parado a minha frente. Ele deslizou a sua mão livre pelo meu braço, antes de voltar a acertar os prendedores restantes, repetindo sempre o processo de deslizar seus dedos pela área atingida.

Era delicioso e dolorosamente excitante. Ele repetiu o mesmo processo de colocar os prendedores em minha pele, agora em meus seios, após me colocar de pé.

Eu tremia ligeiramente enquanto continuava a esfregar minhas pernas na tentativa de aliviar um pouco da excitação que sentia.

Elias voltou a se colocar às minhas costas e com uma mão puxou o meu cabelo de forma que minha cabeça se recostasse em seu peito, enquanto a outra deslizava por minha barriga.

-- Você é uma cadelinha obediente, Laura?

-- Sim... sim, Senhor! -- Respondi com um sussurro ao senti sua mão descer um pouco mais.

-- Então, você ficaria bem paradinha, da forma que eu a deixar, certo?

Eu pensei em vocalizar a minha resposta afirmativa, mas ele escolheu esse momento para permitir que seu dedo tocasse meu sexo úmido. Eu simplesmente não consegui pronunciar nenhuma palavra.

-- Excitada demais para responder e obedecer o seu Senhor? -- Ele questionou se afastando e, no segundo seguinte, senti o calor de sua mão ao atingir, fortemente, meu traseiro.

-- Não, Senhor! -- Respondi prontamente.

Eu podia sentir meu coração acelerado e o calor que emanava de meu próprio corpo.

-- Afaste as pernas.

Eu obedeci imediatamente.

-- Mais! -- ele bradou impaciente.

Eu voltei a afastar as minhas pernas, o máximo que podia, me mantendo em pé.

-- Agora volte a colocar suas mãos sobre a cabeça. -- Antes mesmo que o movimento fosse finalizado, ele estava a minha frente, sua mão em meu queixo, me fazendo olhar nos olhos dele. -- Eu a amarraria... -- Um sorriso travesso surgiu em seu rosto, como se o pensamento o agradasse e muito. -- Mas, quero testar sua obediência. -- Elias deu um passo para trás e eu pude ver que agora ele tinha um flogger em sua mão. Ele o acariciou delicadamente, antes de sair da minha frente, me premiando com a visão memorável de Pedro, ainda sentado no confortável sofá, mas agora com uma de suas mãos deslizando por sua gloriosa ereção. -- Não se mexa!

O aviso veio um segundo antes de sentir o primeiro golpe.

Meu corpo estremeceu, mas de alguma forma eu consegui me manter parada.

Eu podia sentir a pele de minhas ancas, costas e coxas esquentar conforme o açoite continuava, assim como a evidencia de minha excitação que começava a escorrer por minhas pernas.

-- Por favor, Senhor... -- Choraminguei quando o flogger atingiu a região intima entre minhas pernas.

Como resposta ele voltou a atingir meu sexo, com um pouco mais de força. Eu saltei com a dor e gemi alto.

-- Não fuja do meu chicote! -- Elias me repreendeu e eu voltei, com muito custo, a minha posição enquanto murmurava:

-- Perdão, Senhor!

Ele voltou a minha frente e pude ver no momento em que ele se preparava para manejar, mais uma vez, o chicote. Por um segundo imaginei que ele atingiria meus seios, me livrando dos prendedores que permaneciam firmes ao redor de meus mamilos, mas seu açoite desceu sobre a minha barriga, me fazendo estremecer.

-- Você é uma cadelinha obediente. -- Ele elogiou e aproximou seu rosto do meu. -- Me diga, peça ao seu senhor o que desejar e, talvez, eu lhe dê...

-- Oh, por favor... -- Implorei sentindo o meu tronco voltar a ser açoitado. -- Mais!

Eu nem mesmo sabia se estava implorando por mais de seu chicote ou de sua mão deslizando por meu corpo ou por, quem sabe, permissão para alguma libertação. Mas, ele parecia saber já que interrompeu o constante contato do chicote em minha pele e o usou para me preencher.

Gemi incoerente.

-- Peça, minha putinha.

-- Por favor, senhor! -- Fechei os olhos apreciando a sensação do cabo do chicote deslizando por minha umidade. -- Eu... Preciso... Por favor, me deixe gozar, senhor!

Ele sorriu para mim e se afastou, me deixando ainda mais desejosa.

-- Não tão cedo. Não tão fácil. Você não se esqueceu que tem dois senhores para satisfazer hoje a noite, não é?

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