Madalena

byGongonhama©

Em abandono no húmido couro da poltrona, senti o corpo da rapariga retesar-se. Gemia o seu prazer em expirações puxadas do fundo dos pulmões, que lhe ondulavam docemente o ventre e as ancas. A sua vagina viscosa apertou-me e pulsou, uma e outra vez, e eu enlouquecia.

Gemeu mais alto, quase num grito. Fechou vigorosamente as coxas, aprisionando-me quase dolorosamente dentro da sua carne, e com o atrito entre os nossos corpos aumentado, deu três saltos nas minhas virilhas, caindo cada vez com mais violência. Estremeceu descontroladamente, e com um último suspiro já gritado anunciou os nossos orgasmos.

Deslizei as mãos ao longo das suas coxas, juntando a fina película de transpiração em gotas olorosas, perfumando-me com o seu cheiro. Pousei a húmida palma da mão na abóbada do monte de vénus, coberto da mais suave, molhada penugem, e esfreguei uma firme carícia. Animalzinho encurralado, tomado e rendido. Assustada com a sua rendição. Tremia com um prazer que a apanhava de surpresa. Um pequenino orgasmo. E outro. E o meu coração derretia por esta doce rapariga. Jovem mulher. Ninfa de sensualidade. Júlia, minha filha amorosa.

Foi com naturalidade que se tornou em minha amante. Já se havia entregue às doçuras da cama com a minha esposa. Sua mãe. Mas deixem-me começar pelo princípio. Quando ela descobriu a sua paixão. Anormal. Proibida.

Ou ainda antes. Quando eu descobri a minha.

Eu já não era um estranho ao incesto. Descobri cedo o corpo feminino na minha irmã. Dois anos mais velha que eu, desenvolveu uma curiosidade obsessiva pelo corpo dos rapazes, assim que no seu grupo de amigas descobriu o próprio corpo e o prazer que dele podia obter. E o único varão disponível em que ela podia confiar, até manipular, o único que faria tudo o que ela quisesse, o rapazinho que a adorava e seguiria até ao fim do mundo, só pelo prazer de estar com ela, era o irmãozinho mais novo. Eu.

Ela era tudo para mim. Mais velha, as suas brincadeiras eram de "crescidos", tinha o encanto dos adultos, que faz dos mais novos seguidores cegos. E amava-me. Era doce no instinto de maternidade das irmãs mais velhas. Queria-me proteger de todo o mal. Também era caprichosa, e deliciava-se com o domínio fascinante que exercia sobre mim.

Quando descobriu que as amigas se masturbavam, quis experimentar. Foi uma orgia de carne palpitante e cheiro almiscarado. Hálitos doces na pele arrepiada, gemidos de prazer. Corações que batiam forte e rápido em corpos trémulos. Chegaram até a tocar os corpos das outras.

No paroxismo do prazer sentiu uma mão acariciar-lhe as coxas carnudas. Outra mão apertou-lhe o cone perfeito, empinado, do seu seio. Quando voltou a si do orgasmo assim prolongado, descobriu o mamilo duro, prisioneiro da boca da amiga. A mesma que deslizara os dedos através da penugemzinha até à molhada fendazinha rosada, e lá brincava, entumecendo-lhe a carne. Enrijecendo-lhe o pequeno botãozinho de carne em cima, até se tornar visivelmente erecto. A amiga rolava-lhe o clítoris entre os dedos, e surpreendida entregou-se ao enlouquecedor prazer sáfico.

- Sim, amor... Mais um pouco... Estou... Aaahhhhhhh!... - De olhos cerrados sentiu-se contrair e expandir-se. Pulsava.

Quando recuperou, encontrou os olhos das outras fixos nos seus. Sorrindo. Tinham acabado de descobrir uma forma de aumentar o prazer da masturbação. Podiam manipular-se umas às outras.

Mas também pensavam em rapazes. Não tinham coragem para fazer com eles o que faziam nas intimidades do belo sexo, mas desejavam. Um dia, a tesão do seu corpo abriu-lhe novas perspectivas. Sentia-se inquieta, todo o seu corpo vibrava. Deitada na cama, começou a explorar a intimidade da sua carne, mas lembrou-se de como era melhor com uma companheira. Não tinha nenhuma em casa, mas... Um sorriso travesso aflorou-lhe os lábios.

- Maninho!

- Sim, Leninha?

- Querido, vem cá! - Ela sabia que podia confiar em mim. Faria tudo o que ela queria, e parava quando ela mandasse. E bastava pedir-me para eu manter um segredo como um voto sagrado, levado até à cova. E eu adorava ter segredos com ela. Era algo só nosso, meu e da minha maninha, da rapariga mais velha, daquela que eu amava acima de tudo.

Abri a porta para os aromas perfumados do seu quarto. Adorava a doce suavidade, que representava em cheiros a minha irmã. Inspirei. Encontrei-a na cama, a sombra da sua pele morena na silhueta marcada pelo corpo fosco nos lençóis brancos.

- Maninho, vem cá... - ronronou, o dedo encaracolado em sedução cinematográfica.

Sentei-me na beira da cama, demasiado excitado para fazer outra coisa que olhar. Ela ergueu-se nos cotovelos, o lençol tentadoramente ameaçando deslizar de cima dos seios, e abriu os braços para mim.

- Beijinhos!... - Era só o que ela dizia quando se sentia particularmente ternurenta. Abraçava-me com força e cobria-me de beijos. Todo derretido, eu corava até à raiz dos cabelos, todo o meu corpo impossivelmente enrijecido. Os "beijinhos" normalmente estendiam-se durante horas, em que eu quase não me mexia, com medo de quebrar o encanto. Só depois de ela me deixar, ofegante, fugia para a solidão de uma curta masturbação e um orgasmo esgotante.

Mas hoje eu tinha um lindo presente. Percebia-a gloriosamente nua debaixo do lençol. Pousando a cabeça no seu colo, aninhei-me debaixo das maminhas empinadas, e sustendo a respiração percebi o lençol ceder. Fechei os olhos com força, com medo que ela me mandasse embora se me visse a salivar pelos seus seios. E senti. Os mamilos durinhos roçando o meu rosto, enquanto ela continuava, irrequieta, cobrindo-me de beijinhos.

Abri os olhos a medo, e encontrei-a a olhar para baixo, para mim, os seus lábios húmidos ainda pousados no meu pescoço. A base de um seio roçava-me o canto da boca quando ela pediu:

- Dá-me um beijinho...

Beijei. Uma e outra vez. A pele tinha um aroma doce, perfumado. Quis saber o seu sabor. Estendi a língua e estremeci. Já estava perdido num outro mundo, só tinha consciência da sua carne, cálida e macia... Antes de me aperceber, tinha o rijinho mamilo na minha boca, e chupava como se lhe quisesse tirar leite. Ela estremeceu e indireitou-se numa inspiração profunda.

O seio ameaçava escapar-se-me dos lábios. Passei um braço atrás das costas dela, para que o seu corpo não fugisse, e persegui-a com a boca.

- Mama, maninho...

Eu chupava com toda a força e abandono. A minha vida dependia disso. O desejo tornava-se mais urgente. Usava as mãos para lhe aflorar a carne, depois palpar, apertar... Parecia-me que quanto mais eu lhe amava os seios, maiores se tornavam, como se se estivessem mesmo a preparar para me darem dulcíssimo leite morno. Ganharam uma cor rosada, que condizia com o calor que emanavam, e eu pensei que a minha maninha corava de vergonha.

Quis lhe dizer que estava tudo bem, não havia razão para ter vergonha, afinal éramos irmãos, os melhores amigos. Olhei para cima, para o lindo rosto. Tinha corado, sim... mas o olhar era de lascívia, nunca embaraço, um desejo que me engolia...

Os lindos seios estavam impossivelmente inchados, pareciam querer sair fora do aperto da pele tensa, rosada do sangue que necessitava para manter o tónus. Enquanto lhe estudava o rosto tenso, apertei-os, firme, nas minhas mãos. Tracei com a língua o contorno da auréola, larga comparada com as minhas. Parecia de borracha, atarrachada na túrgida colina de carne. Ela fixava-me o olhar através das longas pestanas, que lhe davam um olhar felino, tão, tão feminina...

O botãozinho duro do seu mamilo irritava-me o lábio, e eu senti ânsias de o morder. Segurei-o entre os dentes e serpenteei a língua onde eu havia visto um furinho, de certeza de onde sairia o leite que eu desejava que ela me pudesse dar.

Ela inspirou fundo. Imediatamente puxou-me com mais força contra a sua carne, os dedos não mais me acariciando, mas sim afundando-se-me no couro cabeludo. Atirou a cabeça para trás, os tendões do seu lindo pescocinho tensos, e também aqui, claramente visível, o azulado das veias. Nunca desviou os olhos dos meus. Com eles parecia querer me falar todo o seu desejo, já que da sua garganta só se escapavam grunhidos roucos.

- Maninho, estás-me a matar!... - eu parei a olhar para ela - Não pares, querido... eu amo-te tanto!... - num suspiro, com a voz já a falhar-lhe - Mama, queridinho... amor... Chupa as maminhas da manaaaaAAAHHHHH!

E então começou a lutar comigo. Com o meu peso nas suas coxas. Remexia as coxas endiabradas debaixo de mim, e investia o púbis no meu dorso em curtos sacões. Até que perdeu o equilíbrio. Caiu de costas, arrastando-me, colado ao seio que sugava, babava, mordia, mastigava!

Levantou os joelhos e lançou o meu peso no seu ventre. As coxas agora livres, também do lençol, que ia subindo, subindo, pareciam lutar com um assaltante invisível. Abriam, fechavam, perseguiam-se uma à outra, até ela encontrar uma forma de alívio à excitação que a atormentava.

Torceu as coxas uma na outra em tesoura, e entrelaçada em si mesma investiu para cima. Uma e outra vez. Cada vez com mais força. As coxas cruzaram sobre a sua vulva, que eu adivinhava sob o fino lençol. Os músculos tensos apertavam as pregas do lençol nos lábios entumecidos do seu sexo e ela investia com tanta força, fornicando-se a si própria, que as lindas nádegas redondinhas levantavam da cama.

A esta altura já havia pouco do seu corpo coberto para me excitar a imaginação. O lençol tinha deslizado completamente e enrodilhava-se sobre o ventre e a porção de cima da deliciosa penugemzinha do monte de vénus. Eu já nem lhe sugava os seios, encantado com o espectáculo oferecido. A minha boca ficou lá, a babar-lhe a carne quente com saliva.

Foi ela que me despertou, forçando-me a boca nos seus deliciosos seios. Voltei a sugar, com urgência, ao mesmo tempo que lhe provocava, a ela e a mim, um gemido estrangulado.

De repente o seu corpo tornou-se tenso. Senti os dedos enterrarem-se no meu escalpe. O dorso arqueou-se-lhe. Algumas bagas grossas de suor dançaram-lhe entre os seios. As coxas dispararam para cima. Contraiu o pélvis. Uma vez, duas, três... Estremeceu e gritava um gemido estrangulado, enquanto as ondas do orgasmo lhe percorriam o corpo todo, das sobrancelhas carregadas aos dedinhos dos pés, encarquilhadinhos...

Até que tombou. Caiu pesadamente na cama e voltou a erguer-se. E voltou a cair. Puxou-me com uma força incrível para o seu rosto e sugou-me a língua para dentro da sua boca. Abriu as coxas para as fechar à volta do meu flanco, esfregando no meu corpo o seu sexo encharcado, que a enlouquecia.

Por fim, o prazer mais descontrolado escorreu do seu corpo, e achando-me aprisionado nos seus membros, voltou-me a cobrir de beijinhos, desta vez mais molhados, prolongados, apaixonados... e eu sabia que ela me amava, que precisava de mim. Corei com o prazer que me enchia o coração.

Mas o meu coração não era a única parte do meu corpo que estava cheio, como vim a descobrir. Envolvido pelo prazer, pela necessidade dela, não me apercebi da minha. Até sentir a sua mão serpentear no meu estômago. Enrijeci os abdominais, sabendo o que me esperava. E já não demoraria muito.

Assim que os seus dedos se insinuaram sob o elástico dos meus calções, aflorando-me os cabelos púbicos, senti-me explodir. Leninha percebeu, e rapidamente fechou o punho no meu pénis perdidamente enrijecido, a pele do prepúcio inchada de esperma. Apertou-me com força e eu senti-me pulsar num prazer impossível, bombeando ainda mais os seus dedos viscosos, derretendo-me em prazer.

Sem fôlego desfaleci, o rosto deslizando do seu para me afundar no seu pescoço. A minha primeira inspiração inalou-lhe o perfume dos cabelos, e eu soube-me insaciável pelo corpo da minha irmã. Queria conhecer mais. Tudo! Queria cada parte dela para nosso prazer. Sempre. E adormeci. Feliz.

Quando acordei, foi pela mão da minha mãe. Começara por me acariciar o rosto, mas como não me libertasse do sono pesado, dava-me uns leves safanões, amassando-me o rosto na carne suave dos seios da minha irmã...

De repente tomei consciência da situação e acordei sobressaltado. Sabia que tínhamos feito algo de proibido, e temi. Ergui a cabeça de um salto e fitei o rosto absurdamente sorridente de Leninha. Senti os lábios da minha mãe no meu pescoço, antes de ela me sussurrar ao ouvido:

- Estavas a ter um pesadelo. - todos os cabelos da minha nuca se eriçaram sob o seu hálito quente - Estavas-te a remexer, - por entre os seios de Madalena! - e não paravas de chamar a tua irmã.

Voltou a depositar um prolongado beijo ternurento no meu pescoço. Leninha segurou-me o rosto na concha das suas mãos e puxou-me para um chouchinho nos lábios. Tudo isto seria normal, carícias que as duas mulheres, femininas e maternais, me faziam habitualmente, não fosse o caso de eu ter adormecido, apenas horas atrás, depois da minha primeira experiência sexual, em cima da minha gloriosamente nua e sensual irmã, onde ainda me encontrava.

- Eu estava-te a fazer malinhos? - sorriu a minha maninha - Ou eras tu que me fazias maldades? Como quando me deixas louca? - Eu não queria acreditar que a minha irmã estivesse a falar assim à frente da nossa mãe! Engoli em seco qualquer resposta que pudesse ter.

Desesperado, e com uma brutal erecção enrijecida nos meus calções, sacudi o resto do sono para tentar fazer sentido da situação. Só então reparei na minha irmã. De seios cobertos por uma t-shirt branca, já babada no montinho de uma maminha, onde o tecido se colava.

- Venham, o jantar está na mesa! - anunciou a minha mãe, levantando-se do leito do nosso pecado. E prazer...

Assim que ela passou da porta do quarto, Leninha explicou, acariciando-me levemente a nuca.

- Enquanto dormias levantei-me, tomei banho e vesti-me. - a sua mão insinuou-se nas minhas virilhas - E ainda tive tempo de me voltar a deitar e dormir uma boa sesta, enrolada no meu maninho! Gosto tanto de estar assim, abraçadinha... Mas agora não pode ser!

De repente não ouvi mais nada, tudo o que eu sentia era a minha virilidade, manipulada. Madalena envolveu-me o sexo na sua mão e masturbava-me energicamente. Em pouco tempo perdi-me num orgasmo gemido e surpreendido.

Leninha levantou-se de um salto, deixando-me enrolado em posição fetal, gemendo de prazer.

- Vai! Levanta-te e troca de roupa! - eu olhava estupidificado para ela - Ou queres que a mamã veja essas manchas tão sexy - piscou-me o olho - na tua roupa?

Depois teve uma ideia e levou a mão ao rosto. A mão com que me masturbara. Inalou profundamente e franziu o narizinho lindo.

- Pensando melhor, vai tomar um banho! Porcalhão! - e riu, deliciada.

- Eu, hum... Oh! Sim. - murmurei, atabalhoado.

- Ou queres que eu te dê banhinho? - tornou a tentadora. Abri muito os olhos, cheio de esperança - Gostavas disso, não é? Tarado!

Sorrindo, deu dois passos para mim, abraçou-me e beijou-me os lábios. Depois deu-me uma palmada no traseiro e riu, enquanto passava por mim e saía, para junto da mãe.

- Vai tomar banho! Despacha-te, estou com fome!

Neste dia tornámo-nos amantes. Não seria possível passar sem o prazer que descobrimos, nem víamos razão para isso. Não havia ninguém mais íntimo que nós dois, ninguém nos amava mais. E havia tão mais para explorar...

A ternura foi sempre uma parte muito importante da nossa relação. Passávamos tardes inteiras devotados a cobrir o outro de beijos, carícias suaves e amorosas. Até a carne arrepiada gritar por alívio. E apaixonadamente conduzíamo-nos a uma explosão de prazer.

Uma noite - eu criara o hábito de me escapulir para o quarto de Leninha assim que a mãe se ia deitar, e muitas manhãs fomos encontrados nos braços do outro, o edredon escondendo a nudez e carnalidade da nossa mãe, que nos achava apenas carinhosos - aconteceu naturalmente o passo seguinte.

Eu adorava aninhar o rosto na suave penugem do seu monte carnudinho, preguiçosamente estendendo os lábios para acariciar onde a sua carne começava suavemente a se apartar. Já sabia que em pouco tempo o botãozinho de carne faria a sua aparição, enrijecendo através de duas finas pregas de mucosa.

Quando sentia a inquietação de Leninha, substituía os lábios pelos meus dedos, entre eles rolando o pequeno clítoris, e esfregando-lhe toda a extensão da fenda húmida com a outra mão. E enquanto ela se acalmava, o pulsar da sua carne diminuindo de intensidade, esborrachava os lábios nos do seu sexo, inalando-lhe o doce aroma. Ela semi-adormecida, eu cheirava os meus dedos, acabando por levar à boca as doces secreções da minha irmã.

Nesta noite atrevi-me a um pouco mais. Estiquei a língua para provar a humidade que exsudava do interior da sua carne. Leninha estremeceu, na sua sonolência soltando um gemidinho de deleite. O dedinho rosado que lhe dava tanto prazer já lhe apartava as duas pétalas da mais bela flor. Ignorei-o. Quando ela sentisse a necessidade haveria de me puxar para lá. Hoje eu estava devotado a explorar o que se lhe assemelhava a uma ferida, mas de onde irradiava prazer, nunca dor.

O cheiro já eu conhecia bem. Enlouquecia-me. É uma péssima imagem, mas era o cheiro de ferida em carne viva, doce, com um forte cheiro de maresia. Com a ponta da língua percorri toda a extensão da fendazinha, que se abria como que por vontade própria por onde eu passava. Dediquei-me a traçar o contorno daqueles lábios carnudos, no sítio onde os esparsos pelinhos davam lugar à mucosa. Primeiro um. Depois o outro. À medida que inchava de sangue, dava-me vontade de a morder... Aprisionei um desses lábios nos meus, e com a ajuda da língua chupei-os para dentro da boca.

Isto estava claramente a tornar-se demais para a minha maninha. Já se remexia, irrequieta. Impaciente. Segurou-me o rosto nas mãos e puxou-me para cima, para o botãozinho que lhe parecia dar choques eléctricos quando lhe tocava. Assim que o meu lábio se lhe roçou, Leninha relaxou o aperto, gemendo em abandono. Mas o que me enlouquecia era o sumo que lhe escorria de dentro...

- Beijinhos, querido... - segurou-me a nuca - Mais acima, amor! Sim, aí... aí! - e gemia o langoroso prazer.

Mas o que eu queria estava um pouco abaixo. Eu queria que ela me amamentasse. Se das maminhas arrebitadas não podia tirar leite, na vulva acumulava-se o suficiente para me encher a boca. E quanto mais eu sugava, mais sumos brotavam da fonte. Eu haveria de encher a boca, a barriga... de me lavar em creme, no prazer da minha maninha.

Ela puxava-me pelas orelhas, como a um burro teimoso pelas rédeas. Queria-me no clítoris rosadinho. Eu esfregava-lho asperamente na língua, apertava-o entre os lábios e sugava-o para a boca. Toda ela tremia e perdia as forças.

- Amor... sim... Querido!... mais... oh!... - suspirava, gemia, guinchava - Oh... oh... Ohoooohh! - e eu insistia mais abaixo...

Esfreguei bem a boca na fendazinha, aberta de desejo, molhando-me no seu prazer. Ora o lábio, ora o nariz esfregavam-lhe o clítoris, provocando-lhe um arrepio que lhe percorria todo o corpo. Fazia-lhe um chupão na carne escura da vulva suada, para depois sugar furiosamente da própria fenda o licor almiscarado. Leninha perdia o fôlego, e eu aproveitava-a indefesa para com as duas mãos abrir os lábios do seu sexo e enterrar a boca bem dentro, na própria vagina. E torcia o pescoço, como quando imitávamos os beijos do cinema, praticando a arte de duelar as línguas langorosas.

Leninha estrangulava gritinhos. As suas ancas davam sacões involuntários. Cruzou as coxas à volta da minha cabeça e fornicou-me livremente a boca, sufocando-me deliciosamente. O pouco ar que conseguia levar aos pulmões era-me filtrado pela carne da minha maninha, impregnado dos seus cheiros.

Ergueu o rabo da cama, alavancada com as coxas nos meus ombros. Apertado entre as suas coxas, a cartilagem dura do nariz esborrachada no seu clítoris, sentia-lhe a carne pulsar. Chupava-lhe a vagina com toda a voracidade, sem dar tempo de a carne acalmar.


- Oh!... oh... Uuuunnghh!

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