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Júlia: 1ª parte

byGongonhama©

Júlia já não sabia o que fazer. Três da manhã e não conseguia dormir. A noite estava quente. O seu corpo ainda mais... e a culpa era dos pais.

Foram-se deitar às dez. E isso só podia significar uma coisa: que ela tinha de os ouvir através das paredes. A mãe gemia, arfava, guinchava. Gritava! Mas o que lhe destruía os nervos eram os grunhidos do pai. Arrancados do fundo. Ela estremecia.

Por isso, apesar do sono e de ter de se levantar cedo, deixou-se ficar na sala a olhar para a televisão.

À meia noite estava farta de cabecear o sono. De certeza que conseguiria dormir. Mas mal subiu as escadas já os ouvia. Animais. Egoístas. Parecia que faziam de propósito para a perturbar... Júlia sabia que não. Eles simplesmente não se importavam. Ou não se controlavam. Aquilo devia ser mesmo bom...

Irritada por sentir de novo aquela familiar moínha nas entranhas, fechou-se no quarto e ligou o som do walkman no máximo. A chatice era que assim de certeza que não iria dormir. E ainda os conseguia ouvir, o som das paixões a latejar na sua cabeça.

Nem tentou deitar-se. Já muitas noites sentira a perturbação e a frustração de estar sozinha. O que ela não daria nesses momentos para tomar o lugar da mãe. Só para experimentar...

A porta do quarto estava entreaberta. Estremeceu. Espreitou. O corpo moreno do pai investia, cobrindo a mãe. Ela via-lhe as nádegas trabalhando em frenesi e os músculos contraídos das coxas da mãe, abraçando-lhe as ancas.

O corpo de Júlia ganhou vontade própria. Despertou. Sentia-se quente, os seios a enrijecer, a vulva húmida, num remoinho. Levou lá a mão e perdia a força nas pernas. Nunca tinha sentido um prazer assim!

A mãe soluçou e parecia choramingar. O pai soltou um grunhido rouco. E ela sabia que eles se derretiam em prazer. Júlia perdeu o fôlego num gemido em voz alta. Um orgasmo explosivo, todo o corpo pulsando de prazer.

Ofegante, ouviu-os acalmarem, a voz melosa do pai e o ronronar satisfeito da mãe. Sentou-se no chão, escondida. Ainda não confiava nas pernas para se levantar. E assim que se sentiu recomposta, eles recomeçaram. "Não é possível! Deixa-me ver..." E o que viu mudou a sua vida.

Viu o pai, esparramado na cama. O seu sexo violentado, repetidamente engolido pela vagina da mãe. Vermelhos de tanto se esfregarem. E o que realmente a perturbou: a beleza, a sensualidade do corpo da mãe; a atracção que sentiu e os desejos, não tanto de tomar o lugar da mãe, mas de estar com ela. De lhe tocar as mamas grandes. Chuchar nas auréolas largas e acastanhadas, tão diferentes dos seus próprios montinhos rosados, encabeçados por pequeninos mamilos.

Imaginou como seria colar a boca à mãe, chupar-lhe a saliva para dentro da própria boca. Levou dois dedos abaixo. Respirar as expirações ofegantes daquela mulher tão sensual. Acariciar-lhe levemente a carne. Apertar. E pressionava as cabeças dos dedos na carne esponjosa da vulva. Na sua imaginação eram os dedos da mãe, conhecedores.

Júlia cruzara as coxas uma na outra e aprisionara a mão entre elas, esfregando a carne inchada. Introduziu um dedo. Gemeu. Levou à boca. Provou-se. E na sua fantasia saboreava, sugava o sexo da mãe, penetrava-a com a língua, sentia o aperto da carne húmida. Até imaginou sentir os cabelos púbicos, sedosos no seu rosto.

O orgasmo foi forte e longo. Intenso. E ruidoso. Júlia não deu por isso, mas os pais aperceberam-se.

- Olha, lá está ela de novo. - sorriram, cúmplices. Achavam piada. Já tinham percebido que a filha se masturbava quando faziam amor. Só não sabiam que ela descobrira o próprio corpo por os ouvir.

De manhã, Júlia não conseguia encarar os pais. O pai foi relativamente fácil de evitar, ele já estava quase a sair quando ela se levantou. Ainda assim não conseguiu fugir ao beijo de bons dias. Fresco do banho, o after-shave que ela adorava, aqueles braços másculos a volta do seu corpo... os joelhos de Júlia bambearam. Flutuou, e quando voltou a si encontrou o olhar da mãe.

"Eu sou horrível!" pensou Raquel, enquanto admirava o jovem corpo, obviamente excitado, da filha. "Eu devia estar chocada. A minha filha está ali toda derretida com o pai - aquele desavergonhado, flirta com tudo o que é rabo de saia, até a filha! De certeza que está toda molhadinha," um arrepio de luxúria percorreu-lhe o corpo todo "e eu também!"

Viu a filha encarar com ela, baixar a cabeça e fugir! "Esta rapariga está desvairada! Precisamos ter uma conversa." E olhava o fino algodão do pijama a afundar-se naquele traseirinho empinado. "Delicioso!"

Júlia morria de vergonha. Que figura nos braços do pai!; e o olhar de desejo que não evitou para as formas generosas da mãe, mal tapadas pela fina camisolinha de dormir. "Meu Deus, eu estou fora de controle! Isto não é normal, nenhuma pessoa saudável quer ir para a cama com o pai, quando mais ser lésbica com a mãe!" Mas ela queria. E tanto...

E Júlia tinha razão. Raquel percebeu. Tudo. A luxúria com o pai, e também pela mãe. No fim de contas, tesão. Poderia ter sido por qualquer rapaz - ou rapariga - da escola ou dos amigos. Mas era pelos pais. Raquel não achou isto muito estranho, ela e o marido eram provavelmente as pessoas sexualmente mais activas que a filha conhecia.

E também não a surpreendeu muito o desejo com que a filha olhava para ela. Raquel era claramente bissexual. Descobrira como era maravilhoso fazer amor com uma rapariga ao mesmo tempo que descobrira o corpo de um rapaz. A filha nunca a tinha visto... esfomeada - era como ficava - com nenhuma mulher, mas pelos vistos também tinha o mesmo tipo de desejos. Ou então estava tão cheiinha de tesão que até os móveis lhe poderiam parecer tentadores.

Júlia foi tomar banho e Raquel, por muito que dissesse a si mesma que isto era errado, não resistiu e foi espreitar a filha. Através do vidro bacilento via as formas já muito femininas da adolescente. E no movimento dos braços não haviam dúvidas. Ainda mais quando Júlia perdeu o equilíbrio e suspirou um gemido.

"A miúda anda mesmo descontrolada, não aguenta cinco minutos sem mexer na passarinha! Hummm... e eu adorava estar ali dentro, dar-lhe uma ajudinha... Carninha fresca, tenrinha, toda empinadinha, a tremer de tesão..." Pouco tempo depois, as duas mulheres masturbavam-se, separadas por uma parede, pensando uma na outra.

No fim de semana vivia-se um clima tenso naquela casa. Raquel via a filha cada vez mais esfomeada. Júlia sabia que de noite a mãe não dava descanso ao pai - e de dia aos dedos. "Meu Deus!, ela é uma ninfomaníaca" ria-se "e eu sou igual!" pensava, enquanto saboreava o último orgasmo dos seus dedos. Mas este escape era cada vez mais insuficiente. Júlia ia sucumbir.

Sábado à tarde o pai estava na poltrona do costume a fingir que via televisão, mas na verdade a dormitar. Júlia gostava de o ver de t-shirt, que lhe realçava os braços fortes e o peito largo. Também gostava do cheiro dele. Tinha saído do banho, depois de estar com a mãe.

Júlia tinha-os ouvido durante a manhã. Acariciava levemente os seios e os pêlos do monte de vénus. Assim que os ouvia mais ofegantes brincava com os mamilos e cruzava as coxas uma na outra. E já todos perdidos no prazer introduziu a cabeça de um dedo na vulva molhada, quente. Agora ali estava ele. Um corpo quente e vigoroso. Que dava tanto prazer à mãe.

Raquel observava a filha. Via-lhe o desejo e o nervosismo. Júlia mordia os lábios, húmidos de saliva. Devorava o pai com os olhos. E brincava com uma madeixa de cabelo atrás da orelha, tique nervoso que apanhara com a mãe. Raquel percebeu as dúvidas da filha. E surpreendeu-se a desejar que ela seduzisse o pai. Queria ver a filha - tão linda! - fazer amor, nua, excitada, deliciosa, derretida em prazer. Queria mais. Tocar-lhe a carne e levá-la ela ao orgasmo. E depois a outro... até as duas ficarem sem forças.

Foi com tanto desejo e nervosismo como a filha que a viu aproximar-se do pai. Fez-lhe uma doce carícia no rosto para o despertar. Ele abriu os olhos e Júlia abraçou-o, no seu colo. Aninhou-se no peito largo e pousou os lábios no pescoço do pai. Sentia-se tão protegida, e ao mesmo tempo, excitada.

Raquel via Júlia esborrachar os lábios no pescoço do homem e apertar-se contra o seu corpo. Tinha esperanças que a filha se atrevesse a algo mais. Estava ainda mais excitada do que se fosse ela no colo do marido. Depois viu-a enganchar-se na nuca do pai, brincar-lhe com os cabelos, sem parar de o beijar. A descaradinha! Desejou que o marido perdesse o controlo e a tomasse ali mesmo.

Júlia também queria o descontrolo do pai. Usava toda a sua sedução. Beijava, acariciava, esfregava-se, ronronava, gemia, mas nada! Ele só a apertava nos braços e fazia uma terna carícia paternal nos cabelos. Parecia não sentir como aquele corpo estremecia com a luxúria, como as coxas se remexiam no seu colo. Os mamilos, duros e pontiagudos, perfuravam o fino algodão do pijama e mostravam-se não ao olhar dele, mas da mãe, e quando se roçavam no braço do pai, Júlia sentia... a melhor comparação seria choques eléctricos. Havia até algo semelhante à dor - ela estava tão sensível! - mas os arrepios que a percorriam da cabeça aos pés eram prazer.

Indiferente a tudo isto - frustrante, irritante, impossivelmente indiferente, Raquel considerava - o marido mergulhava cada vez mais na madorna, com um sorriso de terno contentamento.

Júlia sentia-o deslizar para a inconsciência e isso só a fez redobrar os esforços. Até certo ponto sentiu alívio. Perdia os receios. Podia tornar-se mais ousada, sem consequências. Mas por outro lado... como se atrevia ele! Qualquer rapaz da escola, no lugar dele já havia de ter deixado uma mancha molhada nas calças, ou tê-la-ia empurrado... aberto as coxas... puxado-a de volta... penetrado com um pénis impossivelmente duro a sua carne húmida, latejante...

Já não aguentava mais as sensações que irradiavam, sabia muito bem, do seu clítoris. Sentia-o já saído daquela pelinha mais escura, normalmente pregueada. Sentia-lhe a cabecinha rosada a espreitar, a roçar o short do seu pijaminha fino de verão - Raquel notara. "A marota está sem... ela tirou a cuequinha!" e masturbava-se vigorosamente.

Júlia também. Passou uma coxa por detrás do dorso do pai, abraçou-lhe a cintura nas ancas, o pescoço nos braços, e masturbava-se no corpo quente, duro, musculado. Macho! - surgiu na sua mente. Não a palavra, não a imagem, não a noção, mas a sensação de estar com um macho. Acasalar. Copular. Invadiu-lhe a os pensamentos da mesma maneira que o cheiro dele lhe envolvia o olfacto. E ela estava quase, quase lá! Só mais um pouco...

Raquel via o movimento das ancas da filha, para trás e para diante, contra o corpo do marido, transformar-se num estremecer. Quase um vibrar. "Esta rapariga há-de ser um diabinho na cama!", e um arrepio. Imaginava-as deliciosamente nuas na cama, sexo contra sexo, um clítoris fornicando por entre os lábios de uma vulva molhada. A sua vulva. O clítoris da filha. Vibrando. E depois a onda...

Uma vaga de prazer submergiu Júlia. Não o prazer frenético que adivinhava na respiração fremente, insuficiente, no tremor incontrolável de todo o seu corpo. Foi quase um impacto, violento. Segurou-se com toda a força e enterrou o rosto no pescoço do pai, prestes a perder os sentidos. Abafou um gemido, quase um grito, desesperado.

E enquanto desfalecia nos braços do pai, pareceu-lhe até ouvir um eco, um outro gemido à distância, mais estrangulado, rouco. Chocada, deu por si a encarar a mãe, de olhar fixo nela e no pai. Por muito que quisesse não se conseguia mexer. Falhavam-lhe as forças. E então aquele olhar, rígido, que parecia até severo, abriu-se num sorriso.

- Sentes-te bem, querida? - Ouviu num tom de voz que parecia dizer "Sei o que fizeste; quero - vou fornicar-te até gritares, querida!".

Levantou-se, trémula, e fugiu, para o seu quarto. A mãe estava na ombreira da porta e Júlia teve de se espremer contra aquele corpo voluptuoso para passar. Sentiu a sua excitação crescer de novo, e quando por um instante o seu rosto estava quase encostado ao de Raquel, trocaram o olhar mais tórrido da sua (pobre) vida sexual. Pensou que perderia o resto da força nas pernas, ou que não resistiria a tomar os lábios da mãe - aqueles lábios húmidos, carnudos. Ou que seria Raquel a penetrar-lhe a boca com uma língua que só a faria desejar mais...

Mas nada aconteceu. Júlia passou e dirigiu os seus passos vacilantes para o quarto.

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