Becky Ch. 02

byTathy©

Depois daquela minha viagem com a Carol, eu não conseguia parar de pensar nas sensações que eu sentia quando a minha amiga me obrigava a tirar o biquíni dentro da água e me deixava sozinha, ou então me fazia ficar nua dentro da barraca com a porta aberta. Apesar de eu não ter sido flagrada sem roupas nenhuma vez, a possibilidade de ser vista a qualquer momento me fazia sentir coisas que eu até então desconhecia. Em determinados momentos, a excitação era tamanha que eu chegava, no meu íntimo, a desejar que alguém realmente estivesse me vendo. Foi depois daquela viagem que eu comecei a me masturbar, sempre fantasiando que eu estava nua naquela praia com as pessoas me observando.

Eu não teria coragem de fazer nada daquele tipo por minha própria conta, então eu dependia da Carol para me colocar em situações como aquelas. E a Carol se sentia tão excitada quanto eu apenas de me colocar naquelas situações. Nós conversamos muito a respeito do que sentimos naquela pequena viagem acabamos fazendo um pacto de que eu sempre faria o que a Carol me mandasse fazer.

Quando à promessa da Carol não contar nada para o irmão dela sobre o que eu sentia por ele, ela cumpriu rigorosamente sua parte. Ela nunca disse uma palavra sobre o assunto, mas nem por isso aquela história foi esquecida. A família da Carol sempre foi mais rica que a minha e na casa dela havia uma bela piscina no quintal, rodeada por um gramado e um quiosque com churrasqueira. Logo no primeiro final de semana depois da nossa viagem, a Carol me convidou para dormir na casa dela, para aproveitarmos a piscina. Na verdade as intenções dela eram outras, e eu já desconfiava que algo estava por vir.

No sábado, os pais da Carol saíram cedo, pois passariam o dia na chácara de um amigo que estava comemorando aniversário de casamento e só voltariam à noite. O irmão dela saiu logo depois, dizendo que iria na casa de um amigo e não sabia a hora que voltaria. Logo depois, a Carol me chamou para descermos até a piscina. Nós nos trocamos no quarto dela e fomos até a piscina somente de biquíni. Naquele dia a casa seria somente nossa, até a volta do irmão dela que seria o primeiro a chegar em casa. Só não sabíamos quando isso seria.

A Carol colocou dois daqueles colchões infláveis dentro da piscina para nós tomarmos sol. Nós nos deitamos sobre eles e logo a Carol começou a por defeito no meu biquíni. Ficava dizendo que era muito grande e que eu deveria ser mais ousada. Estava começando a nossa diversão. A Carol me mandou tirar o biquíni que ela iria providenciar outro mais adequado para mim. Eu sabia que nós estávamos sozinhas, então sem me preocupar com nada, tirei o biquíni e o entreguei a ela. Ela sem perder tempo, voltou para dentro da casa, levando meu biquíni com ela e me deixando ali completamente nua e sem ter o que vestir ou onde me esconder. Ela demorou bastante para voltar e quando finalmente voltou, ela trouxe um pacote de bolachas e eu não vi nem sinal do biquíni. Ela disse que havia esquecido o biquíni lá na casa quando pegava a bolacha. Dessa forma ele ma forçava a ficar nua. Saí da piscina e fui comer as bolachas com ela, na sombra, pois não dava para ficar o tempo todo no sol.

De repente nós ouvimos a voz do irmão da Carol chamando por ela. Eu olhei assustada para ela e ela se divertindo com a situação me disse que se eu quisesse poderia me esconder na piscina, que a água me manteria oculta. Eu corri e entrei na água antes que ele pudesse me ver nua. Ele apareceu na escada e quando viu que nós estávamos ali, desceu e veio falar com a Carol. Chegando perto da Carol, ele perguntou se ela tinha visto o fone de ouvido dele. Ela disse o tinha visto no sofá da sala, mas antes de sair o Guilherme, ou Gui, como costumava ser chamado pela família, olhou para a mesa e perguntou de quem era aquele biquíni. A Carol disse que era meu e que eu havia insistido em nadar nua. Ele olhou para mim com um olhar de curiosidade, sorriu. Eu devo ter ficado roxa de vergonha, mas não me atrevi a dizer nada. Ele então se despediu de nós e voltou para a casa. Quando terminou de subir as escadas, ele virou e deu uma última olhada para a piscina, para ver se via alguma coisa.

Depois de esperar bastante tempo para ter certeza de que ele havia ido embora novamente, eu saí da piscina e pisando duro fui na direção da Carol, com vontade de esganá-la. Ela estava se divertindo e me perguntou como eu havia me sentido. Eu estiquei o braço para pegar o biquíni, mas ela apenas disse com voz imperativa para eu não tocar nele até que ela autorizasse. Resignada, eu me sentei ao lado dela, peguei outra bolacha e disse que tinha ficado com muita vergonha do irmão dela, mas também tinha ficado muito excitada.

Já era hora do almoço e a Carol disse que iria buscar uns lanches para nós comermos e que eu deveria esperar por ela ali mesmo. Ela me lembrou que eu não deveria tocar no biquíni até que ela me autorizasse, não importava o que acontecesse. Então ela entrou na casa e só voltou alguns minutos depois trazendo um lanche para cada uma de nós. Depois de comer, nós tomamos mais um pouco de sol e estávamos nadando quando o irmão dela apareceu novamente na escada. Por sorte eu estava dentro da água e ele não conseguiu me ver novamente. Ele desceu a escada e foi verificar se o biquíni ainda estava sobre a mesa, e ficou feliz por encontrá-lo no mesmo lugar. Ele tirou a camisa e a colocou sobre a mesa junto com meu biquíni e se sentou em uma das cadeiras.

Ele não parecia ter pressa de ir embora, e eu não dependia da Carol para pegar meu biquíni. Ela saiu da água e foi na direção da mesa. Eu imaginei que ela fosse buscar meu biquíni, mas ela parou ao lado do irmão, olhou para mim com um sorriso maroto e perguntou a ele se ele tinha sede. Ele disse que sim e ela entrou na casa para buscar alguma bebida, me deixando sozinha com ele, e sem o meu biquíni. Ela logo voltou, antes que qualquer coisa pudesse acontecer e colocou uma jarra de suco sobre a mesa, junto com três copos vazios. Colocou suco nos três copos e me perguntou se eu não estava com sede. Eu não tinha como negar e disse que sim. Ela indicou meu copo e disse para eu me servir, como se eu pudesse sair da água.

Eu apenas apoiei meu queixo na borda da piscina e fiquei olhando para aquele copo gelado e suado. Ela então comentou com o irmão que eu não sairia da água nua enquanto ele estivesse por ali e me perguntou se eu queria o biquíni. Eu respondi que sim e ela pediu ao irmão para me entregar. O Guilherme pegou as duas partes do biquíni e as trouxe até a piscina. Eu agradeci, toda envergonhada e tratei de vesti-lo rapidamente. Somente quando eu saí da água eu notei o que a Carol havia feito. Ela havia removido o forro do biquíni, o que o tornava totalmente transparente quando molhado. E ele estava molhado e completamente transparente. Quando eu percebi, tentei voltar para a água mas a Carol me disse para pegar logo o suco antes que esquentasse. Apesar do tom de voz normal, aquilo era uma ordem disfarçada, o que me obrigava a obedecer. Meus mamilos duros estavam totalmente visíveis através daquele minúsculo pedaço de tecido transparente. Era um daqueles biquínis to tipo cortininha, e era tão pequeno para mim que eu me sentia nua com ou sem ele.

O Guilherme parecia estar gostando do show que a Carol me fazia proporcionar a ele. Ela também estava excitada com a situação. Seus mamilos eretos denunciavam que ela estava tão excitada quanto eu. Ela perguntou se o Guilherme não queria se juntar a nós na piscina e ele aceitou prontamente. Correu até a casa par trocar de roupa e a Carol aproveitou a oportunidade para ajustar o meu biquíni. Ela soltou o nó nas minhas costas e amarrou novamente, muito mais frouxo que antes, de maneira que qualquer movimento meu poderia fazer meus seios saltarem para fora do biquíni. Ela me disse para não tocar no biquíni a não ser que ela ou o Guilherme dissesse alguma coisa. Logo o irmão dela estava de volta somente de sunga e nós entramos na água. Brincamos um pouco e a Carol propôs um concurso de mergulho. Foram dois votos contra um, e eu fui obrigada a participar. Os dois fizeram mergulhos praticamente perfeitos, pois estão acostumados a fazer isso. O meu, apesar de não se comparar ao deles, foi mais apreciado por motivos óbvios. Meu biquíni saiu completamente do lugar como já era esperado pelos três, e apesar de eu estar ciente da situação dos meus seios, fui obrigada a obedecer as ordens da Carol e fingir que não havia percebido o "acidente" com o biquíni. Ela esperou bastante tempo até me dizer para arrumar o biquíni, o que deu ao irmão uma ótima oportunidade de observar meus seios, apesar de eu me manter sob a água o tempo todo.

O telefone tocou e o Guilherme correu para atender. Eu aproveitei a oportunidade para dizer à Carol que ela estava extrapolando com aquela brincadeira. Ela perguntou se eu estava gostando ou não e eu disse que era excitante, mas estava preocupada com o desfecho da história. Ele me disse que se eu quisesse que ela parasse seria simples: bastava que eu ganhasse dela na travessia da piscina. Se eu ganhasse, a brincadeira terminava, caso contrário, eu teria que fazer tudo o que ela mandasse, como já vinha acontecendo. Minhas chances de ganhar eram menores que as da Carol, pois ela nadava melhor que eu, mas eu não tinha muito a perder. Topei a disputa e nós nos posicionamos para a corrida. A Carol puxou e desfez o laço da parte de baixo do meu biquíni e então deu o sinal para nadarmos. Se eu parasse para amarrar o biquíni, eu perderia a corrida, então eu arrisquei tudo e nadei o mais rápido que eu pude, na tentativa de me livrar daquela situação, que apesar de tudo me deixava extremamente excitada.

Mas por mais que eu me esforçasse, eu não consegui ser tão rápida como a Carol e não cheguei nem perto de ganhar a corrida. Eu estava nas mãos dela e teria que continuar fazendo tudo o que ela mandasse. Além disso, em algum ponto daquela corrida, eu havia perdido meu biquíni e estava vestindo apenas a parte de cima dele. A Carol sabia disso e não me deixou sair à procura dele, pois seu irmão já estava de volta à borda da piscina avisando que os pais deles chegariam por volta das dez da noite. A Carol, então, contou ao Guilherme sobre o meu biquíni e pediu que ele ajudasse a encontrá-lo. De cima, foi fácil para ele localizar o biquíni, e com um mergulho, ele foi até o fundo da piscina, pegou o biquíni e por baixo da água, nadou na minha direção. Eu escondi o que pude com a minha mão e ele voltando à superfície me entregou o biquíni perdido. Depois disso ele se afastou para que eu pudesse vesti-lo novamente. Posso garantir que nós três estávamos extremamente excitados com aquela situação.

A tarde já estava terminando e o Guilherme nos convidou para assistir um filme que ele havia alugado naquela manhã, e a Carol gostou da idéia. Ela disse que como estava calor, nós poderíamos assistir ao filme de biquíni mesmo. E fomos para a sala de TV. Ela me disse para continuar com as regras da piscina. Eu só poderia arrumar o biquíni se ela ou o irmão me avisasse que ele estava fora do lugar. Era um filme de suspense e a sala estava parcialmente escura. A Carol fez com que eu ficasse no meio dos três, todos deitados no chão, mas logo que o filme começou ela foi beber água e na volta se deitou no sofá. Eu queria matá-la, mas não podia fazer nada. Em pouco tempo, eu notei que meu seio direito estava começando a ficar para fora do biquíni, mas como a minha amiga estava no sofá, longe de mim, ela não poderia me dizer para arrumar o biquíni, e o Guilherme, com certeza, mesmo que notasse, não seria tonto de me falar nada.

Conforme a tensão do filme ia aumentando, eu ia ficando cada vez mais inquieta e meu biquíni que estava muito frouxo depois do ajuste da Carol, estava me deixando em uma situação bastante delicada. Meu seio direito já estava completamente fora do biquíni, e eu não me atreveria a fazer nada sem a autorização da Carol. Uma saída que eu encontrei foi colocar meu braço sobre meu seio, fingindo estar com medo do filme, o que não era de todo mentira. Nunca fui muito corajosa para assistir esse tipo de filme, e em qualquer cena mais pesada eu vou logo escondendo o rosto e me agarrando em qualquer coisa que estiver ao meu alcance. Aquele filme era do tipo que eu passo metade do tempo com o rosto escondido.

Poucos minutos depois eu já havia me contorcido tanto de medo que meu biquíni estava completamente fora do lugar. Meus dois seios estavam de fora e eu tentava escondê-los com os braços, tentando ao mesmo tempo não deixar transparecer que eu havia notado a situação. Já estava no final do filme e no auge da tensão, eu me agarrei no braço do Guilherme e não soltei até o final do filme. Quando o filme terminou, eu podia sentir meus seios tocando o braço do Guilherme e percebi que estava em uma situação delicada. Não me mexi e apensa soltei o braço dele. Ele então se levantou e saiu da sala. Só então eu me virei e a Carol me disse para arrumar o biquíni. O Guilherme voltou com refrigerante para nós três e eu agradeci aquela gentileza.

Logo depois eu e a Carol fomos para o quarto dela. Ela me disse para tomar banho primeiro e ficou ouvindo música enquanto isso. Quando eu saí, ela me disse para não me vestir, pois queria provocar o irmão dela. Ela entrou no banheiro, tirou as roupas, se enrolou em uma toalha, colocou o chuveiro na posição em que ele não esquenta e voltou para o quarto. Disse para eu me deitar na cama de bruços e abraçar o travesseiro. Então ela colocou o lençol cobrindo metade da minha bunda, escondendo apenas o fundamental. Dessa forma ele saberia que eu estava nua, mas não conseguiria ver nada. Me disse para fingir que estava dormindo e ela iria chamar o irmão para arrumar o chuveiro.

Ela saiu do quarto e logo depois voltou acompanhada do irmão, explicando que não conseguia fazer o chuveiro esquentar. Quando eles entraram no quarto, a Carol disse que eu estava dormindo e que ele podia entrar e ver se conseguia resolver o problema. Ele entrou no banheiro e voltou rapidamente com o problema resolvido. Mas antes que ele saísse, a Carol puxou conversa com ele, fazendo com que ele ficasse mais tempo ali no quarto. Ela perguntou se os pais ainda iriam demorar para voltar e enquanto falava, ela se sentou na cama, cobre o lençol que me cobria, fazendo com que ele descobrisse minha bunda completamente. Ela fingiu não perceber o que tinha feito e eu não podia me mover e tive que continuar fingindo. Eu notei apenas que o Guilherme pareceu gaguejar quando o lençol descobriu minha bunda.

Aquilo me deixou ainda mais excitada e eu respirei mais fundo, mexendo ligeiramente a minha perna. A Carol fazia de tudo para continuar o assunto e segurar o irmão no quarto, e ele por sua vez, não parecia ter pressa de ir embora. Eu não sabia se torcia para ele ficar mais para sair do quarto logo. Quanto mais eles conversavam, mais excitada eu ia ficando e eu já estava quase perdendo a noção de onde eu estava quando o Guilherme disse que também precisava tomar banho e saiu do quarto. Quando ele fechou a porta, eu me virei na cama e fiquei olhando para a Carol. Eu estava brava por ela ter descoberto a minha bunda, mas estava tão excitada que aquilo já não importava mais. Ela também estava super excitada e me elogiou pela performance naquele dia. Ela então tomou um banho e nós dormimos como pedras até a manhã seguinte.

Naquele domingo, os pais dela estavam em casa o dia todo, o que nos impediu de fazer qualquer coisa interessante. Mas o sábado havia sido muito compensador e valeu pelo final de semana inteiro.

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