Viviane Ch. 03

byTathy©

Nos dois meses depois da nossa viagem, as coisas correram quase que normalmente, sem muitas emoções, pois o Marcos estava muito ocupado com diversas obrigações da empresa dele e com a conclusão da nova casa para onde ele iria se mudar. Na semana anterior à sua mudança ele me levou para a casa antiga e disse que havia preparado uma surpresa para mim. Ele me levou até o escritório onde ele havia colocado a escrivaninha no centro da sala e coberto com uma grande toalha. Ele me disse para tirar toda a roupa e me deitar sobre aquela mesa.

Eu já estava molhada de excitação só de imaginar o que havia planejado. Fiz como ele instruiu e me deitei sobre a mesa. Somente neste momento eu percebi que ele havia colocado um espelho no teto do quarto. Dava para eu ver meu corpo todo através dele. Ele abriu uma das gavetas da escrivaninha e pegou uma espécie de braçadeira acolchoada com uma correntinha e a colocou em um dos meus braços, prendendo a correntinha ao pé da mesa. Em seguida ele pegou outra peça idêntica e fez o mesmo com o outro braço. As pernas também foram imobilizadas com braçadeiras semelhantes. Eu fiquei completamente imobilizada sobre a mesa, com as pernas e braços abertos. Naquela posição eu fiquei completamente exposta em todos os meus detalhes mais íntimos.

O Marcos deu a volta na mesa verificando se tudo estava do agrado dele. A expressão no rosto dele dava a entender que sim. Na mesma gaveta ele pegou uma bolinha vermelha presa à duas alças e mostrou-a para mim. Em seguida ele colocou as mãos nas costas e me disse para escolher uma das duas. Eu fiz a minha escolha e ele me mostrou aquela mão. Eu escolhi a mão que segurava a bolinha. Ele se aproximou, pediu que eu abrisse a boca e colocou a bolinha dento dela, prendendo as alças atrás da minha cabeça. Aquela bolinha me impedia de falar e eu não conseguia tirá-la da boca. Em seguida ele pegou uns óculos de sol e colocou em mim. Somente mais tarde é que eu fui entender o motivo daquilo.

Sobre os óculos ele colocou um daqueles gorros que os motoqueiros usam nos dias frios que deixa somente os olhos descobertos. Com os óculos, minha cabeça ficou completamente coberta e não dava para reconhecer quem estava ali deitada. Mas apesar dos óculos escuros, eu podia ver perfeitamente o que acontecia naquela sala. Deu para notar que o espelho no teto foi colocado justamente com esta intenção.

De outra gaveta ele pegou um grande pênis de borracha e o colocou sobre a minha barriga para que eu pudesse vê-lo através do espelho. O Marcos, então, começou a acariciar meus seios e meus mamilos que já estavam durinhos. Ele beijou meus seios e mordiscou meus mamilos. Eu fiquei toda arrepiada e tentei me encolher, mas como o Marcos havia planejado, eu não conseguia sair daquela posição. Ele pegou o pênis de borracha e começou a esfregá-lo nos meus lábios vaginais, aproveitando que eles estavam completamente molhados para lubrificar aquele brinquedo.

Aos poucos ele foi introduzindo aquele pênis em minha vagina, fazendo movimentos para dentro e para fora, aumentando a minha excitação até que eu estava perto de gozar. Mas antes que eu chegasse perto de conseguir, ele parou sem nenhum motivo aparente ou explicação. Parecia que ele estava somente me provocando. Ele saiu do escritório, me deixando sozinha com o pênis de borracha dentro de mim, voltou instantes depois com uma tigelinha e a colocou sobre a mesa ao meu lado. Pelo espelho eu pude ver que tinha espuma e um pincel de barba. Sorrindo ele segurou novamente o pênis de borracha e começou a girá-lo lentamente, e fazer movimentos ritmados para dentro e para fora. Quando ele percebeu que eu estava perto de ter um orgasmo, ele parou novamente, deixando o pênis dentro de mim. Parecia que ele estava me torturando e eu não podia fazer nada a respeito. Ele pegou a tigelinha e começou a misturar o conteúdo para fazer mais espuma.

Naquele instante ouvimos a campainha tocando e ele calmamente colocou a tigelinha novamente ao meu lado e foi atender a porta. Alguns instantes depois, eu comecei a ouvir vozes e ele entrou no escritório acompanhado de outro homem que eu nunca havia visto antes. O Marcos agia como se nada de anormal estivesse acontecendo, mas o visitante quando me viu parou assustado e cortou a palavra que estava dizendo na metade. O Marcos, percebendo a surpresa do colega e já esperando por aquela reação, disse para ele não se preocupar, pois eu era apenas uma amiga e ele estava apenas me fazendo um favorzinho.

Ele se aproximou de mim e chamou o amigo para acompanhá-lo. Ele mostrou a minha vagina ainda com o pênis dentro e disse que iria me ajudar na depilação. Ele colocou os dedos na lateral da minha vagina e foi deslizando na direção do meu ânus dizendo que iria depilar toda aquela região. Aquele toque fez meu corpo estremecer e pelo espelho eu podia ver o que ele estava fazendo. Dava para ver meu clitóris completamente exposto na frente dos dois. O Marcos continuou deslizando o dedo ao redor do meu clitóris dizendo que estava pensando em depilar um pouco mais aquela região para deixá-lo um pouco mais exposto e diminuir o tamanho do retângulo de pelos.

Aquela exposição tão próxima àqueles dois e a impossibilidade de me mover somada às carícias dissimuladas que o Marcos fazia com o dedo estava me levando novamente ao encontro de um orgasmo. Mas o Marcos sabia até onde devia ir e antes que fosse tarde demais ele parou novamente. Aparentemente esquecendo que eu estava ali, ele disse ao colega que ainda não tinha gravado o CD que ele tinha prometido, mas ele poderia gravar já. O amigo dele disse para ele não se incomodar, pois ele não queria atrapalhar.

O Marcos aparentemente já havia planejado tudo, como já era de costume. Ele disse para o amigo que o computador estava ligado e ele só precisava colocar o CD para gravar. Levaria somente uns instantes. Ele estava quase saindo da sala quando se voltou para o amigo e pediu que ele o ajudasse. O amigo ficou confuso, sem saber o que o Marcos queria dizer com aquilo. O Marcos explicou que ele deveria retirar o pênis de mim e espalhasse a espuma de barbear que estava ao meu lado em toda a região. E saiu antes que o amigo pudesse dizer qualquer coisa.

O sujeito demorou alguns instantes para criar coragem e finalmente chegou perto. Ele levou a mão para segurar o pênis, mas antes de tocá-lo, olhou para mim e perguntou se eu me importava se ele fizesse o que o Marcos havia pedido. Sem poder dizer nada, eu somente acenei com a cabeça, dando à ele a autorização que ele precisava. Se o Marcos havia tido tanto trabalho planejando aquilo, eu não poderia estragar tudo recusando a ajuda do seu amigo. Ele tirou lenta e delicadamente o pênis que estava quase totalmente enfiado dentro da minha vagina. Aquele novo estímulo despertou novamente meus sentidos e minha excitação começou a aumentar rapidamente.

Pelo espelho eu pude perceber que a minha vagina ficou aberta por alguns instantes depois que ele tirou aquela peça de borracha de dentro de mim. Ele parecia hipnotizado por aquela imagem e demorou alguns instantes para pegar a tigelinha com a espuma. Ele então agitou o pincel novamente para fazer espuma e começou a espalhar a espuma como o Marcos havia instruído. O contato com a espuma fria e a fricção do pincel contribuiu ainda mais para aumentar a minha excitação. Eu estava perto daquele ponto onde não há mais volta e meu corpo estava dando os sinais claros da minha excitação.

O Marcos entrou no escritório e o amigo dele levou um susto e quase derrubou o pincel. O Marcos disse que o CD estava sendo gravado e logo estaria pronto. Assumiu o lugar do amigo e olhou de perto para ver se a espuma estava bem espalhada. Com o aparelho de barbear que estava em sua mão, ele começou a depilação perto do meu ânus enquanto o amigo dele observava atentamente. Eu notei que o sujeito estava tão excitado que não conseguia se conter. Ele colocou a mão no bolso e ficou segurando seu pênis que estava visivelmente ereto.

O Marcos ia comentando o que estava fazendo conforme ia depilando meus lábios vaginais, cuidando para que não sobrasse nenhum sinal de pêlos. Quando a parte ao redor da minha vagina estava perfeitamente depilada, ele começou a depilar a frente, ao redor do retângulo de pêlos, caprichando para que ele ficasse perfeitamente alinhado. Conforme ele ia acertando as laterais, ele ia perguntando ao amigo o que ele achava, se estava aparado por igual ou se estava torto, fazendo com que o cara ficasse prestando atenção em minha vagina completamente exposta.

Mas o Marcos parecia não ficar satisfeito nunca, e sempre achava que precisava tirar um pouco mais de um lado e em seguida achava que o outro havia ficado maior e tirava um pouquinho mais. Depois diminuía no comprimento, pois achava que tinha ficado desproporcional. Em pouco tempo, quase não havia sobrado nada dos meus pêlos. O Marcos se levantou para olhar mais de longe e perguntou o que o amigo achava, e antes que ele pudesse responder, perguntou novamente se o amigo achava que ele deveria depilar tudo. Novamente, o Marcos não esperou pela resposta e voltou a usar o barbeador, removendo o restante dos meus pêlos pubianos. Ele me deixou completamente depilada, sem nenhum pelinho para contar a história. Então ele se afastou novamente e disse que tinha ficado perfeito.

O Marcos voltou-se para o amigo e disse que o CD já devia estar pronto e foi em direção à porta para sair do escritório. Mas antes de sair, pediu ao colega para limpar a espuma que havia ficado em mim antes que ela secasse, e saiu da sala. O amigo dele, sem perder tempo, pegou uma toalha que estava sobre a cadeira e começou a limpar e secar ao redor da minha vagina e perto do meu ânus. Eu sentia que se o Marcos não voltasse logo, eu não conseguiria me conter e teria um orgasmo na frente do amigo dele.

Apesar de eu estar tão exposta quanto possível, eu não queria que ele me visse tendo um orgasmo. Felizmente o Marcos voltou e o amigo dele parou de me limpar. O Marcos entregou o CD, disse que estava pronto e agradeceu ao amigo pela paciência. Então ele aproximou o rosto da minha vagina para ver de perto como tinha ficado e disse que estava perfeito. Terminado o elogio, ele deu um beijo bem em cima do meu clitóris e saiu da sala com o amigo para acompanhá-lo até a porta.

Quando ele voltou, eu estava angustiada, pois minha tensão sexual era tão grande que eu estava a ponto de explodir, mas o Marcos não deixava que eu chegasse ao orgasmo e eu não podia fazer isso por mim mesma, amarrada daquela forma. Eu estava desesperada para gozar e aliviar aquela tensão. O Marcos chegou perto de mim e perguntou se eu tinha gostado da visita e comentou que o amigo disse que ele tinha muita sorte, pois eu era deliciosa.

Ele chegava perto de mim, mas não tocava em meu corpo. Minha tensão continuava aumentando assim como o meu desespero. Finalmente ele ficou entre as minhas pernas e beijou meu clitóris e começou a lamber minha vagina. Meu orgasmo foi quase instantâneo e meu corpo tremia sem parar. Eu tentava gritar, mas a bolinha na minha boca não permitia. Ele continuou lambendo por algum tempo e depois tirou a roupa e me penetrou com seu pênis duro e largo.

Antes que ele gozasse dentro de mim eu ainda tive mais três orgasmos que me deixaram completamente exausta e com o corpo todo dolorido. Quando o Marcos soltou meus braços e pernas eu demorei para conseguir me mover. Eu havia perdido toda a coordenação dos meus braços e pernas. Mas toda aquela dor valeu a pena. E como eu já havia percebido antes, o Marcos sabia como me excitar. Eu nunca poderia imaginar que aquelas sensações eram possíveis de ser experimentadas.

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